A FÁBRICA

Dezembro 07 2005

O Benfica venceu o decisivo jogo com o Manchester United FC, por 2-1,e carimbou a passagem para os oitavos-de-final da UEFA Champions League.
Apesar de ter estado em desvantagem, o Glorioso respondeu bem e apontou dois golos de belo efeito, tendo conseguido segurar a vantagem até ao final da partida.
A noite começou em forma de pesadelo, para acabar numa noite gloriosa.
publicado por armando ésse às 21:11

Dezembro 07 2005

O Benfica venceu o decisivo jogo com o Manchester United FC, por 2-1,e carimbou a passagem para os oitavos-de-final da UEFA Champions League.
Apesar de ter estado em desvantagem, o Glorioso respondeu bem e apontou dois golos de belo efeito, tendo conseguido segurar a vantagem até ao final da partida.
A noite começou em forma de pesadelo, para acabar numa noite gloriosa.
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Dezembro 07 2005

“Mao - a história desconhecida” é o título de uma biografia editada pela Bertrand e pelo Círculo de Leitores que revela que o líder chinês “foi responsável por mais de 70 milhões de mortes”, 38 milhões das quais devido a fome.
Escrito por Jung Chang, autora do best-seller “Cisnes Selvagens”, e pelo marido, o historiador Jon Halliday, o livro dá a conhecer a estratégia de Mao, assente na exportação máxima de alimentos para, com o dinheiro obtido, adquirir armamento e fabricar a bomba atómica chinesa.
“Mao - A história desconhecida” afirma igualmente que a Longa Marcha de pessoas que se deslocaram do sudeste para o Norte da China entre 1934-35 tinha por objectivo a ligação com a Rússia para a obtenção de armas.
A biografia refere que o apoio da União Soviética ao Partido Comunista Chinês foi constante, algo que o “imperador vermelho” sempre negou, e descreve igualmente o papel de Mao na génese e prolongamento da guerra da Coreia entre 1950-53.
Alguns dados biográficos:Mao Tsé Tung nasceu em 26 de Setembro de 1883, filho de um agricultor pobre da província de Hunan. Antes de se alistar no exército em 1911, Mao Tsé Tung foi funcionário da biblioteca da Universidade de Pequim e professor em Changsha.

Entretanto, tornou-se chefe de propaganda do Partido Comunista, que foi um dos fundadores em Julho de 1921, liderado pelo nacionalista Sun Zhong Shan (Sun Yat-Sen). Com a morte, de Sun Yat Sen, o sucessor, Tchang Kai-Shek (Jiang Jie Shi), afasta-o do posto que ocupava no partido.
De 1931 a 1934, Mao fundou uma república comunista em Jiangxi e juntamente com Zhu De chefiou o Exército Vermelho na Longa Marcha até Xaanxi, para fugir às tácticas repressivas dos Kuomitang. A Longa Marcha consagra-o como principal líder do Partido Comunista Chinês.
Em Yan’an, entre 1936 e 1947, construiu uma república popular e, em 1939, casou com a sua terceira mulher, Jiang Qing.
Dirigente do Partido Comunista Chinês desde 1935, Mao aliou-se às forças nacionalistas (1936-1945) com o objectivo de repelir os invasores japoneses.
No fim da Segunda Guerra Mundial, a guerra civil é reatada, contra os nacionalistas de Tchang Kai-Shek (1946-1949), Mao e o exército vermelho, em 1949, derrotou-os em Nanjing e estabeleceu a república popular e o domínio do partido sob a sua liderança.
Durante a guerra, empregou, com êxito, tácticas de guerrilha móvel, usando as zonas rurais como bases. Mao liderou o seu partido até à sua morte, e foi presidente da república até 1959. Depois dos danos provocados pela revolução cultural, o Grande Timoneiro, como era chamado, trabalhou com o primeiro-ministro Zhou Enlai na superintendência da reconstrução. Durante cerca de três décadas (1949-1976), os escritos e os pensamentos de Mao dominaram o funcionamento da República Popular da China.
Foi autor de cerca de 2 300 publicações, tendo sido impressos 740 milhões de exemplares das suas Citações. Ao adaptar o comunismo às condições chinesas, Mao acentuou a necessidade de as revoluções asiáticas se alicerçarem nas zonas rurais e não nas urbanas, a necessidade de reduzir as diferenças entre o campo e a cidade e de existirem revoluções perpétuas a fim de evitar o aparecimento de novas elites.
Mao Tsé Tung ajudou a precipitar a ruptura sino-soviética de 1960 e foi um acérrimo defensor de uma estratégia de não-alinhamento para o Terceiro Mundo.
Em 9 de Setembro de 1976, Mao Tsé Tung morreu, aos 82 anos.
Mao Tsé Tung disputa, com Hitler e Estaline, o ignóbil título de maior monstro do século XX.
publicado por armando ésse às 10:48

