A FÁBRICA

Setembro 06 2005

A União Europeia e a China, alcançaram ontem em Pequim, um acordo que poderá desbloquear os 80 milhões de artigos têxteis chineses retidos nas fronteiras comunitárias.
O acordo, obtido a escassas horas do início de uma cimeira UE-China, prevê a partilha entre as duas partes dos custos da comercialização, no mercado europeu, de cerca de 80 milhões de peças de vestuário e tecidos importados da China, a que havia sido negada a entrada na UE devido ao esgotamento das quotas relativas a sete de dez categorias de têxteis “made in China”, negociadas, em Junho, pelo Acordo de Xangai, em vigor até 2007.
O documento ontem assinado determina que a China transferirá cerca de metade dos produtos (40 milhões) para as quotas do próximo ano, o que implica a redução das taxas de crescimento das suas exportações de “soutiens”, calças e camisolas para a Europa, em 2005 e 2006, de 10 para 7,5%.
Em contrapartida, a UE aceita que as quotas recentemente restabelecidas pelo Acordo de Xangai, sejam excedidas em 40 milhões de artigos, sendo que uma parte dos produtos pertencentes a categorias cuja quota já foi ultrapassada será transferida para outras, cujo limite ainda não foi atingido.
As duas partes vão, assim, partilhar a responsabilidade pelas consequências económicas e comerciais do desalfandegamento, a partir da próxima semana, dos artigos bloqueados às portas da União.
Por outro lado, a empresa aérea chinesa China Southern Airlines encomendou nesta terça-feira dez aviões Airbus A330 no total de 1,2 mil milhões de Euros. Os aviões, com capacidade para mais de 300 passageiros cada, devem ser entregues até 2008. A assinatura do contrato foi testemunhada pelo primeiro-ministro britânico, Tony Blair, que foi à China numa missão de negócios da União Europeia (UE).
Parece que a União Europeia, liderada por José Manuel Barroso, está mais interessada em vender tecnologia de ponta e aviões do que defender os produtores de têxteis e calçado europeus. O grave problema é que o sector têxtil e calçado emprega duzentos mil portugueses. Sou contra políticas proteccionistas, no entanto, o Governo português terá que salvaguardar os interesses dos produtores portugueses de têxteis e calçado, e não se deixar levar pelos interesses expansionistas de alguns exportadores europeus, de tecnologia de ponta e outros produtos, na sua ânsia de conquistar o mercado chinês, à custa dos produtores de têxteis e calçado.
publicado por armando ésse às 12:27

Setembro 06 2005

A União Europeia e a China, alcançaram ontem em Pequim, um acordo que poderá desbloquear os 80 milhões de artigos têxteis chineses retidos nas fronteiras comunitárias.
O acordo, obtido a escassas horas do início de uma cimeira UE-China, prevê a partilha entre as duas partes dos custos da comercialização, no mercado europeu, de cerca de 80 milhões de peças de vestuário e tecidos importados da China, a que havia sido negada a entrada na UE devido ao esgotamento das quotas relativas a sete de dez categorias de têxteis “made in China”, negociadas, em Junho, pelo Acordo de Xangai, em vigor até 2007.
O documento ontem assinado determina que a China transferirá cerca de metade dos produtos (40 milhões) para as quotas do próximo ano, o que implica a redução das taxas de crescimento das suas exportações de “soutiens”, calças e camisolas para a Europa, em 2005 e 2006, de 10 para 7,5%.
Em contrapartida, a UE aceita que as quotas recentemente restabelecidas pelo Acordo de Xangai, sejam excedidas em 40 milhões de artigos, sendo que uma parte dos produtos pertencentes a categorias cuja quota já foi ultrapassada será transferida para outras, cujo limite ainda não foi atingido.
As duas partes vão, assim, partilhar a responsabilidade pelas consequências económicas e comerciais do desalfandegamento, a partir da próxima semana, dos artigos bloqueados às portas da União.
Por outro lado, a empresa aérea chinesa China Southern Airlines encomendou nesta terça-feira dez aviões Airbus A330 no total de 1,2 mil milhões de Euros. Os aviões, com capacidade para mais de 300 passageiros cada, devem ser entregues até 2008. A assinatura do contrato foi testemunhada pelo primeiro-ministro britânico, Tony Blair, que foi à China numa missão de negócios da União Europeia (UE).
Parece que a União Europeia, liderada por José Manuel Barroso, está mais interessada em vender tecnologia de ponta e aviões do que defender os produtores de têxteis e calçado europeus. O grave problema é que o sector têxtil e calçado emprega duzentos mil portugueses. Sou contra políticas proteccionistas, no entanto, o Governo português terá que salvaguardar os interesses dos produtores portugueses de têxteis e calçado, e não se deixar levar pelos interesses expansionistas de alguns exportadores europeus, de tecnologia de ponta e outros produtos, na sua ânsia de conquistar o mercado chinês, à custa dos produtores de têxteis e calçado.
publicado por armando ésse às 12:27

Setembro 06 2005

O filme E Tudo o Vento Levou, de 1939, lidera a lista dos filmes de maior sucesso nas bilheteiras americanas de todos os tempos. O segundo lugar na lista, publicada pela revista especializada em cinema Screen Digest, ficou a Guerra nas Estrelas, de 1977. O valor arrecadado com os filmes foi ajustado para valores actuais, levando em conta a inflação.
Além de E tudo o Vento Levou, outra produção da década de 30 também aparece no topo da lista: Branca de Neve e os Sete Anões, de 1937, que ficou no 10º lugar.
O filme mais recente a aparecer na lista é Titanic, de 1997, em sexto lugar.

