A FÁBRICA

Março 21 2005
Liberdade

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer !
Ler é maçada,
Estudar é nada.
Sol doira
Sem literatura
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como o tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.

Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quanto há bruma,

Esperar por D.Sebastião,
Quer venha ou não !
Grande é a poesia, a bondade e as danças...

Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
Mais que isto

É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...

Fernando Pessoa

publicado por armando ésse às 13:40

Março 21 2005
Liberdade

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer !
Ler é maçada,
Estudar é nada.
Sol doira
Sem literatura
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como o tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.

Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quanto há bruma,

Esperar por D.Sebastião,
Quer venha ou não !
Grande é a poesia, a bondade e as danças...

Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
Mais que isto

É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...

Fernando Pessoa

publicado por armando ésse às 13:40

Março 21 2005

Ayrton Senna fazia hoje 45 anos se fosse vivo.
Ayrton Senna da Silva nasceu em 21 de Março de 1960, filho de um importante homem de negócios brasileiro, e em pequeno sofria de problemas de coordenação motora, resolvido eficazmente quando a criança de quatro anos começou a conduzir um pequeno veículo. O “vírus” da condução ficou e, segundo Senna, foi devido a ele que terminou os seus estudos, uma vez que a regra em sua casa era “quem não estuda não pode conduzir”.Em 1972, Emerson Fittipaldi ganhou para o Brasil o primeiro título de Fórmula 1, e Senna, então um adolescente, acompanhou toda a excitação, escolhendo para ídolos Jackie Stewart, Jim Clark e Emerson Fittipaldi. Ayrton Senna da Silva começou no karting, tal como fazem a maior parte dos jovens que se iniciam no desporto automóvel e que querem chegar ao topo, à Fórmula 1 e, embora sem tradições familiares no desporto automóvel, desde logo evidenciou o seu grande talento. Em 1974, o pequeno prodígio vencia a categoria júnior do campeonato de São Paulo, não tendo parado de ganhar desde então.
Ayrton da Silva, era o nome que usava, chegou à Europa em 1981, para ficar, depois de se iniciar na alta competição em 1977 vencendo, nesse ano e em 1978 o campeonato pan-americano de karting e o Brasileiro entre 1978 e 1981. Nesses anos, nas suas quatro tentativas de se sagrar campeão do mundo, único título que não conquistou, Ayrton foi 2 vezes vice-campeão, em 1979, no Estoril e em 1980, em Nivelles.
De 1981 a 1983, Ayrton Senna torna-se campeão por 5 vezes, ganhando os campeonatos RAC e Townsend Thorensen de Fórmula Ford 1600 em 1981, os campeonatos inglês e europeu de Fórmula Ford 2000 em 1982 e, o campeonato inglês de Fórmula 3 em 1983. Estas eram as provas que serviam, então, de antecâmara da Fórmula 1 e nelas participavam, obrigatoriamente, todos aqueles que almejavam a entrar no restrito mundo dos grandes prémios. E nelas, Ayrton Senna não só ganhou mais de 60% das corridas que disputou como em 1982 ganhou 21 das 27 provas disputadas e em 1983 ganhou as primeiras 9 corridas de Fórmula 3 que compunham o campeonato.
As portas da Fórmula 1 abriram-se de par em par e todos os patrões das equipas queriam o jovem brasileiro. Apesar da Brabham lhe acenar com um contrato e, da primeira experiência com um teste, ainda em 1983, com um Williams, Senna estreia-se na Fórmula 1 em 1984, com 24 anos, no G.P. do Brasil, com a Toleman-Hart e, logo nesse ano delicia o mundo da Fórmula 1 com a sua prestação no G.P. do Mónaco, onde não ganhou porque a corrida foi interrompida com o brasileiro na segunda posição e, com as prestações que conseguia alcançar na grelha de partida ao volante de tal carro. Seguiu-se a primeira vitória no Estoril em 1985, já na Lotus, a luta pelo título mundial em 1986 e 1987, sempre com a Lotus, título mundial que chegou em 1988, em Suzuka, com a McLaren, perdido injustamente em 1989 mas, reconquistado em 1990 e 1991, sempre ao volante dos McLaren, a que se juntam os vice-campeonatos em 1989 e, na memorável época de 1993.
Em 16 anos e meio de presença na alta roda do desporto automóvel Ayrton Senna conquistou mais de uma centena de vitórias, oito campeonatos internacionais, e, 4 vice-campeonatos. Na Fórmula 1, em particular, foram 11 anos, 3 títulos de campeão do mundo, 41 vitórias, 65 pole-positions, milhares de voltas e quilómetros no comando, número que parou de aumentar, naquela tarde fatídica do primeiro de Maio de 1994, com Ayrton Senna no lugar de sempre, o primeiro, comandando uma corrida. Foi o dia mais negro de sempre para a Fórmula 1 que, nunca mais foi o que era. De repente, de forma brutal, desapareceu um ídolo de milhões de pessoas, um ícone do “circo”, o melhor piloto de todos os tempos, alguém que nos deliciava com a sua magia ao volante de um monolugar de Fórmula 1, alguém que não deixava ninguém indiferente, alguém com um talento, competência, concentração, rapidez e empenhamento nunca vistos, que se encontrava próximo da perfeição, que reunia em si todas as características que um piloto de competição deve possuir, alguém que marcou a Fórmula 1 para sempre. Senna era genial, único e insubstituível.

