A FÁBRICA

Agosto 24 2005

Os Estados Unidos criticaram duramente uma investigação independente que não encontrou evidências de um programa secreto para o desenvolvimento de armas nucleares no Irão. O inquérito, realizado pela Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) com a participação de especialistas do governo americano e cientistas de vários países, concluiu que a pequena quantidade de urânio enriquecido para bombas encontradas no país há dois anos vinha de equipamento paquistanês contaminado e não era prova da existência de armamento. Mas as autoridades americanas disseram que essas conclusões não dissipavam a preocupação internacional porque o Irão pode estar a desenvolver armas nucleares de outras maneiras. O Irão insistiu que o programa é pacífico, e reiniciou, recentemente, o enriquecimento de urânio apesar de um acordo com Grã-Bretanha, França e Alemanha. Os três países cancelaram uma ronda de conversações que tinha o objectivo de persuadir o Irão a suspender as suas actividades nucleares, levando a protestos diante de suas embaixadas na capital iraniana, Teerão. As conversações deveriam começar no dia 31 de Agosto. Se o impasse continuar, os Estados Unidos e a União Europeia podem levar o caso para o Conselho de Segurança das Nações Unidas e aplicar sanções contra o Irão. Em meados de Agosto, a União Europeia ofereceu um amplo acordo ao Irão, que incluía incentivos económicos, políticos e tecnológicos em troca da suspensão completa de pesquisas ligadas à produção de combustível nuclear. Mas o Irão, que insiste ter direito a um programa para produzir energia, rejeitou a oferta.
BBC On-line
Enquanto os principais países que detêm poderio nuclear - EUA, Rússia, China, Inglaterra, França, Indía e Paquistão- não assumirem uma irreversível politica de desarmamento, será muito dificil exigir o respeito pela não proliferação de armas nucleares, por pequenos países que ambicionam ser potências regionais.
publicado por armando ésse às 16:22

Agosto 24 2005

Os Estados Unidos criticaram duramente uma investigação independente que não encontrou evidências de um programa secreto para o desenvolvimento de armas nucleares no Irão. O inquérito, realizado pela Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) com a participação de especialistas do governo americano e cientistas de vários países, concluiu que a pequena quantidade de urânio enriquecido para bombas encontradas no país há dois anos vinha de equipamento paquistanês contaminado e não era prova da existência de armamento. Mas as autoridades americanas disseram que essas conclusões não dissipavam a preocupação internacional porque o Irão pode estar a desenvolver armas nucleares de outras maneiras. O Irão insistiu que o programa é pacífico, e reiniciou, recentemente, o enriquecimento de urânio apesar de um acordo com Grã-Bretanha, França e Alemanha. Os três países cancelaram uma ronda de conversações que tinha o objectivo de persuadir o Irão a suspender as suas actividades nucleares, levando a protestos diante de suas embaixadas na capital iraniana, Teerão. As conversações deveriam começar no dia 31 de Agosto. Se o impasse continuar, os Estados Unidos e a União Europeia podem levar o caso para o Conselho de Segurança das Nações Unidas e aplicar sanções contra o Irão. Em meados de Agosto, a União Europeia ofereceu um amplo acordo ao Irão, que incluía incentivos económicos, políticos e tecnológicos em troca da suspensão completa de pesquisas ligadas à produção de combustível nuclear. Mas o Irão, que insiste ter direito a um programa para produzir energia, rejeitou a oferta.
BBC On-line
Enquanto os principais países que detêm poderio nuclear - EUA, Rússia, China, Inglaterra, França, Indía e Paquistão- não assumirem uma irreversível politica de desarmamento, será muito dificil exigir o respeito pela não proliferação de armas nucleares, por pequenos países que ambicionam ser potências regionais.
publicado por armando ésse às 16:22

