A FÁBRICA

Setembro 03 2005
O Greenpeace criticou duramente ontem o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, por supostamente subordinar o seu Governo às empresas petrolíferas e ignorar os alertas sobre os efeitos da mudança climática no planeta. Linkgreenpeace.org/mexico.
“A Administração Bush, subordinada à indústria petrolífera, ao negar reconhecer a mudança climática e seus possíveis impactos, fez com que não fossem tomadas medidas preventivas em áreas altamente vulneráveis, como New Orleans”, disse o director do Greenpeace México, Alejandro Calvillo.
Bush negou-se a assinar o Protocolo de Quioto e a reconhecer os impactos da mudança climática. Isto levou-o a recusar-se a tomar medidas para diminuir os impactos provocados por este tipo de evento climático. Hoje as consequências desta política estão aqui”, acrescentou o activista em comunicado.
Paradoxalmente, a indústria petrolífera também é vítima dessa política, pois 95% do petróleo e 98% do gás produzidos na plataforma continental são obtidos na região do Golfo do México, onde além disso há um grande número de refinarias”.
“Hoje tudo isto também está paralisado devido aos impactos do furacão Katrina”, acrescentou Calvillo na nota.
O comunicado citou ainda o relatório de 2001 “Confrontando a Mudança Climática na Região do Golfo”, em que duas organizações alertaram para a vulnerabilidade do litoral sul dos EUA diante desses fenómenos meteorológicos.
Os autores daquele estudo foram a Ecological Society of America (ESA) e a Union of Concerned Scientists (UCS).
Essas organizações advertiram então que o litoral sul dos EUA era vulnerável a um eventual aumento na potência dos furacões devido ao “aquecimento da superfície do mar tropical e extra - tropical”.
O Greenpeace disse que “o Governo de Bush tomou a decisão de reduzir o orçamento destinado à infra-estrutura de protecção de New Orleans, como diques e outro tipo de barreiras”, acrescentou Calvillo.



A organização ambientalista disse que os estados americanos da Louisiana, Mississippi, Texas e Florida são os mais vulneráveis aos furacões.
Trata-se de uma região com população maioritariamente democrata, pobre e negra”, afirmou o comunicado.O Greenpeace lembrou que até o momento o furacão mais devastador na região sul dos EUA foi o Andrew, em 1992, que deixou um prejuízo calculado em US$ 27 mil milhões, mas antecipou que os do Katrina podem chegar a US$ 50 mil milhões.


COMENTÁRIO DE C. INDICO.
Segundo soubemos pelos orgãos de informação comuns, dias antes já se sabia que o furacão ia lá bater.
1-Atrasadamente foi dada a ordem de Evacuação;
2-Uma parte substancial da população, os que tinham viaturas e dinheiro para pagar hotelaria, fujiu;
3-E os outros, a maioria?Parece-me, que seguindo certa corrente de pensamento,não são dignos de qualquer atenção. Não houve qualquer actividade prévia - isto é que assusta!
4-Os lugares de refugio, os hospitiais, os transportes, a segurança publica, nada, nada,nada foi preparado.Ou pior, foi calmamente ignorado. Sómente um ditado luso: tudo ao molhe e fé em Deus.
5-Já vêmos Economistas conceituados a dizerem que o Estado não deve gastar um centimo, porque estes desgraçados não pagam impostos, porque deverão os outros pagar por eles?.Têm razão.já vemos os Cristãos Renascidos -além dos Arrependidos- a dizerem que "a cidade está a pagar os seus pecados, tudo normal",etc.Têm razão.A 1ª medidad práctica foi pedir soldados com treino de Guerra!Têm razão.
6-Nas redondezas as pessoas estão-se a armar, "porque eles vêem sem nada e é normal que nos ataquem!".Têm razão.
7-A censura mediática em força,quando teremos reportagens como do Tsumani????,onde estão as outras zonas desvastadas?
8- Diz a nossa direita blogueira que num país como os EUA os responsáveis de CERTEZA serão responsabilizados!
9-Que indigência intelectual.Pelos menos "ter pena" dos que tudo perderam, pelo menos tão pouco.
10-Bush não vai ser afectado em nada.Se me perguntarem porque digo isto, respondo: Não sei.É uma resposta demasiado longa para caber aqui.Brevemente ninguém falará deste horror.Os amigos do Presidente vão receber muito dinheiro do Estado,dos contribuintes, para a reconstrução.É uma boa oportunidade que não deve escapar.Têm razão.Eles e ele.Tento não ser perverso em pensamento.
C. INDICO
publicado por armando ésse às 09:24

