A FÁBRICA

Setembro 08 2005

Guerra, Paula Rego.
Mais de 109, 5 milhões de pessoas morreram devido a conflitos violentos no século XX, número três vezes superior a “ todos os séculos precedentes juntos”, segundo cálculos do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
Percentualmente, no século XVI morreu 0,32% da população mundial, de 493,3 milhões de pessoas, e no XVII, 1,05% dos cerca de 579 milhões de habitantes que havia no planeta.
No século XVIII a percentagem caiu para 0,92% das 757,4 milhões de pessoas que habitavam a Terra então, e no XIX voltou a subir para 1,65% do cerca de 1,1729 mil milhões de pessoas.
No entanto, no século XX a percentagem de mortos em conflitos bélicos disparou para 4,35% da população mundial, de aproximadamente 2,519 mil milhões.
Um aspecto positivo assinalado pelo relatório é que, enquanto em 1991 houve 51 conflitos violentos no mundo, em 2003 esse número foi de 29, embora as guerras sejam cada vez mais longas e sangrentas.
Por exemplo, o genocídio de Ruanda de 1994 matou cerca de um milhão de pessoas; a guerra civil da República Democrática do Congo dizimou 7% da população, e o conflito entre o Norte e o Sul do Sudão deixou sem vida aproximadamente dois milhões de habitantes e deslocou quase seis milhões.
Outra característica da evolução das guerras ao longo do tempo é que os conflitos ocorrem actualmente nos países mais pobres. Assim, uma nação com um rendimento per capita médio de 600 dólares tem a metade de risco de atravessar uma guerra civil que outra com uma média de 250 dólares.
Assim, nove dos dez países com menor Índice de Desenvolvimento Humano viveram algum conflito bélico desde 1990, e só dois deles eram democracias.
No mesmo período, tiveram conflitos violentos cinco dos dez países com a esperança de vida mais baixa, nove dos dez com maior mortalidade infantil e oito dos dez com taxa de escolaridade mais baixa.
Entre 1946 e 1989, os países em desenvolvimento com baixo rendimento per capita respondiam por cerca de um terço dos conflitos violentos. Mas entre 1990 e 2003 esse nível subiu para mais de metade.
Vivemos num mundo cada vez mais violento, não só do ponto de vista histórico. A guerra é a eliminação mais brutal do desenvolvimento humano.
publicado por armando ésse às 08:57

Setembro 08 2005

Guerra, Paula Rego.
Mais de 109, 5 milhões de pessoas morreram devido a conflitos violentos no século XX, número três vezes superior a “ todos os séculos precedentes juntos”, segundo cálculos do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
Percentualmente, no século XVI morreu 0,32% da população mundial, de 493,3 milhões de pessoas, e no XVII, 1,05% dos cerca de 579 milhões de habitantes que havia no planeta.
No século XVIII a percentagem caiu para 0,92% das 757,4 milhões de pessoas que habitavam a Terra então, e no XIX voltou a subir para 1,65% do cerca de 1,1729 mil milhões de pessoas.
No entanto, no século XX a percentagem de mortos em conflitos bélicos disparou para 4,35% da população mundial, de aproximadamente 2,519 mil milhões.
Um aspecto positivo assinalado pelo relatório é que, enquanto em 1991 houve 51 conflitos violentos no mundo, em 2003 esse número foi de 29, embora as guerras sejam cada vez mais longas e sangrentas.
Por exemplo, o genocídio de Ruanda de 1994 matou cerca de um milhão de pessoas; a guerra civil da República Democrática do Congo dizimou 7% da população, e o conflito entre o Norte e o Sul do Sudão deixou sem vida aproximadamente dois milhões de habitantes e deslocou quase seis milhões.
Outra característica da evolução das guerras ao longo do tempo é que os conflitos ocorrem actualmente nos países mais pobres. Assim, uma nação com um rendimento per capita médio de 600 dólares tem a metade de risco de atravessar uma guerra civil que outra com uma média de 250 dólares.
Assim, nove dos dez países com menor Índice de Desenvolvimento Humano viveram algum conflito bélico desde 1990, e só dois deles eram democracias.
No mesmo período, tiveram conflitos violentos cinco dos dez países com a esperança de vida mais baixa, nove dos dez com maior mortalidade infantil e oito dos dez com taxa de escolaridade mais baixa.
Entre 1946 e 1989, os países em desenvolvimento com baixo rendimento per capita respondiam por cerca de um terço dos conflitos violentos. Mas entre 1990 e 2003 esse nível subiu para mais de metade.
Vivemos num mundo cada vez mais violento, não só do ponto de vista histórico. A guerra é a eliminação mais brutal do desenvolvimento humano.
publicado por armando ésse às 08:57

