A FÁBRICA

Novembro 09 2005

13 de Agosto de 1961


9 de Novembro de 1989

28 Anos de esquizofrenia geopolítica.

publicado por armando ésse às 13:14

Novembro 09 2005

13 de Agosto de 1961


9 de Novembro de 1989

28 Anos de esquizofrenia geopolítica.

publicado por armando ésse às 13:14

Novembro 08 2005
O Exército dos EUA utilizou grandes quantidades de químicos, incluindo uma variante do Napalm, durante a ofensiva levado a cabo em Novembro de 2004 contra a cidade de Fallujah, no centro do Iraque, segundo uma reportagem da televisão italiana RAI.
O uso destas armas químicas já havia sido denunciado por fontes próximas aos insurgentes. Em resposta às acusações, o Exército dos EUA não negou a utilização de uma destas substâncias, o fósforo branco, porém assegurou que não se trata de uma «arma ilegal» alegando que apenas a usou para iluminar posições inimigas.
A reportagem, intitulada «O massacre escondido», que será transmitida na íntegra esta terça-feira mas cujo conteúdo foi antecipado na véspera, inclui, entre outros documentos, uma entrevista a um soldado norte-americano que combateu em Fallujah e que confirmou o uso destes químicos.
«Ouvi a ordem para estarmos atentos porque tinham acabado de usar o fósforo branco sobre Fallujah. Na gíria militar é conhecida como “Willy Pete”».
«O fósforo queima o corpo, derrete a carne até aos ossos», declarou o soldado ao enviado especial da RAI.
«Vi corpos queimados de mulheres e crianças», acrescentou o militar.
«O fósforo estala e forma uma nuvem que se propaga num raio de 150 metros», precisou.
A reportagem mostra também filmagens e fotografias tiradas no Iraque após os bombardeamentos de Novembro de 2004, e torna público um documento que prova que foi usado no Iraque uma versão do Napalm – a substância empregue nas bombas incendiárias na guerra do Vietname – denominada MK77.
O uso destas armas sobre civis está proibido pelas convenções da ONU de 1980, e o de substâncias químicas por um outro acordo internacional assinado pelos EUA em 1997.
Fonte lusa. http://www.rai.it/news/articolornews24/0,9219,4201030,00.html.
publicado por armando ésse às 11:27

Novembro 08 2005
O Exército dos EUA utilizou grandes quantidades de químicos, incluindo uma variante do Napalm, durante a ofensiva levado a cabo em Novembro de 2004 contra a cidade de Fallujah, no centro do Iraque, segundo uma reportagem da televisão italiana RAI.
O uso destas armas químicas já havia sido denunciado por fontes próximas aos insurgentes. Em resposta às acusações, o Exército dos EUA não negou a utilização de uma destas substâncias, o fósforo branco, porém assegurou que não se trata de uma «arma ilegal» alegando que apenas a usou para iluminar posições inimigas.
A reportagem, intitulada «O massacre escondido», que será transmitida na íntegra esta terça-feira mas cujo conteúdo foi antecipado na véspera, inclui, entre outros documentos, uma entrevista a um soldado norte-americano que combateu em Fallujah e que confirmou o uso destes químicos.
«Ouvi a ordem para estarmos atentos porque tinham acabado de usar o fósforo branco sobre Fallujah. Na gíria militar é conhecida como “Willy Pete”».
«O fósforo queima o corpo, derrete a carne até aos ossos», declarou o soldado ao enviado especial da RAI.
«Vi corpos queimados de mulheres e crianças», acrescentou o militar.
«O fósforo estala e forma uma nuvem que se propaga num raio de 150 metros», precisou.
A reportagem mostra também filmagens e fotografias tiradas no Iraque após os bombardeamentos de Novembro de 2004, e torna público um documento que prova que foi usado no Iraque uma versão do Napalm – a substância empregue nas bombas incendiárias na guerra do Vietname – denominada MK77.
O uso destas armas sobre civis está proibido pelas convenções da ONU de 1980, e o de substâncias químicas por um outro acordo internacional assinado pelos EUA em 1997.
Fonte lusa. http://www.rai.it/news/articolornews24/0,9219,4201030,00.html.
publicado por armando ésse às 11:27

Novembro 07 2005
A verdadeira história da ousada viagem de circum-navegação do navegador português Fernão de Magalhães no século XVI.
Em 1519, Fernão de Magalhães zarpou de Sevilha com a sua frota de cinco navios e 260 homens, disposto a descobrir uma rota marítima para as Ilhas das Especiarias, por Ocidente.

