A FÁBRICA

Maio 08 2005

A Segunda Guerra Mundial acabou no dia 8 de Maio de 1945, na Europa, quando o marechal Wilhelm Keitel (na foto) assinou a rendição incondicional da Wehrmacht.
Este conflito iniciado pelo III Reich de Adolf Hitler com a invasão da Polónia, a 1 de Setembro de 1939, durou cinco trágicos anos e devastou a vida a mais de 50 milhões de pessoas em todos os continentes.
Passaram 60 anos, mas os investigadores ainda discutem o número exacto de vítimas causadas pela guerra. O ponto assente é que a União Soviética, com 20 milhões de mortos entre soldados e civis, pagou a factura mais elevada. A seguir, na lista do maior número de vítimas, vem a China, com 15 milhões de mortos – na sequência dos massacres do exército japonês, uma das três potências do chamado Eixo, com a Alemanha hitleriana e a Itália fascista de Mussolini.
Mas falar de números e da II Guerra é falar dos seis milhões de judeus chacinados em lugares tristemente célebres como Auschwitz-Birkenau ou Dachau.
O número de vítimas alemãs pode ter chegado aos nove milhões.

Mas se o dia 8 de Maio ficou conhecido como o Dia da Vitória, a esmagadora maioria dos alemães considera que esta foi a data da libertação e não da derrota. Segundo a agência Lusa, uma sondagem do Instituto Polis revela que oito em cada 10 alemães acham que o fim da guerra foi o dia da libertação, e só 9% considera o dia da capitulação, a 08 de Maio de 1945, como o dia da derrota.
Mais do que o dia da rendição alemã, o 8 de Maio de 1945 marca o fim do conflito mais devastador da história europeia e da humanidade.
publicado por armando ésse às 10:30

Maio 08 2005

A Segunda Guerra Mundial acabou no dia 8 de Maio de 1945, na Europa, quando o marechal Wilhelm Keitel (na foto) assinou a rendição incondicional da Wehrmacht.
Este conflito iniciado pelo III Reich de Adolf Hitler com a invasão da Polónia, a 1 de Setembro de 1939, durou cinco trágicos anos e devastou a vida a mais de 50 milhões de pessoas em todos os continentes.
Passaram 60 anos, mas os investigadores ainda discutem o número exacto de vítimas causadas pela guerra. O ponto assente é que a União Soviética, com 20 milhões de mortos entre soldados e civis, pagou a factura mais elevada. A seguir, na lista do maior número de vítimas, vem a China, com 15 milhões de mortos – na sequência dos massacres do exército japonês, uma das três potências do chamado Eixo, com a Alemanha hitleriana e a Itália fascista de Mussolini.
Mas falar de números e da II Guerra é falar dos seis milhões de judeus chacinados em lugares tristemente célebres como Auschwitz-Birkenau ou Dachau.
O número de vítimas alemãs pode ter chegado aos nove milhões.

Mas se o dia 8 de Maio ficou conhecido como o Dia da Vitória, a esmagadora maioria dos alemães considera que esta foi a data da libertação e não da derrota. Segundo a agência Lusa, uma sondagem do Instituto Polis revela que oito em cada 10 alemães acham que o fim da guerra foi o dia da libertação, e só 9% considera o dia da capitulação, a 08 de Maio de 1945, como o dia da derrota.
Mais do que o dia da rendição alemã, o 8 de Maio de 1945 marca o fim do conflito mais devastador da história europeia e da humanidade.
publicado por armando ésse às 10:30

Maio 07 2005

Morreu Jorge Perestrelo
O jornalista e locutor desportivo Jorge Perestrelo sofreu um enfarte do miocárdio e morreu, ontem à noite.
A notícia foi avançada pela TSF, rádio onde Jorge Perestrelo trabalhou desde a sua fundação, em 1988. Jorge Perestrelo, de 56 anos, deu entrada no hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, com queixas de dores no peito.
Após exames, verificou-se que tinha lesões coronárias graves e foi submetido a uma angioplastia (desbloqueamento das artérias para permitir o fluxo de sangue e oxigénio para o músculo cardíaco). Durante esta intervenção teve uma paragem cardíaca irreversível, explicou o cirurgião que o assistiu à TSF.
O jornalista nasceu no Lobito, em Angola, e foi aí que começou a carreira, no Rádio Clube do Lobito. Ainda em Angola, Perestrelo trabalhou também no Rádio Clube do Mochico e na Rádio Comercial Sá da Bandeira. Em 1975, foi para o Brasil e dois anos depois regressou a Portugal, onde trabalhou no Rádio Clube Português, Rádio Comercial e na TSF.
Jorge Perestrelo fez o seu último relato para a TSF na quinta-feira, no jogo em que o Sporting conseguiu apurar-se para a final da Taça UEFA, frente aos holandeses do AZ Alkmaar.
Perestrelo distinguiu-se nos relatos desportivos que conduzia, empregando expressões coloridas que acabaram por se tornar a sua imagem de marca, caso de «Ripa na rapaqueca!» ou «Qué qué isso, ó meu?!».
A rádio ficou mais pobre!
Até sempre, Meu.
publicado por armando ésse às 10:11

