A FÁBRICA

Abril 21 2005
publicado por armando ésse às 09:50

Abril 21 2005
publicado por armando ésse às 09:50

Abril 21 2005


É banal o Benfica ir à Final da Taça de Portugal e ganhar. Por ganhar com esta banalidade é que o Glorioso é grande. No dia 29 de Maio, o Benfica defronte o V. Setúbal, na Final da Taça de Portugal, com o desejo de juntar mais uma Taça de Portugal a esta extensa lista de vitórias.

Época Data Cidade Campo Finalistas Res.
1938-39 26.06.39 Lisboa Salésias Académica – Benfica 4-3
1939-40 07.07.40 Lisboa Lumiar Benfica – Belenenses 3-1
1942-43 20.05.43 Lisboa Salésias Benfica - V.Setúbal 5-1
1943-44 28.05.44 Lisboa Salésias Benfica – Estoril 8-0
1948-49 12.06.49 Lisboa E.Nacional Benfica – Atlético 2-1
1950-51 10.05.51 Lisboa E.Nacional Benfica – Académica 5-1
1951-52 15.06.52 Lisboa E.Nacional Benfica – Sporting 5-4
1952-53 28.06.53 Lisboa E.Nacional Benfica - F.C. Porto 5-0
1954-55 12.06.55 Lisboa E.Nacional Benfica – Sporting 2-1
1956-57 02.06.57 Lisboa E.Nacional Benfica - S.C.Covilhã 3-1
1957-58 15.06.58 Lisboa E.Nacional F.C.Porto – Benfica 1-0
1958-59 19.07.59 Lisboa E.Nacional Benfica - F.C. Porto 1-0
1961-62 01.07.62 Lisboa E.Nacional Benfica - V. Setúbal 3-0
1963-64 05.07.64 Lisboa E.Nacional Benfica - F.C. Porto 6-2
1964-65 04.07.65 Lisboa E.Nacional V. Setúbal – Benfica 3-1
1968-69 22.06.69 Lisboa E.Nacional Benfica – Académica 2-1
1969-70 14.06.70 Lisboa E.Nacional Benfica – Sporting 3-1
1970-71 22.06.71 Lisboa E.Nacional Sporting – Benfica 4-1
1971-72 04.06.72 Lisboa E.Nacional Benfica – Sporting 3-2
1973-74 09.06.74 Lisboa E.Nacional Sporting – Benfica 2-1
1974-75 14.06.75 Lisboa E.Alvalade Boavista – Benfica 2-1
1979-80 0706.80 Lisboa E.Nacional Benfica - F.C. Porto 1-0
1980-81 06.06.81 Lisboa E.Nacional Benfica - F.C. Porto 3-1
1982-83 21.08.83 Porto E.Antas Benfica - F.C. Porto 1-0
1984-85 10.06.85 Lisboa E.Nacional Benfica - F.C. Porto 3-1
1985-86 27.04.86 Lisboa E.Nacional Benfica – Belenenses 2-0
1986-87 07.06.87 Lisboa E.Nacional Benfica – Sporting 2-1
1988-89 28.05.89 Lisboa E.Nacional Belenenses – Benfica 2-1
1992-93 10.06.93 Lisboa E.Nacional Benfica - Boavista F.C. 5-2
1995-96 18.05.96 Lisboa E.Nacional Benfica – Sporting 2-1
1996-97 10.05.97 Lisboa E.Nacional Boavista – Benfica 3-2
2003-04 16.05.04 Lisboa E.Nacional Benfica – F.C. Porto 2-1
2004-05 29.05.05 Lisboa E.Nacional Benfica - V.Setúbal ???

publicado por armando ésse às 08:58

Abril 21 2005


É banal o Benfica ir à Final da Taça de Portugal e ganhar. Por ganhar com esta banalidade é que o Glorioso é grande. No dia 29 de Maio, o Benfica defronte o V. Setúbal, na Final da Taça de Portugal, com o desejo de juntar mais uma Taça de Portugal a esta extensa lista de vitórias.