Agosto 24 2005

Os fetos só têm capacidade de sentir dor nos últimos meses da gravidez - indica um novo estudo que poderá reacender o debate entre defensores e detractores do aborto nos Estados Unidos.
O trabalho, hoje publicado na revista da Associação Médica Americana, afirma que a prescrição de analgésicos durante um aborto ou no quinto ou sexto meses da gravidez não serve para nada e pode pôr em perigo a saúde da mulher.
Depois de analisarem centenas estudos de relatórios médicos, investigadores da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF) chegaram à conclusão de que os fetos são incapazes de sentir dor até ao sétimo mês da gravidez (28 semanas).
As estruturas cerebrais envolvidas na sensação da dor começam a formar-se muito antes, mas só funcionam nas últimas etapas da gravidez, afirmou o principal autor do estudo, o anestesista obstetra da UCSF Mark Rosen.Já antes da publicação deste trabalho, muitos opositores do aborto criticaram-no por alegada parcialidade.
“Literalmente, meteram as mãos num ninho de vespas”, afirmou Kanwaljeet Anand, um investigador da dor fetal na Universidade de Arkansas para as Ciências Médicas segundo o qual o feto já sente dor com 20 semanas. “Isto não é a última palavra”, acrescentou.
Para Nancy Chescheir, chefe do departamento de obstetrícia e ginecologia na Universidade de Vanderbilt e directora da Sociedade de Medicina Materno-Fetal, o estudo “ajudará a desenvolver algum consenso” sobre quando o feto sente dor. “Até agora não há nenhum”, afirmou.
Depois da legalização do aborto nos Estados Unidos, em 1973, um dos argumentos usados pelos seus detractores era que as mulheres que decidiam interromper a gravidez deviam ter em conta a dor que provocariam ao feto.
Nesse sentido, têm vindo a exigir leis sobre a dor fetal durante a gravidez como forma de controlar o aborto no país.
A medida afectaria cerca de 18.000 abortos que se realizam anualmente nos Estados Unidos no quinto mês da gravidez ou depois.
Lusa
publicado por armando ésse às 08:10

Agosto 24 2005

Os fetos só têm capacidade de sentir dor nos últimos meses da gravidez - indica um novo estudo que poderá reacender o debate entre defensores e detractores do aborto nos Estados Unidos.
O trabalho, hoje publicado na revista da Associação Médica Americana, afirma que a prescrição de analgésicos durante um aborto ou no quinto ou sexto meses da gravidez não serve para nada e pode pôr em perigo a saúde da mulher.
Depois de analisarem centenas estudos de relatórios médicos, investigadores da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF) chegaram à conclusão de que os fetos são incapazes de sentir dor até ao sétimo mês da gravidez (28 semanas).
As estruturas cerebrais envolvidas na sensação da dor começam a formar-se muito antes, mas só funcionam nas últimas etapas da gravidez, afirmou o principal autor do estudo, o anestesista obstetra da UCSF Mark Rosen.Já antes da publicação deste trabalho, muitos opositores do aborto criticaram-no por alegada parcialidade.
“Literalmente, meteram as mãos num ninho de vespas”, afirmou Kanwaljeet Anand, um investigador da dor fetal na Universidade de Arkansas para as Ciências Médicas segundo o qual o feto já sente dor com 20 semanas. “Isto não é a última palavra”, acrescentou.
Para Nancy Chescheir, chefe do departamento de obstetrícia e ginecologia na Universidade de Vanderbilt e directora da Sociedade de Medicina Materno-Fetal, o estudo “ajudará a desenvolver algum consenso” sobre quando o feto sente dor. “Até agora não há nenhum”, afirmou.
Depois da legalização do aborto nos Estados Unidos, em 1973, um dos argumentos usados pelos seus detractores era que as mulheres que decidiam interromper a gravidez deviam ter em conta a dor que provocariam ao feto.
Nesse sentido, têm vindo a exigir leis sobre a dor fetal durante a gravidez como forma de controlar o aborto no país.
A medida afectaria cerca de 18.000 abortos que se realizam anualmente nos Estados Unidos no quinto mês da gravidez ou depois.
Lusa
publicado por armando ésse às 08:10

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