Maio 07 2005

Morreu Jorge Perestrelo
O jornalista e locutor desportivo Jorge Perestrelo sofreu um enfarte do miocárdio e morreu, ontem à noite.
A notícia foi avançada pela TSF, rádio onde Jorge Perestrelo trabalhou desde a sua fundação, em 1988. Jorge Perestrelo, de 56 anos, deu entrada no hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, com queixas de dores no peito.
Após exames, verificou-se que tinha lesões coronárias graves e foi submetido a uma angioplastia (desbloqueamento das artérias para permitir o fluxo de sangue e oxigénio para o músculo cardíaco). Durante esta intervenção teve uma paragem cardíaca irreversível, explicou o cirurgião que o assistiu à TSF.
O jornalista nasceu no Lobito, em Angola, e foi aí que começou a carreira, no Rádio Clube do Lobito. Ainda em Angola, Perestrelo trabalhou também no Rádio Clube do Mochico e na Rádio Comercial Sá da Bandeira. Em 1975, foi para o Brasil e dois anos depois regressou a Portugal, onde trabalhou no Rádio Clube Português, Rádio Comercial e na TSF.
Jorge Perestrelo fez o seu último relato para a TSF na quinta-feira, no jogo em que o Sporting conseguiu apurar-se para a final da Taça UEFA, frente aos holandeses do AZ Alkmaar.
Perestrelo distinguiu-se nos relatos desportivos que conduzia, empregando expressões coloridas que acabaram por se tornar a sua imagem de marca, caso de «Ripa na rapaqueca!» ou «Qué qué isso, ó meu?!».
A rádio ficou mais pobre!
Até sempre, Meu.
publicado por armando ésse às 10:11

Maio 06 2005

Nos campos de refugiados na fronteira Sudanesa com o Chade, elementos da organização Human Rights Watch deram às crianças cadernos e lápis para os manter ocupados enquanto falavam com os pais. Sem qualquer sugestão ou orientação, as crianças desenharam cenas que retratam as suas experiências dramáticas vividas na guerra no Darfur: Os ataques das milícias "Janjaweed" *, os bombardeamentos pelas forças governamentais, aldeias inteiras queimadas e o voo para o Chade. Para ver o resto das fotografias carregar mais abaixo.
Traumática e impressionante a vivência destas crianças.


*O termo Janjaweed, utilizado para designar estas milícias, é uma amálgama de palavras em árabe que significa algo como “um diabo montado num cavalo com uma arma” . As milícias Janjaweed foram criadas com base em algumas comunidades árabes, existindo com o intuito de exterminar a comunidade negra.
Outras comunidades árabes recusaram entrar em confronto com a comunidades negra ou que não se identificam com a clivagem entre “árabes” e “africanos” em Darfur.

On mission along the border of Chad and Darfur, Human Rights Watch researchers gave children notebooks and crayons to keep them occupied while they spoke with the children’s parents. Without any instruction or guidance, the children drew scenes from their experiences of the war in Darfur: the attacks by the Janjaweed, the bombings by Sudanese government forces, the shootings, the burning of entire villages, and the flight to Chad. More…
publicado por armando ésse às 02:27

Maio 06 2005

Nos campos de refugiados na fronteira Sudanesa com o Chade, elementos da organização Human Rights Watch deram às crianças cadernos e lápis para os manter ocupados enquanto falavam com os pais. Sem qualquer sugestão ou orientação, as crianças desenharam cenas que retratam as suas experiências dramáticas vividas na guerra no Darfur: Os ataques das milícias "Janjaweed" *, os bombardeamentos pelas forças governamentais, aldeias inteiras queimadas e o voo para o Chade. Para ver o resto das fotografias carregar mais abaixo.
Traumática e impressionante a vivência destas crianças.


*O termo Janjaweed, utilizado para designar estas milícias, é uma amálgama de palavras em árabe que significa algo como “um diabo montado num cavalo com uma arma” . As milícias Janjaweed foram criadas com base em algumas comunidades árabes, existindo com o intuito de exterminar a comunidade negra.
Outras comunidades árabes recusaram entrar em confronto com a comunidades negra ou que não se identificam com a clivagem entre “árabes” e “africanos” em Darfur.

On mission along the border of Chad and Darfur, Human Rights Watch researchers gave children notebooks and crayons to keep them occupied while they spoke with the children’s parents. Without any instruction or guidance, the children drew scenes from their experiences of the war in Darfur: the attacks by the Janjaweed, the bombings by Sudanese government forces, the shootings, the burning of entire villages, and the flight to Chad. More…
publicado por armando ésse às 02:27

Maio 05 2005

Assinala-se hoje o Dia de Lembrança dos Mártires e Heróis do Holocausto, em honra dos seis milhões de judeus que morreram na II Guerra Mundial.
publicado por armando ésse às 08:58

Maio 05 2005

Assinala-se hoje o Dia de Lembrança dos Mártires e Heróis do Holocausto, em honra dos seis milhões de judeus que morreram na II Guerra Mundial.
publicado por armando ésse às 08:58

Maio 04 2005

Garçon à la pipe, um quadro de Pablo Picasso, (25 de Outubro 1881 em Málaga, Espanha - 8 de Abril 1973 em Mougins, França) , torna-se no quadro mais caro de sempre ao ser vendido em leilão por 104,1 milhões de dólares.
publicado por armando ésse às 08:21

Maio 04 2005

Garçon à la pipe, um quadro de Pablo Picasso, (25 de Outubro 1881 em Málaga, Espanha - 8 de Abril 1973 em Mougins, França) , torna-se no quadro mais caro de sempre ao ser vendido em leilão por 104,1 milhões de dólares.
publicado por armando ésse às 08:21

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