Época Data Cidade Campo Finalistas Res.
1938-39 26.06.39 Lisboa Salésias Académica – Benfica 4-3
1939-40 07.07.40 Lisboa Lumiar Benfica – Belenenses 3-1
1942-43 20.05.43 Lisboa Salésias Benfica - V.Setúbal 5-1
1943-44 28.05.44 Lisboa Salésias Benfica – Estoril 8-0
1948-49 12.06.49 Lisboa E.Nacional Benfica – Atlético 2-1
1950-51 10.05.51 Lisboa E.Nacional Benfica – Académica 5-1
1951-52 15.06.52 Lisboa E.Nacional Benfica – Sporting 5-4
1952-53 28.06.53 Lisboa E.Nacional Benfica - F.C. Porto 5-0
1954-55 12.06.55 Lisboa E.Nacional Benfica – Sporting 2-1
1956-57 02.06.57 Lisboa E.Nacional Benfica - S.C.Covilhã 3-1
1957-58 15.06.58 Lisboa E.Nacional F.C.Porto – Benfica 1-0
1958-59 19.07.59 Lisboa E.Nacional Benfica - F.C. Porto 1-0
1961-62 01.07.62 Lisboa E.Nacional Benfica - V. Setúbal 3-0
1963-64 05.07.64 Lisboa E.Nacional Benfica - F.C. Porto 6-2
1964-65 04.07.65 Lisboa E.Nacional V. Setúbal – Benfica 3-1
1968-69 22.06.69 Lisboa E.Nacional Benfica – Académica 2-1
1969-70 14.06.70 Lisboa E.Nacional Benfica – Sporting 3-1
1970-71 22.06.71 Lisboa E.Nacional Sporting – Benfica 4-1
1971-72 04.06.72 Lisboa E.Nacional Benfica – Sporting 3-2
1973-74 09.06.74 Lisboa E.Nacional Sporting – Benfica 2-1
1974-75 14.06.75 Lisboa E.Alvalade Boavista – Benfica 2-1
1979-80 0706.80 Lisboa E.Nacional Benfica - F.C. Porto 1-0
1980-81 06.06.81 Lisboa E.Nacional Benfica - F.C. Porto 3-1
1982-83 21.08.83 Porto E.Antas Benfica - F.C. Porto 1-0
1984-85 10.06.85 Lisboa E.Nacional Benfica - F.C. Porto 3-1
1985-86 27.04.86 Lisboa E.Nacional Benfica – Belenenses 2-0
1986-87 07.06.87 Lisboa E.Nacional Benfica – Sporting 2-1
1988-89 28.05.89 Lisboa E.Nacional Belenenses – Benfica 2-1
1992-93 10.06.93 Lisboa E.Nacional Benfica - Boavista F.C. 5-2
1995-96 18.05.96 Lisboa E.Nacional Benfica – Sporting 2-1
1996-97 10.05.97 Lisboa E.Nacional Boavista – Benfica 3-2
2003-04 16.05.04 Lisboa E.Nacional Benfica – F.C. Porto 2-1
2004-05 29.05.05 Lisboa E.Nacional Benfica - V.Setúbal ???

publicado por armando ésse às 08:58

Abril 20 2005

Carnaval de Arlequim, 1925 Joan Miró.

Como é que encontrava todas as minhas ideias para quadros? Pois bem, à noite, já tarde, voltava ao meu atelier na Rue Blomet e deitava-me; às vezes, sem sequer ter jantado. Tinha sensações que anotava no meu caderno. Via aparecer formas no tecto...”
Miró
publicado por armando ésse às 09:28

Abril 20 2005

Carnaval de Arlequim, 1925 Joan Miró.