Para saber mais sobre a vida e carreira de Ayrton Senna, visite senna.globo.com/institutoayrtonsenna/.

publicado por armando ésse às 11:08

Março 21 2005

Ayrton Senna fazia hoje 45 anos se fosse vivo.
Ayrton Senna da Silva nasceu em 21 de Março de 1960, filho de um importante homem de negócios brasileiro, e em pequeno sofria de problemas de coordenação motora, resolvido eficazmente quando a criança de quatro anos começou a conduzir um pequeno veículo. O “vírus” da condução ficou e, segundo Senna, foi devido a ele que terminou os seus estudos, uma vez que a regra em sua casa era “quem não estuda não pode conduzir”.Em 1972, Emerson Fittipaldi ganhou para o Brasil o primeiro título de Fórmula 1, e Senna, então um adolescente, acompanhou toda a excitação, escolhendo para ídolos Jackie Stewart, Jim Clark e Emerson Fittipaldi. Ayrton Senna da Silva começou no karting, tal como fazem a maior parte dos jovens que se iniciam no desporto automóvel e que querem chegar ao topo, à Fórmula 1 e, embora sem tradições familiares no desporto automóvel, desde logo evidenciou o seu grande talento. Em 1974, o pequeno prodígio vencia a categoria júnior do campeonato de São Paulo, não tendo parado de ganhar desde então.
Ayrton da Silva, era o nome que usava, chegou à Europa em 1981, para ficar, depois de se iniciar na alta competição em 1977 vencendo, nesse ano e em 1978 o campeonato pan-americano de karting e o Brasileiro entre 1978 e 1981. Nesses anos, nas suas quatro tentativas de se sagrar campeão do mundo, único título que não conquistou, Ayrton foi 2 vezes vice-campeão, em 1979, no Estoril e em 1980, em Nivelles.
De 1981 a 1983, Ayrton Senna torna-se campeão por 5 vezes, ganhando os campeonatos RAC e Townsend Thorensen de Fórmula Ford 1600 em 1981, os campeonatos inglês e europeu de Fórmula Ford 2000 em 1982 e, o campeonato inglês de Fórmula 3 em 1983. Estas eram as provas que serviam, então, de antecâmara da Fórmula 1 e nelas participavam, obrigatoriamente, todos aqueles que almejavam a entrar no restrito mundo dos grandes prémios. E nelas, Ayrton Senna não só ganhou mais de 60% das corridas que disputou como em 1982 ganhou 21 das 27 provas disputadas e em 1983 ganhou as primeiras 9 corridas de Fórmula 3 que compunham o campeonato.
As portas da Fórmula 1 abriram-se de par em par e todos os patrões das equipas queriam o jovem brasileiro. Apesar da Brabham lhe acenar com um contrato e, da primeira experiência com um teste, ainda em 1983, com um Williams, Senna estreia-se na Fórmula 1 em 1984, com 24 anos, no G.P. do Brasil, com a Toleman-Hart e, logo nesse ano delicia o mundo da Fórmula 1 com a sua prestação no G.P. do Mónaco, onde não ganhou porque a corrida foi interrompida com o brasileiro na segunda posição e, com as prestações que conseguia alcançar na grelha de partida ao volante de tal carro. Seguiu-se a primeira vitória no Estoril em 1985, já na Lotus, a luta pelo título mundial em 1986 e 1987, sempre com a Lotus, título mundial que chegou em 1988, em Suzuka, com a McLaren, perdido injustamente em 1989 mas, reconquistado em 1990 e 1991, sempre ao volante dos McLaren, a que se juntam os vice-campeonatos em 1989 e, na memorável época de 1993.
Em 16 anos e meio de presença na alta roda do desporto automóvel Ayrton Senna conquistou mais de uma centena de vitórias, oito campeonatos internacionais, e, 4 vice-campeonatos. Na Fórmula 1, em particular, foram 11 anos, 3 títulos de campeão do mundo, 41 vitórias, 65 pole-positions, milhares de voltas e quilómetros no comando, número que parou de aumentar, naquela tarde fatídica do primeiro de Maio de 1994, com Ayrton Senna no lugar de sempre, o primeiro, comandando uma corrida. Foi o dia mais negro de sempre para a Fórmula 1 que, nunca mais foi o que era. De repente, de forma brutal, desapareceu um ídolo de milhões de pessoas, um ícone do “circo”, o melhor piloto de todos os tempos, alguém que nos deliciava com a sua magia ao volante de um monolugar de Fórmula 1, alguém que não deixava ninguém indiferente, alguém com um talento, competência, concentração, rapidez e empenhamento nunca vistos, que se encontrava próximo da perfeição, que reunia em si todas as características que um piloto de competição deve possuir, alguém que marcou a Fórmula 1 para sempre. Senna era genial, único e insubstituível.