Dezembro 07 2005

“Mao - a história desconhecida” é o título de uma biografia editada pela Bertrand e pelo Círculo de Leitores que revela que o líder chinês “foi responsável por mais de 70 milhões de mortes”, 38 milhões das quais devido a fome.
Escrito por Jung Chang, autora do best-seller “Cisnes Selvagens”, e pelo marido, o historiador Jon Halliday, o livro dá a conhecer a estratégia de Mao, assente na exportação máxima de alimentos para, com o dinheiro obtido, adquirir armamento e fabricar a bomba atómica chinesa.
“Mao - A história desconhecida” afirma igualmente que a Longa Marcha de pessoas que se deslocaram do sudeste para o Norte da China entre 1934-35 tinha por objectivo a ligação com a Rússia para a obtenção de armas.
A biografia refere que o apoio da União Soviética ao Partido Comunista Chinês foi constante, algo que o “imperador vermelho” sempre negou, e descreve igualmente o papel de Mao na génese e prolongamento da guerra da Coreia entre 1950-53.
Alguns dados biográficos:Mao Tsé Tung nasceu em 26 de Setembro de 1883, filho de um agricultor pobre da província de Hunan. Antes de se alistar no exército em 1911, Mao Tsé Tung foi funcionário da biblioteca da Universidade de Pequim e professor em Changsha.

Entretanto, tornou-se chefe de propaganda do Partido Comunista, que foi um dos fundadores em Julho de 1921, liderado pelo nacionalista Sun Zhong Shan (Sun Yat-Sen). Com a morte, de Sun Yat Sen, o sucessor, Tchang Kai-Shek (Jiang Jie Shi), afasta-o do posto que ocupava no partido.
De 1931 a 1934, Mao fundou uma república comunista em Jiangxi e juntamente com Zhu De chefiou o Exército Vermelho na Longa Marcha até Xaanxi, para fugir às tácticas repressivas dos Kuomitang. A Longa Marcha consagra-o como principal líder do Partido Comunista Chinês.
Em Yan’an, entre 1936 e 1947, construiu uma república popular e, em 1939, casou com a sua terceira mulher, Jiang Qing.
Dirigente do Partido Comunista Chinês desde 1935, Mao aliou-se às forças nacionalistas (1936-1945) com o objectivo de repelir os invasores japoneses.
No fim da Segunda Guerra Mundial, a guerra civil é reatada, contra os nacionalistas de Tchang Kai-Shek (1946-1949), Mao e o exército vermelho, em 1949, derrotou-os em Nanjing e estabeleceu a república popular e o domínio do partido sob a sua liderança.
Durante a guerra, empregou, com êxito, tácticas de guerrilha móvel, usando as zonas rurais como bases. Mao liderou o seu partido até à sua morte, e foi presidente da república até 1959. Depois dos danos provocados pela revolução cultural, o Grande Timoneiro, como era chamado, trabalhou com o primeiro-ministro Zhou Enlai na superintendência da reconstrução. Durante cerca de três décadas (1949-1976), os escritos e os pensamentos de Mao dominaram o funcionamento da República Popular da China.
Foi autor de cerca de 2 300 publicações, tendo sido impressos 740 milhões de exemplares das suas Citações. Ao adaptar o comunismo às condições chinesas, Mao acentuou a necessidade de as revoluções asiáticas se alicerçarem nas zonas rurais e não nas urbanas, a necessidade de reduzir as diferenças entre o campo e a cidade e de existirem revoluções perpétuas a fim de evitar o aparecimento de novas elites.
Mao Tsé Tung ajudou a precipitar a ruptura sino-soviética de 1960 e foi um acérrimo defensor de uma estratégia de não-alinhamento para o Terceiro Mundo.
Em 9 de Setembro de 1976, Mao Tsé Tung morreu, aos 82 anos.
Mao Tsé Tung disputa, com Hitler e Estaline, o ignóbil título de maior monstro do século XX.
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Dezembro 07 2005

Mário Alberto Nobre Lopes Soares nasceu em Lisboa em 7 de Dezembro de 1924.Cresceu de acordo com os ideais do pai,João Soares,político e professor durante a I República, e licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em 1951, e seis anos depois, em Direito no mesmo estabelecimento universitário.
Foi professor do ensino secundário e dirigiu o Colégio Moderno, fundado pelo pai e que continua a ser comandado pela família Soares.Para lá dessa actividade, Mário Soares exerceu advocacia durante o regime de Salazar, defendendo presos políticos ou representando a família de Humberto Delgado na investigação da morte do General sem Medo.
A participação activa na luta contra o Estano Novo, liderado por Salazar, levou a que fosse detido pela PIDE 12 vezes.
Acabou por ser deportado para São Tomé e obrigado a exilar-se em França, em 1970.Sempre com Maria de Jesus Barroso, a sua mulher, ao lado, Mário Soares foi um dos fundadores do Partido Socialista em 1973, na Alemanha.
A 28 de Abril de 1974 chegou a Portugal no "comboio da liberdade", vindo de Paris, acompanhado por outros portugueses exilados em França.Foi recebido em euforia e nesse período revolucionário, Soares participou nos governos provisórios como mimistro, foi um dos impulsionadores do polémico processo de descolonização e o maior opositor de Álvaro Cunhal e do Partido Comunista.
Até que em 1976 foi nomeado primeiro-ministro após a vitória do PS nas primeiras eleições legislativas.Até 1978 no posto,negociou com o Fundo Monetário Internacional e iniciou o processo de adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia, o que sucederia em 1986.
Um ano depois, Soares ganhou as mais disputadas presidenciais da História de Portugal e chegou ao cargo mais alto da Nação, derrotando Freitas do Amaral.
Cinco anos depois de uma coexistência algo pacífica com um Governo PSD, Mário Soares foi reeleito para mais um mandato em Belém, iniciando a guerrilha contra o primeiro-ministro de então, Aníbal Cavaco Silva.E aí permaneceu até 1996.
A Fundação com o seu próprio nome foi o poiso seguinte.Em 1999 voltou à política como deputado ao Parlamento Europeu pelo partido que fundou, acabando por abandonar essa actividade no decorrer do ano passado. No entanto, este ano num "volte-face" em relação ao que tinha dito, anunciou a sua candidatura à Presidência da República.
Para uma mais completa informação sobre a sua vida e obra, consulte o site da fundacao-mario-soares.pt.
publicado por armando ésse às 08:38
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Dezembro 07 2005