Como é que encontrava todas as minhas ideias para quadros? Pois bem, à noite, já tarde, voltava ao meu atelier na Rue Blomet e deitava-me; às vezes, sem sequer ter jantado. Tinha sensações que anotava no meu caderno. Via aparecer formas no tecto...”
Miró
publicado por armando ésse às 09:28

Abril 20 2005

Joan Miró fotografado por Man Ryan.
Joan Miró Ferrá nasceu em Barcelona, a 20 de Abril de 1893, filho de um relojoeiro. Inscreveu-se na escola de Belas-Artes em 1907 e trabalhou como ajudante de contabilidade numa empresa de construção entre 1910-1911.
Foi para Paris em Março de 1920: conheceu Picasso e juntou-se ao movimento surrealista de Paul Élouard, André Breton e Louis Aragon.
A pintura o Carnaval de Arlequim, de 1925, inaugurou uma linguagem simbólica , cujo os símbolos remetem para uma fantasia inocente, fora de todo o contexto surrealista da época.
Em 1925 algumas das suas obras são expostas na primeira exposição surrealista, realizada em Paris. Em 1928 viaja pela Holanda, dedicando-se ao mesmo tempo há criação de cenários para ballets.
Os anos da Guerra Civil de Espanha e da II Guerra Mundial marcaram a sua pintura. Em 1941 o MoMA dedica-lhe uma retrospectiva. Foi ceramista e fez pinturas murais, entre outras, para a UNESCO (1958).
No final da sua vida reduziu os elementos da sua linguagem artística a pontos, linhas , alguns símbolos e reduziu a cor, passando a usar basicamente o preto e o branco.
Morreu a 25 de Dezembro de 1983, em Palma de Maiorca, ano da inauguração de uma escultura monumental no átrio da sede do governo em Barcelona.

“Como é que encontrava todas as minhas ideias para quadros? Pois bem, à noite, já tarde, voltava ao meu atelier na Rue Blomet e deitava-me; às vezes, sem sequer ter jantado. Tinha sensações que anotava no meu caderno. Via aparecer formas no tecto...” Miró
publicado por armando ésse às 09:09

Abril 20 2005

Joan Miró fotografado por Man Ryan.
Joan Miró Ferrá nasceu em Barcelona, a 20 de Abril de 1893, filho de um relojoeiro. Inscreveu-se na escola de Belas-Artes em 1907 e trabalhou como ajudante de contabilidade numa empresa de construção entre 1910-1911.
Foi para Paris em Março de 1920: conheceu Picasso e juntou-se ao movimento surrealista de Paul Élouard, André Breton e Louis Aragon.
A pintura o Carnaval de Arlequim, de 1925, inaugurou uma linguagem simbólica , cujo os símbolos remetem para uma fantasia inocente, fora de todo o contexto surrealista da época.
Em 1925 algumas das suas obras são expostas na primeira exposição surrealista, realizada em Paris. Em 1928 viaja pela Holanda, dedicando-se ao mesmo tempo há criação de cenários para ballets.
Os anos da Guerra Civil de Espanha e da II Guerra Mundial marcaram a sua pintura. Em 1941 o MoMA dedica-lhe uma retrospectiva. Foi ceramista e fez pinturas murais, entre outras, para a UNESCO (1958).
No final da sua vida reduziu os elementos da sua linguagem artística a pontos, linhas , alguns símbolos e reduziu a cor, passando a usar basicamente o preto e o branco.
Morreu a 25 de Dezembro de 1983, em Palma de Maiorca, ano da inauguração de uma escultura monumental no átrio da sede do governo em Barcelona.

