A FÁBRICA

Setembro 07 2005

O índice de desenvolvimento humano, que mede as realizações de um país em termos de esperança de vida, nível educacional e rendimento real, coloca em primeiro lugar a Noruega, como no ano passado, e em último (177º lugar) o Níger (que trocou de lugar com a Serra Leoa). Portugal desceu um lugar na lista de países mais desenvolvidos do mundo e está agora em 27º, atrás da Eslovénia, segundo o relatório deste ano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
No relatório do ano passado Portugal estava em 26º lugar, à frente da Eslovénia. Em relação aos 25 países da União Europeia (UE), 15 estão à frente de Portugal, com os nove em pior situação a fazerem todos parte do grupo que entrou no ano passado.Da EU, o melhor posicionado, em quarto lugar, é o Luxemburgo, seguindo-se a Suécia, em sexto. A Grécia está em 24º e a Espanha em 21º. Abaixo de Portugal mas perto, em 29º lugar, está o Chipre, seguindo-se em 31º a República Checa e logo depois Malta. A Letónia é o país da UE em pior posição, em 48ª, ainda assim dentro dos 57 com desenvolvimento elevado.
No “mapa” do mundo em termos de desenvolvimento os primeiros 57 países são considerados como tendo um desenvolvimento humano elevado, seguindo-se como tendo desenvolvimento humano médio os numerados entre 58 e 145. De 146 a 177 estão os com desenvolvimento baixo. Dos países de língua oficial portuguesa destaca-se Timor-Leste, que está este ano em 140º lugar, no grupo dos países com desenvolvimento humano médio. No ano passado estava junto dos mais pobres, em 158º lugar.
O Brasil subiu também este ano, de 72º para 63º lugar, enquanto Cabo Verde se manteve no 105º lugar. S. Tomé e Príncipe desceu este ano, passando de 123º para 126º lugar, ainda assim dentro dos países de desenvolvimento médio. No grupo dos 32 países com desenvolvimento humano baixo estão este ano, como no ano passado, os outros três países de língua oficial portuguesa: Angola, Moçambique e Guiné-Bissau.

A Guiné-Bissau ocupa este ano a mesma posição, a 172ª, a cinco lugares do fim da lista. Moçambique registou uma subida, passando do 171º lugar para 168º, e Angola subiu também seis posições, estando este ano em 160º lugar. Do outro lado da lista, nos 10 primeiros lugares, destaca-se a subida de cinco lugares da Islândia, este ano em segundo lugar, e do Luxemburgo, que em 2004 ocupava a 15ª posição e está agora em quarto lugar.A Holanda, pelo contrário, caiu do quinto lugar para o 12º.
Lusa
Link:hdr.undp.org. (O ranking está na página 219 e seguintes)

O ilustre inventor Fernando Nogueira Gonçalves, fez este excepcional comentário, que não resisto a colocar no post.

Portugal cinzento e enjoado
Neste país de feição triste
Em que o político insiste
Pensando que o povo é parvo
Portugueses e Portugal mirrado
Por oportunistas enganado.

Sugaram-te o corpo e a mente
A terra queimada, vazia e pobre
As gentes buscando melhor sorte
Que aqui é tristeza e miséria
Com futuro adivinhando a Sibéria
Num Portugal pobre e doente.

Quando é que vais acordar
Apear os que te consomem
Portugueses que ainda dormem
Neste sono longo e profundo
Que te vai levar ao fundo
Se continuares a acreditar.

Já não poderás remediar
Os erros que deixaste fazer
Porque te deixaste adoecer
Nessa doença contagiante
Maleita que te pôs delirante
Pelos idiotas que estás a aguentar.

fernando nogueira gonçalves(inventor de rua) Fundão 2005
Homepage

publicado por armando ésse às 09:21

Setembro 07 2005

O índice de desenvolvimento humano, que mede as realizações de um país em termos de esperança de vida, nível educacional e rendimento real, coloca em primeiro lugar a Noruega, como no ano passado, e em último (177º lugar) o Níger (que trocou de lugar com a Serra Leoa). Portugal desceu um lugar na lista de países mais desenvolvidos do mundo e está agora em 27º, atrás da Eslovénia, segundo o relatório deste ano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
No relatório do ano passado Portugal estava em 26º lugar, à frente da Eslovénia. Em relação aos 25 países da União Europeia (UE), 15 estão à frente de Portugal, com os nove em pior situação a fazerem todos parte do grupo que entrou no ano passado.Da EU, o melhor posicionado, em quarto lugar, é o Luxemburgo, seguindo-se a Suécia, em sexto. A Grécia está em 24º e a Espanha em 21º. Abaixo de Portugal mas perto, em 29º lugar, está o Chipre, seguindo-se em 31º a República Checa e logo depois Malta. A Letónia é o país da UE em pior posição, em 48ª, ainda assim dentro dos 57 com desenvolvimento elevado.
No “mapa” do mundo em termos de desenvolvimento os primeiros 57 países são considerados como tendo um desenvolvimento humano elevado, seguindo-se como tendo desenvolvimento humano médio os numerados entre 58 e 145. De 146 a 177 estão os com desenvolvimento baixo. Dos países de língua oficial portuguesa destaca-se Timor-Leste, que está este ano em 140º lugar, no grupo dos países com desenvolvimento humano médio. No ano passado estava junto dos mais pobres, em 158º lugar.
O Brasil subiu também este ano, de 72º para 63º lugar, enquanto Cabo Verde se manteve no 105º lugar. S. Tomé e Príncipe desceu este ano, passando de 123º para 126º lugar, ainda assim dentro dos países de desenvolvimento médio. No grupo dos 32 países com desenvolvimento humano baixo estão este ano, como no ano passado, os outros três países de língua oficial portuguesa: Angola, Moçambique e Guiné-Bissau.