Para saber mais sobre a vida e carreira de Ayrton Senna, visite senna.globo.com/institutoayrtonsenna/.

publicado por armando ésse às 11:08

Março 19 2005

Vencedor do prestigiado Edgar Allan Poe Award, para o melhor romance de estreia, David Liss cria, em A CONSPIRAÇÃO DE PAPEL, um romance histórico sobre o primeiro crash da bolsa no mundo, conhecido historicamente como a Bolha do Mar do Sul, ocorrido em 1720. Como personagem principal, um judeu português, detective, espadachim , que conheceu a fama através de lutas de boxe, num sub mundo que o conhecia como “O Leão de Judá”. Benjamin Weaver é um estranho na Londres do século XVIII: um judeu entre cristãos, um rufião entre aristocratas, um pugilista aposentado que, contratado pela nobreza de Londres, viaja pelo mundo do crime, perseguindo devedores e ladrões. Em A CONSPIRAÇÃO DE PAPEL, no entanto, Weaver investiga um crime do tipo mais pessoal: a morte de seu pai - um notório especulador da bolsa, de quem não tinha notícias há anos. Descendo ao sub mundo do crime londrino, Weaver ziguezagueia entre bordéis, cervejarias, prisões e casas de jogo, para descobrir uma conspiração que o ameaça não só a si, mas também à própria Inglaterra.
Para encontrar as respostas, Weaver tem de enfrentar uma prostituta desesperada, que sabe demais sobre o seu passado, parentes que lhe cobram a sua alienação da fé judaica e uma conspiração de poderosos homens do mundo das finanças britânicas. Com cérebro e muitos músculos, Weaver esbarra no início de uma nova ordem económica, baseada na especulação de acções - um meio de vida que traz grande risco aos investidores e perigo real e concreto para Weaver e sua família.
A CONSPIRAÇÃO DE PAPEL foi considerado pela crítica especializada, um dos melhores romances históricos do ano, bem como um retrato inteligente e divertido da origem dos mercados financeiros actuais. Escrito com cuidado erudito com a reconstituição de época, o livro faz de Benjamin Weaver um protagonista irresistível, que aposta seu conhecimento do nascente mercado de acções num novo tipo de trabalho detective.
David Liss nasceu em 1966 e cresceu no sul da Florida. É actualmente candidato a um doutorado no Departamento de Inglês da Universidade de Columbia, onde completa sua dissertação sobre como o romance de meados do século XVIII reflecte e modela o surgimento da ideia moderna de finanças pessoais. Publicou inúmeras teses sobre sua pesquisa e também escreveu sobre Henry James. Recebeu vários prémios por seu trabalho, inclusive a Bolsa do Presidente da Columbia, uma Bolsa de Pesquisa da A.W. Mellon e a Bolsa de Dissertação Whiting. Tem um diploma de master of Arts pela Universidade Estadual da Georgia e um diploma de Bachelor of Sciense da Univesidade de Syracuse. Liss mora em San António com a sua mulher e filha.
publicado por armando ésse às 10:18