Fernando de Magalhães tinha um só objectivo: em vez de contornar o continente africano pelo leste, como tinha feito Vasco da Gama, atravessar o Atlântico e chegar às lendárias ilhas cruzando o continente americano. Três anos depois, 10 de Setembro de 1522, apenas um dos navios retornou a Sevilha, tripulado por dezoito marinheiros esquálidos e sem o seu comandante, que entraram para a história como os primeiros homens a conseguir fazer a viagem de circum-navegação do globo.
Em "Para Além do Fim do Mundo", o jornalista e escritor Laurence Bergreen narra, com riqueza de detalhes e inúmeras revelações, a verdadeira história da incrível viagem circum-navegação de Fernão de Magalhães – uma odisseia pontuada por tormentas, motins, violência e luxúria –, cujas transformações repercutem até aos dias de hoje.
Fruto de extensa pesquisa, o livro oferece uma nova visão sobre uma das maiores aventuras da história. Laurence Bergreen descreve a violência usada por Magalhães para conter os motins dos seus marinheiros, assim como as práticas sexuais experimentadas pela tripulação, das orgias no Brasil aos costumes bizarros do Pacífico Sul. Vemos como os marinheiros suportaram fome, doenças e tortura, e como muitos deles sucumbiram – inclusive Magalhães, morto brutalmente numa sangrenta batalha.
Homem de grande tenacidade, astúcia e coragem, o navegador português foi uma personalidade contraditória. Tanto heróico quanto tolo, ao mesmo tempo perspicaz e obtuso, Fernando de Magalhães foi um visionário cujos instintos ultrapassaram seus ideais. Ambicioso a ponto de torturar e matar para manter o controle dos seus navios e marinheiros, ele sobreviveu a inúmeros riscos naturais além dos vários motins violentos na sua frota, e foram preciso nada menos do que mil e quinhentos homens para matá-lo.
Laurence Bergreen nasceu em Nova Iorque, em 4 de Fevereiro de 1950. É autor de "Viagem a Marte: NASA's Search for Life Beyond Earth", e das elogiadas e definitivas biografias de Louis Armstrong, Al Capone e Irving Berlin. Laurence Bergreen é correspondente internacional da revista "Newsweek" e colaborador de jornais, como o "The New York Times" e o "Los Angeles Times". É formado pela Universidade de Harvard e vive em Nova Iorque.
Título:Fernão de Magalhães - Para Além do Fim do Mundo.
Autor:Laurence Bergreen.
Tradução:Inês Castro.
1ª edição Julho 2005.
publicado por armando ésse às 10:30

Novembro 07 2005
A verdadeira história da ousada viagem de circum-navegação do navegador português Fernão de Magalhães no século XVI.
Em 1519, Fernão de Magalhães zarpou de Sevilha com a sua frota de cinco navios e 260 homens, disposto a descobrir uma rota marítima para as Ilhas das Especiarias, por Ocidente.

Fernando de Magalhães tinha um só objectivo: em vez de contornar o continente africano pelo leste, como tinha feito Vasco da Gama, atravessar o Atlântico e chegar às lendárias ilhas cruzando o continente americano. Três anos depois, 10 de Setembro de 1522, apenas um dos navios retornou a Sevilha, tripulado por dezoito marinheiros esquálidos e sem o seu comandante, que entraram para a história como os primeiros homens a conseguir fazer a viagem de circum-navegação do globo.
Em "Para Além do Fim do Mundo", o jornalista e escritor Laurence Bergreen narra, com riqueza de detalhes e inúmeras revelações, a verdadeira história da incrível viagem circum-navegação de Fernão de Magalhães – uma odisseia pontuada por tormentas, motins, violência e luxúria –, cujas transformações repercutem até aos dias de hoje.
Fruto de extensa pesquisa, o livro oferece uma nova visão sobre uma das maiores aventuras da história. Laurence Bergreen descreve a violência usada por Magalhães para conter os motins dos seus marinheiros, assim como as práticas sexuais experimentadas pela tripulação, das orgias no Brasil aos costumes bizarros do Pacífico Sul. Vemos como os marinheiros suportaram fome, doenças e tortura, e como muitos deles sucumbiram – inclusive Magalhães, morto brutalmente numa sangrenta batalha.
Homem de grande tenacidade, astúcia e coragem, o navegador português foi uma personalidade contraditória. Tanto heróico quanto tolo, ao mesmo tempo perspicaz e obtuso, Fernando de Magalhães foi um visionário cujos instintos ultrapassaram seus ideais. Ambicioso a ponto de torturar e matar para manter o controle dos seus navios e marinheiros, ele sobreviveu a inúmeros riscos naturais além dos vários motins violentos na sua frota, e foram preciso nada menos do que mil e quinhentos homens para matá-lo.
Laurence Bergreen nasceu em Nova Iorque, em 4 de Fevereiro de 1950. É autor de "Viagem a Marte: NASA's Search for Life Beyond Earth", e das elogiadas e definitivas biografias de Louis Armstrong, Al Capone e Irving Berlin. Laurence Bergreen é correspondente internacional da revista "Newsweek" e colaborador de jornais, como o "The New York Times" e o "Los Angeles Times". É formado pela Universidade de Harvard e vive em Nova Iorque.
Título:Fernão de Magalhães - Para Além do Fim do Mundo.
Autor:Laurence Bergreen.
Tradução:Inês Castro.
1ª edição Julho 2005.
publicado por armando ésse às 10:30

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