“Como é que encontrava todas as minhas ideias para quadros? Pois bem, à noite, já tarde, voltava ao meu atelier na Rue Blomet e deitava-me; às vezes, sem sequer ter jantado. Tinha sensações que anotava no meu caderno. Via aparecer formas no tecto...” Miró
publicado por armando ésse às 09:09

Abril 19 2005

Joseph Ratzinger nasceu em Marktl am Inn, na Baviera, em 16 de Abril de 1927, e foi baptizado no mesmo dia. Filho de uma doméstica e de um comissário da polícia, viveu em várias cidades alemãs ao ritmo dos destacamentos frequentes do seu pai.
Ratzinger começou a estudar latim e grego ainda criança e em 1939, aos 12 anos, entra para o seminário de Traunstein - tendo pertencido à Juventude Hitleriana, o que era obrigatório no sistema de ensino. Quatro anos mais tarde, em plena II Guerra Mundial, é convocado com outros colegas de seminário para o destacamento antiaéreo Flak, responsável pela protecção de uma fábrica da BMW em Munique. No meio dessas tarefas, e do caos em que a Alemanha de Hitler se ia transformando, continua a frequentar as aulas em Munique, no Maximilians-Gymnasium, três vezes por semana.
Em 1944, quando atingiu a idade militar, é dispensado da Flak e alista-se na infantaria alemã. Na Primavera de 1945, porém, com a aproximação dos exércitos aliados, deserta do exército e foge para a casa de família em Traunstein. É vítima das ironias da guerra, um destacamento americano ocupa a vila e resolve instalar o quartel-general na casa dos Ratzinger. Joseph é identificado como soldado alemão e, em seguida, enviado para um campo de prisioneiros de guerra. Libertado meses depois, regressa ao seminário acompanhado pelo irmão.
Em 1947 Ratzinger entra no Herzogliches Georgianum, um instituto teológico associado à Universidade de Munique, e, paralelamente, estuda Filosofia na Escola Superior de Freising. No dia 29 de Junho de 1951, aos 24 anos, é ordenado padre.As qualidades intelectuais do jovem padre são rapidamente visíveis e, dois anos depois, a sua tese de doutoramento em Teologia é largamente aplaudida. Pouco depois publica o seu primeiro trabalho importante, “O povo e a Casa de Deus na doutrina de Santo Agostinho para a Igreja”, e dedica a tese de pós -doutoramento à história da teologia. Em 1959 começa a leccionar como professor titular de Teologia na Universidade de Bona, onde permaneceu até 1969, e na Universidade de Münster (de 1963 a 1966).
Tornou-se bastante conhecido e, em 1966, consegue uma cadeira em Teologia Dogmática na Universidade de Tübingen, tendo a sua indicação sido fortemente apoiada pelo teólogo progressista suíço Hans Küng.Naquela altura, porém, o jovem Joseph era uma espécie de “estrela” da teologia, lutando pela “abertura da Igreja” e, ao mesmo tempo, combatendo o ateísmo e o marxismo que se popularizavam entre os jovens.
Essa imagem rebelde, todavia, passa depressa. Em 1969, Joseph regressa à Baviera e vai leccionar Teologia Dogmática e História do Dogma na Universidade de Regensburg, onde chega a reitor.
No início dos anos 70 Joseph Ratzinger é já o principal conselheiro teológico dos bispos alemães. O seu prestígio, aliás, é reforçado pela direcção que imprime ao jornal trimestral teológico Communio, que se transforma num dos mais influentes jornais católicos do mundo. Em 1977, pela primeira vez, a influência ideológica de Ratzinger concretiza-se na hierarquia Paulo VI investe-o arcebispo de Munique e Freising e, meses depois, é-lhe atribuído o Ministério Pastoral da Grande Diocese da Baviera.
Em 1977 Joseph Ratzinguer ascende, pela mão do Papa Paulo VI, à púrpura cardinalícia - tem 50 anos. E as mudanças de pontífice que se seguem favorecem a sua carreira em 1981, um ano depois de ter sido eleito Papa, João Paulo II nomeia-o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.
Três dias depois de completar 78 anos, em 19 de Abril de 2005, Joseph Ratzinger é eleito para a cadeira de São Pedro, de que será o 265º ocupante.
publicado por armando ésse às 16:24