Março 19 2005

Vencedor do prestigiado Edgar Allan Poe Award, para o melhor romance de estreia, David Liss cria, em A CONSPIRAÇÃO DE PAPEL, um romance histórico sobre o primeiro crash da bolsa no mundo, conhecido historicamente como a Bolha do Mar do Sul, ocorrido em 1720. Como personagem principal, um judeu português, detective, espadachim , que conheceu a fama através de lutas de boxe, num sub mundo que o conhecia como “O Leão de Judá”. Benjamin Weaver é um estranho na Londres do século XVIII: um judeu entre cristãos, um rufião entre aristocratas, um pugilista aposentado que, contratado pela nobreza de Londres, viaja pelo mundo do crime, perseguindo devedores e ladrões. Em A CONSPIRAÇÃO DE PAPEL, no entanto, Weaver investiga um crime do tipo mais pessoal: a morte de seu pai - um notório especulador da bolsa, de quem não tinha notícias há anos. Descendo ao sub mundo do crime londrino, Weaver ziguezagueia entre bordéis, cervejarias, prisões e casas de jogo, para descobrir uma conspiração que o ameaça não só a si, mas também à própria Inglaterra.
Para encontrar as respostas, Weaver tem de enfrentar uma prostituta desesperada, que sabe demais sobre o seu passado, parentes que lhe cobram a sua alienação da fé judaica e uma conspiração de poderosos homens do mundo das finanças britânicas. Com cérebro e muitos músculos, Weaver esbarra no início de uma nova ordem económica, baseada na especulação de acções - um meio de vida que traz grande risco aos investidores e perigo real e concreto para Weaver e sua família.
A CONSPIRAÇÃO DE PAPEL foi considerado pela crítica especializada, um dos melhores romances históricos do ano, bem como um retrato inteligente e divertido da origem dos mercados financeiros actuais. Escrito com cuidado erudito com a reconstituição de época, o livro faz de Benjamin Weaver um protagonista irresistível, que aposta seu conhecimento do nascente mercado de acções num novo tipo de trabalho detective.
David Liss nasceu em 1966 e cresceu no sul da Florida. É actualmente candidato a um doutorado no Departamento de Inglês da Universidade de Columbia, onde completa sua dissertação sobre como o romance de meados do século XVIII reflecte e modela o surgimento da ideia moderna de finanças pessoais. Publicou inúmeras teses sobre sua pesquisa e também escreveu sobre Henry James. Recebeu vários prémios por seu trabalho, inclusive a Bolsa do Presidente da Columbia, uma Bolsa de Pesquisa da A.W. Mellon e a Bolsa de Dissertação Whiting. Tem um diploma de master of Arts pela Universidade Estadual da Georgia e um diploma de Bachelor of Sciense da Univesidade de Syracuse. Liss mora em San António com a sua mulher e filha.
publicado por armando ésse às 10:18

Março 14 2005

Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.


Albert Einstein
publicado por armando ésse às 13:48

Março 14 2005

Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.


Albert Einstein
publicado por armando ésse às 13:48

Março 11 2005

Madrid: 11 de Março 2004.
publicado por armando ésse às 10:20

Março 11 2005

Madrid: 11 de Março 2004.
publicado por armando ésse às 10:20

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