Os dez mais

1. E Tudo o Vento Levou (1939)
2. Guerra nas Estrelas (1977)
3. Música no Coração (1965)
4. ET - O Extraterrestre (1982)
5. Os Dez Mandamentos (1956)
6. Titanic (1997)
7. Tubarão (1975)
8. Doutor Jivago (1965)
9. O Exorcista (1973)
10. Branca de Neve e os Sete Anões (1937)


A década de 70 é a mais representada entre os dez primeiros, com Tubarão (1975) e O Exorcista fazendo companhia ao clássico dirigido por George Lucas.
Na lista dos cem filmes mais rentáveis em bilheterias americanas, a Fox é quem aparece com o maior número de títulos, 17 no total. Disney e Paramount vêm em seguida, com 15 cada.
Fonte: Screen Digest

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publicado por armando ésse às 08:42
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Setembro 06 2005

O filme E Tudo o Vento Levou, de 1939, lidera a lista dos filmes de maior sucesso nas bilheteiras americanas de todos os tempos. O segundo lugar na lista, publicada pela revista especializada em cinema Screen Digest, ficou a Guerra nas Estrelas, de 1977. O valor arrecadado com os filmes foi ajustado para valores actuais, levando em conta a inflação.
Além de E tudo o Vento Levou, outra produção da década de 30 também aparece no topo da lista: Branca de Neve e os Sete Anões, de 1937, que ficou no 10º lugar.
O filme mais recente a aparecer na lista é Titanic, de 1997, em sexto lugar.

Os dez mais

1. E Tudo o Vento Levou (1939)
2. Guerra nas Estrelas (1977)
3. Música no Coração (1965)
4. ET - O Extraterrestre (1982)
5. Os Dez Mandamentos (1956)
6. Titanic (1997)
7. Tubarão (1975)
8. Doutor Jivago (1965)
9. O Exorcista (1973)
10. Branca de Neve e os Sete Anões (1937)


A década de 70 é a mais representada entre os dez primeiros, com Tubarão (1975) e O Exorcista fazendo companhia ao clássico dirigido por George Lucas.
Na lista dos cem filmes mais rentáveis em bilheterias americanas, a Fox é quem aparece com o maior número de títulos, 17 no total. Disney e Paramount vêm em seguida, com 15 cada.
Fonte: Screen Digest

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Setembro 06 2005

A invasão do Iraque, liderada pelos Estados Unidos, transformou este país num novo centro de terrorismo, pior do que o Afeganistão sob o regime Taliban, disse o secretário-geral da ONU, Kofi Annan,, ontem.
Kofi Annan—que descreveu como ilegal a invasão dos EUA e da Grã-Bretanha para derrubar o ex-presidente Saddam Hussein—disse à emissora de rádio BBC que a guerra no Iraque está a alimentar o ódio dos muçulmanos em todo o mundo.
“Acho que numerosos muçulmanos profundamente descontentes hoje. Descontentes porque se sentem vitimas, se sentirem isolados, sentem-se vitimas na sua própria sociedade e sentem-se vitimas no Ocidente... E a situação no Iraque não ajuda a resolver as questões”, disse.
“As pessoas costumavam-se preocupar com o Afeganistão como o centro das actividades terroristas, a minha percepção é a de que o Iraque tornou-se um problema maior e, na verdade, pior do que o Afeganistão”.
Reuters
publicado por armando ésse às 08:03

Setembro 06 2005

A invasão do Iraque, liderada pelos Estados Unidos, transformou este país num novo centro de terrorismo, pior do que o Afeganistão sob o regime Taliban, disse o secretário-geral da ONU, Kofi Annan,, ontem.
Kofi Annan—que descreveu como ilegal a invasão dos EUA e da Grã-Bretanha para derrubar o ex-presidente Saddam Hussein—disse à emissora de rádio BBC que a guerra no Iraque está a alimentar o ódio dos muçulmanos em todo o mundo.
“Acho que numerosos muçulmanos profundamente descontentes hoje. Descontentes porque se sentem vitimas, se sentirem isolados, sentem-se vitimas na sua própria sociedade e sentem-se vitimas no Ocidente... E a situação no Iraque não ajuda a resolver as questões”, disse.
“As pessoas costumavam-se preocupar com o Afeganistão como o centro das actividades terroristas, a minha percepção é a de que o Iraque tornou-se um problema maior e, na verdade, pior do que o Afeganistão”.
Reuters
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