Setembro 08 2005
As doenças cardíacas são a principal causa de morte entre as mulheres europeias, segundo um estudo apresentado numa conferência na Irlanda.
As doenças cardíacas são dez vezes mais frequentes que o cancro da mama, disse o professor Ian Graham, do hospital Adelaide and Meath, de Dublin, na conferência anual da Sociedade Europeia de Cardiologia.
Segundo a professora Caroline Daley, do Royal Brompton Hospital, de Londres, o estudo realizado em 32 países europeus indica que as doenças cardiovasculares contribuem para 55% da mortalidade feminina e para 43% da masculina.
O problema, afirmam especialistas, é que as mulheres têm menos probabilidades de receber um diagnóstico correcto e uma medicação adequada quando sofrem com esse tipo de doença.
Segundo Graham, as mulheres estão, além disso, muito pouco representadas nos testes de novos tratamentos contra essas doenças.
“O risco de uma mulher morrer no prazo de um ano após sofrer um primeiro ataque cardíaco é duas vezes maior do que o do homem”, explicou o professor Graham. Segundo o médico, as doenças cardíacas desenvolvem - se nas mulheres dez anos depois do que nos homens.
Em ambos os sexos, o tabaco, um alto nível de colesterol e a hipertensão aumentam o risco de sofrer de algum ataque cardiovascular.
Depois da menopausa, as mulheres que apresentam esses factores de risco têm mais riscos de desenvolver uma doença cardiovascular que os homens de mesma idade. Os riscos de morrerem também são maiores.
As probabilidades de uma mulher ser submetida a uma cirurgia cardiovascular, por outro lado, são menores. Além disso, o sexo feminino responde pior ao tratamento para desbloquear as artérias, porque geralmente a doença entre as mulheres é detectada numa idade mais avançada.
publicado por armando ésse às 06:49

Setembro 08 2005
As doenças cardíacas são a principal causa de morte entre as mulheres europeias, segundo um estudo apresentado numa conferência na Irlanda.
As doenças cardíacas são dez vezes mais frequentes que o cancro da mama, disse o professor Ian Graham, do hospital Adelaide and Meath, de Dublin, na conferência anual da Sociedade Europeia de Cardiologia.
Segundo a professora Caroline Daley, do Royal Brompton Hospital, de Londres, o estudo realizado em 32 países europeus indica que as doenças cardiovasculares contribuem para 55% da mortalidade feminina e para 43% da masculina.
O problema, afirmam especialistas, é que as mulheres têm menos probabilidades de receber um diagnóstico correcto e uma medicação adequada quando sofrem com esse tipo de doença.
Segundo Graham, as mulheres estão, além disso, muito pouco representadas nos testes de novos tratamentos contra essas doenças.
“O risco de uma mulher morrer no prazo de um ano após sofrer um primeiro ataque cardíaco é duas vezes maior do que o do homem”, explicou o professor Graham. Segundo o médico, as doenças cardíacas desenvolvem - se nas mulheres dez anos depois do que nos homens.
Em ambos os sexos, o tabaco, um alto nível de colesterol e a hipertensão aumentam o risco de sofrer de algum ataque cardiovascular.
Depois da menopausa, as mulheres que apresentam esses factores de risco têm mais riscos de desenvolver uma doença cardiovascular que os homens de mesma idade. Os riscos de morrerem também são maiores.
As probabilidades de uma mulher ser submetida a uma cirurgia cardiovascular, por outro lado, são menores. Além disso, o sexo feminino responde pior ao tratamento para desbloquear as artérias, porque geralmente a doença entre as mulheres é detectada numa idade mais avançada.
publicado por armando ésse às 06:49

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