A FÁBRICA

Fevereiro 02 2005

O psicólogo Vítor J. Rodrigues, no seu livro " A Nova Ordem Estupidológica", traça o perfil do político estúpido elegível, para quem não conhece o livro, aqui fica a prosa.
Um político estúpido elegível:
"1. Estupidamente flexível, no sentido de ser capaz de mudar de ideias, orientações, colorações e declarações para se adaptar às vicissitudes da faena na arena política...
2. Estupidamente magnético, no sentido de poder atrair muitos votos independetemente do seu potencial para governar segundo os interesses da nação.
3.Estupidamente carismático, no sentido de ter uma imagem geradora de impacto e fácil de memorizar, capaz, por exemplo, de agitar e convencer os cidadãos independetemente da veracidade dos argumentos...
4.Esgrimista verbal estúpido, no sentido de ser muito capaz de usar as palavras e os argumentos como armas pontiagudas para vencer debates.Uma vez mais, a relação disto com a verdade ou a realidade não é importante devido aos direitos do político sobre elas.
5.Estupidamente bom vendedor, no sentido de saber relacionar-se com a clientela eleitoral e saber convencê-la a adquirir o seu produto (esta aquisição é paga em votos).
6.Estupidamente bom líder, no sentido de ser capaz de chefiar estúpidos encaminhando-os e motivando-os com base nos seus desejos, impulsos institivos, necessidades elementares e visões parcelares encurtadas..."
Felizmente que tudo isto é ficção, não têm absolutamente nada a ver com a realidade portuguesa.
publicado por armando ésse às 13:51

Fevereiro 02 2005

O psicólogo Vítor J. Rodrigues, no seu livro " A Nova Ordem Estupidológica", traça o perfil do político estúpido elegível, para quem não conhece o livro, aqui fica a prosa.
Um político estúpido elegível:
"1. Estupidamente flexível, no sentido de ser capaz de mudar de ideias, orientações, colorações e declarações para se adaptar às vicissitudes da faena na arena política...
2. Estupidamente magnético, no sentido de poder atrair muitos votos independetemente do seu potencial para governar segundo os interesses da nação.
3.Estupidamente carismático, no sentido de ter uma imagem geradora de impacto e fácil de memorizar, capaz, por exemplo, de agitar e convencer os cidadãos independetemente da veracidade dos argumentos...
4.Esgrimista verbal estúpido, no sentido de ser muito capaz de usar as palavras e os argumentos como armas pontiagudas para vencer debates.Uma vez mais, a relação disto com a verdade ou a realidade não é importante devido aos direitos do político sobre elas.
5.Estupidamente bom vendedor, no sentido de saber relacionar-se com a clientela eleitoral e saber convencê-la a adquirir o seu produto (esta aquisição é paga em votos).
6.Estupidamente bom líder, no sentido de ser capaz de chefiar estúpidos encaminhando-os e motivando-os com base nos seus desejos, impulsos institivos, necessidades elementares e visões parcelares encurtadas..."
Felizmente que tudo isto é ficção, não têm absolutamente nada a ver com a realidade portuguesa.
publicado por armando ésse às 13:51

Fevereiro 01 2005


Só mesmo um psiquiatra para explicar, este "reality show" que chegou a campanha eleitoral. Sem política e sem ideologia, esta campanha eleitoral apenas versa as pessoas, com tricas personalizadas e com críticas destrutivas como único argumento. Veja -se Santana Lopes no comício de Braga, apregoar referindo-se a José Socrates " o outro candidato tem outros colos. Estes colos sabem bem", rodeado de mil mulheres. Se não houver uma inflexão no discursos dos líderes partidários, teremos de escolher no próximo dia 20 de Fevereiro o próximo primeiro-ministro, não pela sua qualidade como político e pelas suas políticas, mas sim pela cor dos olhos, pelo seu penteado, pelo seu corpo, pelo seu tom de voz ou pelo sentido de humor. A incoerência e a campanha negativista chegou ao limite do racional. A retórica política encheu-se de meras palavras ou slogans- choque de valores, choque tecnológico, choque de gestão, choque fiscal, competência, responsabilidade, utilidade, mudança, mérito , desafio- usados tanto pela esquerda como pela direita, na sua ânsia de conquistar o eleitorado.
Os políticos tentam todos os dias convencer-nos que o tempo das ideologias acabou, mas se as ideologias acabaram, o que é a política?
Uma simples gestão da administração pública?
Para isso contrate-se, os melhores gestores portugueses, e deixem o combate político para os filósofos. Que a política morra!
publicado por armando ésse às 10:35

Fevereiro 01 2005


Só mesmo um psiquiatra para explicar, este "reality show" que chegou a campanha eleitoral. Sem política e sem ideologia, esta campanha eleitoral apenas versa as pessoas, com tricas personalizadas e com críticas destrutivas como único argumento. Veja -se Santana Lopes no comício de Braga, apregoar referindo-se a José Socrates " o outro candidato tem outros colos. Estes colos sabem bem", rodeado de mil mulheres. Se não houver uma inflexão no discursos dos líderes partidários, teremos de escolher no próximo dia 20 de Fevereiro o próximo primeiro-ministro, não pela sua qualidade como político e pelas suas políticas, mas sim pela cor dos olhos, pelo seu penteado, pelo seu corpo, pelo seu tom de voz ou pelo sentido de humor. A incoerência e a campanha negativista chegou ao limite do racional. A retórica política encheu-se de meras palavras ou slogans- choque de valores, choque tecnológico, choque de gestão, choque fiscal, competência, responsabilidade, utilidade, mudança, mérito , desafio- usados tanto pela esquerda como pela direita, na sua ânsia de conquistar o eleitorado.
Os políticos tentam todos os dias convencer-nos que o tempo das ideologias acabou, mas se as ideologias acabaram, o que é a política?
Uma simples gestão da administração pública?
Para isso contrate-se, os melhores gestores portugueses, e deixem o combate político para os filósofos. Que a política morra!
publicado por armando ésse às 10:35

Fevereiro 01 2005

O FC Porto despediu o segundo treinador da temporada.Victor Fernandez não resistiu a uma série de maus resultados. Tudo aponta para que José Couceiro, treinador do Vitória de Setúbal seja o senhor que se segue.
Mais um rombo no mito que o FC Porto, não despede os treinadores a meio da época.Nunca no reinado de Jorge Nuno Pinto da Costa o FC Porto demonstrou tantas fragilidades a nível de estruturação de uma equipa, como na corrente época. O balneário e a indisciplina, também ajudam a destruir o grande trabalho feito por José Mourinho. Aguarda-se a confirmação da contratação de José Couceiro.
publicado por armando ésse às 08:47

Fevereiro 01 2005

O FC Porto despediu o segundo treinador da temporada.Victor Fernandez não resistiu a uma série de maus resultados. Tudo aponta para que José Couceiro, treinador do Vitória de Setúbal seja o senhor que se segue.
Mais um rombo no mito que o FC Porto, não despede os treinadores a meio da época.Nunca no reinado de Jorge Nuno Pinto da Costa o FC Porto demonstrou tantas fragilidades a nível de estruturação de uma equipa, como na corrente época. O balneário e a indisciplina, também ajudam a destruir o grande trabalho feito por José Mourinho. Aguarda-se a confirmação da contratação de José Couceiro.
publicado por armando ésse às 08:47

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