Setembro 03 2005
O Greenpeace criticou duramente ontem o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, por supostamente subordinar o seu Governo às empresas petrolíferas e ignorar os alertas sobre os efeitos da mudança climática no planeta. Linkgreenpeace.org/mexico.
“A Administração Bush, subordinada à indústria petrolífera, ao negar reconhecer a mudança climática e seus possíveis impactos, fez com que não fossem tomadas medidas preventivas em áreas altamente vulneráveis, como New Orleans”, disse o director do Greenpeace México, Alejandro Calvillo.
Bush negou-se a assinar o Protocolo de Quioto e a reconhecer os impactos da mudança climática. Isto levou-o a recusar-se a tomar medidas para diminuir os impactos provocados por este tipo de evento climático. Hoje as consequências desta política estão aqui”, acrescentou o activista em comunicado.
Paradoxalmente, a indústria petrolífera também é vítima dessa política, pois 95% do petróleo e 98% do gás produzidos na plataforma continental são obtidos na região do Golfo do México, onde além disso há um grande número de refinarias”.
“Hoje tudo isto também está paralisado devido aos impactos do furacão Katrina”, acrescentou Calvillo na nota.
O comunicado citou ainda o relatório de 2001 “Confrontando a Mudança Climática na Região do Golfo”, em que duas organizações alertaram para a vulnerabilidade do litoral sul dos EUA diante desses fenómenos meteorológicos.
Os autores daquele estudo foram a Ecological Society of America (ESA) e a Union of Concerned Scientists (UCS).
Essas organizações advertiram então que o litoral sul dos EUA era vulnerável a um eventual aumento na potência dos furacões devido ao “aquecimento da superfície do mar tropical e extra - tropical”.
O Greenpeace disse que “o Governo de Bush tomou a decisão de reduzir o orçamento destinado à infra-estrutura de protecção de New Orleans, como diques e outro tipo de barreiras”, acrescentou Calvillo.



A organização ambientalista disse que os estados americanos da Louisiana, Mississippi, Texas e Florida são os mais vulneráveis aos furacões.
Trata-se de uma região com população maioritariamente democrata, pobre e negra”, afirmou o comunicado.O Greenpeace lembrou que até o momento o furacão mais devastador na região sul dos EUA foi o Andrew, em 1992, que deixou um prejuízo calculado em US$ 27 mil milhões, mas antecipou que os do Katrina podem chegar a US$ 50 mil milhões.


COMENTÁRIO DE C. INDICO.
Segundo soubemos pelos orgãos de informação comuns, dias antes já se sabia que o furacão ia lá bater.
1-Atrasadamente foi dada a ordem de Evacuação;
2-Uma parte substancial da população, os que tinham viaturas e dinheiro para pagar hotelaria, fujiu;
3-E os outros, a maioria?Parece-me, que seguindo certa corrente de pensamento,não são dignos de qualquer atenção. Não houve qualquer actividade prévia - isto é que assusta!
4-Os lugares de refugio, os hospitiais, os transportes, a segurança publica, nada, nada,nada foi preparado.Ou pior, foi calmamente ignorado. Sómente um ditado luso: tudo ao molhe e fé em Deus.
5-Já vêmos Economistas conceituados a dizerem que o Estado não deve gastar um centimo, porque estes desgraçados não pagam impostos, porque deverão os outros pagar por eles?.Têm razão.já vemos os Cristãos Renascidos -além dos Arrependidos- a dizerem que "a cidade está a pagar os seus pecados, tudo normal",etc.Têm razão.A 1ª medidad práctica foi pedir soldados com treino de Guerra!Têm razão.
6-Nas redondezas as pessoas estão-se a armar, "porque eles vêem sem nada e é normal que nos ataquem!".Têm razão.
7-A censura mediática em força,quando teremos reportagens como do Tsumani????,onde estão as outras zonas desvastadas?
8- Diz a nossa direita blogueira que num país como os EUA os responsáveis de CERTEZA serão responsabilizados!
9-Que indigência intelectual.Pelos menos "ter pena" dos que tudo perderam, pelo menos tão pouco.
10-Bush não vai ser afectado em nada.Se me perguntarem porque digo isto, respondo: Não sei.É uma resposta demasiado longa para caber aqui.Brevemente ninguém falará deste horror.Os amigos do Presidente vão receber muito dinheiro do Estado,dos contribuintes, para a reconstrução.É uma boa oportunidade que não deve escapar.Têm razão.Eles e ele.Tento não ser perverso em pensamento.
C. INDICO
publicado por armando ésse às 09:24

mais sobre mim
Setembro 2005
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

13
17

18
19
24

25
28
29
30


pesquisar
 
subscrever feeds
blogs SAPO