A FÁBRICA

Outubro 31 2005

Em finais de 1984, vários activistas provenientes de diversas associações ambientalistas, decidiram criar uma nova organização que desse corpo à necessidade que se fazia sentir da existência de uma associação nacional mais actuante na área da conservação da Natureza.
Esta nova associação, fundada a 31 de Outubro de 1985 e inicialmente com sede em Braga, passava a designar-se por Quercus - Grupo para a Recuperação da Floresta e Fauna Autóctones.
A própria denominação, utilizando o termo Quercus, nome científico do género a que pertencem os carvalhos, sobreiros e azinheiras, as árvores predominantes do coberto vegetal primitivo do nosso País, e o seu símbolo - uma folha e uma bolota de carvalho-negral (Quercus pyrenaica) - eram reveladores das preocupações dos seus fundadores, com a conservação da vida selvagem.
No 3º Encontro Nacional da Associação, que decorreu a 1 de Novembro de 1987 no Porto, o “Grupo Quercus” altera a sua denominação para “Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza”, mais concordante com a maturidade e o estatuto de intervenção que a associação já atingira.
A Associação portuguesa de defesa do ambiente e conservação da natureza, é uma organização não-governamental, apartidária e sem fins lucrativos, conta com cerca de 4000 associados distribuídos por 20 núcleos regionais e delegações de norte a sul de Portugal.
Intervém nas áreas de estudo e protecção dos recursos naturais, de denúncia e intervenção em caso de ameaça ao ambiente, de gestão de espaços naturais e de acções práticas de protecção de recursos naturais, de educação ambiental e de estudos de carácter técnico em áreas como resíduos sólidos urbanos, reciclagem, água de consumo humano e resíduos industriais.
Em 1992, a Associação recebeu o Prémio Global 500 das Nações Unidas e o título de membro honorário da Ordem do Infante D. Henrique, atribuído pelo Presidente da República, Mário Soares.

Link:quercus.
publicado por armando ésse às 08:54

Outubro 31 2005

Em finais de 1984, vários activistas provenientes de diversas associações ambientalistas, decidiram criar uma nova organização que desse corpo à necessidade que se fazia sentir da existência de uma associação nacional mais actuante na área da conservação da Natureza.
Esta nova associação, fundada a 31 de Outubro de 1985 e inicialmente com sede em Braga, passava a designar-se por Quercus - Grupo para a Recuperação da Floresta e Fauna Autóctones.
A própria denominação, utilizando o termo Quercus, nome científico do género a que pertencem os carvalhos, sobreiros e azinheiras, as árvores predominantes do coberto vegetal primitivo do nosso País, e o seu símbolo - uma folha e uma bolota de carvalho-negral (Quercus pyrenaica) - eram reveladores das preocupações dos seus fundadores, com a conservação da vida selvagem.
No 3º Encontro Nacional da Associação, que decorreu a 1 de Novembro de 1987 no Porto, o “Grupo Quercus” altera a sua denominação para “Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza”, mais concordante com a maturidade e o estatuto de intervenção que a associação já atingira.
A Associação portuguesa de defesa do ambiente e conservação da natureza, é uma organização não-governamental, apartidária e sem fins lucrativos, conta com cerca de 4000 associados distribuídos por 20 núcleos regionais e delegações de norte a sul de Portugal.
Intervém nas áreas de estudo e protecção dos recursos naturais, de denúncia e intervenção em caso de ameaça ao ambiente, de gestão de espaços naturais e de acções práticas de protecção de recursos naturais, de educação ambiental e de estudos de carácter técnico em áreas como resíduos sólidos urbanos, reciclagem, água de consumo humano e resíduos industriais.
Em 1992, a Associação recebeu o Prémio Global 500 das Nações Unidas e o título de membro honorário da Ordem do Infante D. Henrique, atribuído pelo Presidente da República, Mário Soares.

Link:quercus.
publicado por armando ésse às 08:54

Outubro 31 2005

Esta notícia difundida pela BBC Brasil, está de todo relacionada com o post anterior.
A Fundação Bill e Melinda Gates está financiando três projectos internacionais por um período de cinco anos. Bill Gates está doando 258,3 milhões de dólares para pesquisas de combate à malária
Bill Gates disse que a malária é uma “epidemia esquecida”. ‘Milhões de crianças já morreram de malária porque não têm a protecção de uma rede ao redor da cama ou porque não receberam o tratamento adequado”, afirmou o empresário.
‘Se nós expandirmos programas de controle da malária e investirmos o que é preciso em pesquisa e desenvolvimento, nós podemos acabar com essa tragédia”, completou.
O projecto da Liverpoll School of Hygiene and Tropical Medicine irá receber quase 50 milhões de dólares para estudar formas de controle do mosquito que espalha a doença.
O Malaria Vaccine Initiative (MVI), que está realizando testes em Moçambique da vacina contra a malária da GlaxoSmithKline, receberá 107,6 milhões de dólares.
Segundo os pesquisadores, aparentemente a vacina oferece protecção parcial para crianças bem jovens, reduzindo os riscos de uma forma mais grave da doença em 58%.
Os novos testes vão envolver dez mil crianças. O objectivo é saber se é seguro administrar a vacina contra a malária juntamente com outras geralmente dadas na infância.
Depois disso, a intenção é que a vacina passe a fazer parte do programa de imunização africano até 2011, segundo a directora da MVI, Melinda Moree.
Já o projecto Medicines for Malaria Venture (MMV) irá receber 100 milhões de dólares para desenvolver novos remédios que serão mais baratos e de uso facilitado para países mais pobres.
publicado por armando ésse às 08:49

Outubro 31 2005

Esta notícia difundida pela BBC Brasil, está de todo relacionada com o post anterior.
A Fundação Bill e Melinda Gates está financiando três projectos internacionais por um período de cinco anos. Bill Gates está doando 258,3 milhões de dólares para pesquisas de combate à malária
Bill Gates disse que a malária é uma “epidemia esquecida”. ‘Milhões de crianças já morreram de malária porque não têm a protecção de uma rede ao redor da cama ou porque não receberam o tratamento adequado”, afirmou o empresário.
‘Se nós expandirmos programas de controle da malária e investirmos o que é preciso em pesquisa e desenvolvimento, nós podemos acabar com essa tragédia”, completou.
O projecto da Liverpoll School of Hygiene and Tropical Medicine irá receber quase 50 milhões de dólares para estudar formas de controle do mosquito que espalha a doença.
O Malaria Vaccine Initiative (MVI), que está realizando testes em Moçambique da vacina contra a malária da GlaxoSmithKline, receberá 107,6 milhões de dólares.
Segundo os pesquisadores, aparentemente a vacina oferece protecção parcial para crianças bem jovens, reduzindo os riscos de uma forma mais grave da doença em 58%.
Os novos testes vão envolver dez mil crianças. O objectivo é saber se é seguro administrar a vacina contra a malária juntamente com outras geralmente dadas na infância.
Depois disso, a intenção é que a vacina passe a fazer parte do programa de imunização africano até 2011, segundo a directora da MVI, Melinda Moree.
Já o projecto Medicines for Malaria Venture (MMV) irá receber 100 milhões de dólares para desenvolver novos remédios que serão mais baratos e de uso facilitado para países mais pobres.
publicado por armando ésse às 08:49

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