A Guiné-Bissau ocupa este ano a mesma posição, a 172ª, a cinco lugares do fim da lista. Moçambique registou uma subida, passando do 171º lugar para 168º, e Angola subiu também seis posições, estando este ano em 160º lugar. Do outro lado da lista, nos 10 primeiros lugares, destaca-se a subida de cinco lugares da Islândia, este ano em segundo lugar, e do Luxemburgo, que em 2004 ocupava a 15ª posição e está agora em quarto lugar.A Holanda, pelo contrário, caiu do quinto lugar para o 12º.
Lusa
Link:hdr.undp.org. (O ranking está na página 219 e seguintes)

O ilustre inventor Fernando Nogueira Gonçalves, fez este excepcional comentário, que não resisto a colocar no post.

Portugal cinzento e enjoado
Neste país de feição triste
Em que o político insiste
Pensando que o povo é parvo
Portugueses e Portugal mirrado
Por oportunistas enganado.

Sugaram-te o corpo e a mente
A terra queimada, vazia e pobre
As gentes buscando melhor sorte
Que aqui é tristeza e miséria
Com futuro adivinhando a Sibéria
Num Portugal pobre e doente.

Quando é que vais acordar
Apear os que te consomem
Portugueses que ainda dormem
Neste sono longo e profundo
Que te vai levar ao fundo
Se continuares a acreditar.

Já não poderás remediar
Os erros que deixaste fazer
Porque te deixaste adoecer
Nessa doença contagiante
Maleita que te pôs delirante
Pelos idiotas que estás a aguentar.

fernando nogueira gonçalves(inventor de rua) Fundão 2005
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publicado por armando ésse às 09:21

Setembro 07 2005

Ainda não se sabe o que levou a Igreja Católica Romana a demitir uma professora de religião, se foi a aparência ou o estilo de vida, provocando um frenesim nos jornais italianos.
Caterina Bonci disse que autoridades eclesiásticas decidiram que ela era simplesmente atraente demais e se vestia de forma muito sexy para ensinar religião, após 14 anos no ensino. A Igreja disse ter demitido a loira de 38 anos, da cidade de Fano, porque ela é divorciada.
Caterina Bonci exige que a deixem voltar a ensinar religião às crianças em escolas estaduais em nome da diocese local. Disse que, nunca escondeu o seu estado de divorciada das autoridades eclesiásticas, que se vestia com roupas discretas quando estava no trabalho e defendeu seu direito de se vestir como quiser em sua vida privada.
“Não vejo o que importa se uma professora é atraente ou não, contanto que ela seja qualificada”, disse .
“Na escola, visto-me normalmente. Na minha vida privada, tenho todo o direito de me vestir da maneira que quero.”
Os advogados da diocese dizem que ela foi demitida porque era divorciada e, portanto, não poderia ensinar religião para uma Igreja que não reconhece o divórcio.
Bonci disse que se separou do seu marido em 1995 e que se divorciou em 2000, e que ambos os eventos não afectaram o seu trabalho e não levantaram questões à Igreja Católica na época.
Os relatos de que os pais acompanhavam os filhos para as aulas de religião a fim de vê-la significavam pouco para ela, contanto que as crianças continuassem indo às aulas. Apesar de o seu caso a ter tornado conhecida em toda a Itália, Caterina Bonci diz que apenas “gostaria de ter meu emprego de volta. É um direito”.

Reuters
publicado por armando ésse às 08:27

Setembro 07 2005

Ainda não se sabe o que levou a Igreja Católica Romana a demitir uma professora de religião, se foi a aparência ou o estilo de vida, provocando um frenesim nos jornais italianos.
Caterina Bonci disse que autoridades eclesiásticas decidiram que ela era simplesmente atraente demais e se vestia de forma muito sexy para ensinar religião, após 14 anos no ensino. A Igreja disse ter demitido a loira de 38 anos, da cidade de Fano, porque ela é divorciada.
Caterina Bonci exige que a deixem voltar a ensinar religião às crianças em escolas estaduais em nome da diocese local. Disse que, nunca escondeu o seu estado de divorciada das autoridades eclesiásticas, que se vestia com roupas discretas quando estava no trabalho e defendeu seu direito de se vestir como quiser em sua vida privada.
“Não vejo o que importa se uma professora é atraente ou não, contanto que ela seja qualificada”, disse .
“Na escola, visto-me normalmente. Na minha vida privada, tenho todo o direito de me vestir da maneira que quero.”
Os advogados da diocese dizem que ela foi demitida porque era divorciada e, portanto, não poderia ensinar religião para uma Igreja que não reconhece o divórcio.
Bonci disse que se separou do seu marido em 1995 e que se divorciou em 2000, e que ambos os eventos não afectaram o seu trabalho e não levantaram questões à Igreja Católica na época.
Os relatos de que os pais acompanhavam os filhos para as aulas de religião a fim de vê-la significavam pouco para ela, contanto que as crianças continuassem indo às aulas. Apesar de o seu caso a ter tornado conhecida em toda a Itália, Caterina Bonci diz que apenas “gostaria de ter meu emprego de volta. É um direito”.

Reuters
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