Abril 19 2005

Joseph Ratzinger nasceu em Marktl am Inn, na Baviera, em 16 de Abril de 1927, e foi baptizado no mesmo dia. Filho de uma doméstica e de um comissário da polícia, viveu em várias cidades alemãs ao ritmo dos destacamentos frequentes do seu pai.
Ratzinger começou a estudar latim e grego ainda criança e em 1939, aos 12 anos, entra para o seminário de Traunstein - tendo pertencido à Juventude Hitleriana, o que era obrigatório no sistema de ensino. Quatro anos mais tarde, em plena II Guerra Mundial, é convocado com outros colegas de seminário para o destacamento antiaéreo Flak, responsável pela protecção de uma fábrica da BMW em Munique. No meio dessas tarefas, e do caos em que a Alemanha de Hitler se ia transformando, continua a frequentar as aulas em Munique, no Maximilians-Gymnasium, três vezes por semana.
Em 1944, quando atingiu a idade militar, é dispensado da Flak e alista-se na infantaria alemã. Na Primavera de 1945, porém, com a aproximação dos exércitos aliados, deserta do exército e foge para a casa de família em Traunstein. É vítima das ironias da guerra, um destacamento americano ocupa a vila e resolve instalar o quartel-general na casa dos Ratzinger. Joseph é identificado como soldado alemão e, em seguida, enviado para um campo de prisioneiros de guerra. Libertado meses depois, regressa ao seminário acompanhado pelo irmão.
Em 1947 Ratzinger entra no Herzogliches Georgianum, um instituto teológico associado à Universidade de Munique, e, paralelamente, estuda Filosofia na Escola Superior de Freising. No dia 29 de Junho de 1951, aos 24 anos, é ordenado padre.As qualidades intelectuais do jovem padre são rapidamente visíveis e, dois anos depois, a sua tese de doutoramento em Teologia é largamente aplaudida. Pouco depois publica o seu primeiro trabalho importante, “O povo e a Casa de Deus na doutrina de Santo Agostinho para a Igreja”, e dedica a tese de pós -doutoramento à história da teologia. Em 1959 começa a leccionar como professor titular de Teologia na Universidade de Bona, onde permaneceu até 1969, e na Universidade de Münster (de 1963 a 1966).
Tornou-se bastante conhecido e, em 1966, consegue uma cadeira em Teologia Dogmática na Universidade de Tübingen, tendo a sua indicação sido fortemente apoiada pelo teólogo progressista suíço Hans Küng.Naquela altura, porém, o jovem Joseph era uma espécie de “estrela” da teologia, lutando pela “abertura da Igreja” e, ao mesmo tempo, combatendo o ateísmo e o marxismo que se popularizavam entre os jovens.
Essa imagem rebelde, todavia, passa depressa. Em 1969, Joseph regressa à Baviera e vai leccionar Teologia Dogmática e História do Dogma na Universidade de Regensburg, onde chega a reitor.
No início dos anos 70 Joseph Ratzinger é já o principal conselheiro teológico dos bispos alemães. O seu prestígio, aliás, é reforçado pela direcção que imprime ao jornal trimestral teológico Communio, que se transforma num dos mais influentes jornais católicos do mundo. Em 1977, pela primeira vez, a influência ideológica de Ratzinger concretiza-se na hierarquia Paulo VI investe-o arcebispo de Munique e Freising e, meses depois, é-lhe atribuído o Ministério Pastoral da Grande Diocese da Baviera.
Em 1977 Joseph Ratzinguer ascende, pela mão do Papa Paulo VI, à púrpura cardinalícia - tem 50 anos. E as mudanças de pontífice que se seguem favorecem a sua carreira em 1981, um ano depois de ter sido eleito Papa, João Paulo II nomeia-o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.
Três dias depois de completar 78 anos, em 19 de Abril de 2005, Joseph Ratzinger é eleito para a cadeira de São Pedro, de que será o 265º ocupante.
publicado por armando ésse às 16:24

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