Mário Alberto Nobre Lopes Soares nasceu em Lisboa em 7 de Dezembro de 1924.Cresceu de acordo com os ideais do pai,João Soares,político e professor durante a I República, e licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em 1951, e seis anos depois, em Direito no mesmo estabelecimento universitário.
Foi professor do ensino secundário e dirigiu o Colégio Moderno, fundado pelo pai e que continua a ser comandado pela família Soares.Para lá dessa actividade, Mário Soares exerceu advocacia durante o regime de Salazar, defendendo presos políticos ou representando a família de Humberto Delgado na investigação da morte do General sem Medo.
A participação activa na luta contra o Estano Novo, liderado por Salazar, levou a que fosse detido pela PIDE 12 vezes.
Acabou por ser deportado para São Tomé e obrigado a exilar-se em França, em 1970.Sempre com Maria de Jesus Barroso, a sua mulher, ao lado, Mário Soares foi um dos fundadores do Partido Socialista em 1973, na Alemanha.
A 28 de Abril de 1974 chegou a Portugal no "comboio da liberdade", vindo de Paris, acompanhado por outros portugueses exilados em França.Foi recebido em euforia e nesse período revolucionário, Soares participou nos governos provisórios como mimistro, foi um dos impulsionadores do polémico processo de descolonização e o maior opositor de Álvaro Cunhal e do Partido Comunista.
Até que em 1976 foi nomeado primeiro-ministro após a vitória do PS nas primeiras eleições legislativas.Até 1978 no posto,negociou com o Fundo Monetário Internacional e iniciou o processo de adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia, o que sucederia em 1986.
Um ano depois, Soares ganhou as mais disputadas presidenciais da História de Portugal e chegou ao cargo mais alto da Nação, derrotando Freitas do Amaral.
Cinco anos depois de uma coexistência algo pacífica com um Governo PSD, Mário Soares foi reeleito para mais um mandato em Belém, iniciando a guerrilha contra o primeiro-ministro de então, Aníbal Cavaco Silva.E aí permaneceu até 1996.
A Fundação com o seu próprio nome foi o poiso seguinte.Em 1999 voltou à política como deputado ao Parlamento Europeu pelo partido que fundou, acabando por abandonar essa actividade no decorrer do ano passado. No entanto, este ano num "volte-face" em relação ao que tinha dito, anunciou a sua candidatura à Presidência da República.
Para uma mais completa informação sobre a sua vida e obra, consulte o site da fundacao-mario-soares.pt.
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Dezembro 06 2005

O criacionismo é uma teoria metafísica religiosa e cosmológica que designa a concepção segundo a qual Deus criou o Mundo ex nihilo (do nada).Na doutrina católica o dogma da Criação enuncia-se por esta forma: Deus sem o concurso de qualquer matéria preexistente, produziu o Universo por um acto livre de sua vontade. No acto criador distinguem os teólogos três aspectos: 1º Deus fez a matéria de que se compõem todas as coisas (criação primeira e imediata). 2ºDeus organizou a matéria e deu forma a todos os seres (criação segunda e imediata) . 3º Deus conserva o Mundo, concedendo-lhe a cada instante a existência (criação contínua).
Ciência da Criação é um termo usado pelos criacionistas para indicar que acreditam que o Génesis é um relato científico da origem do universo. A leitura da Bíblia como se ela fosse um texto científico contradiz a teoria do Big Bang e a teoria da evolução de Darwin (o actual Presidente americano George W. Bush, lê a Bíblia deste modo).
Os “Cientistas da Criação” dizem que essas teorias são falsas e que os cientistas que advogam tais teorias são ignorantes da verdade sobre as origens do universo e da vida na Terra.
Génesis: O primeiro livro do Antigo Testamento - e portanto do Pentateuco - descreve a origem do mundo e do homem. O primeiro capítulo, A História das Origens, (Gn 1 - 4), diz: “No princípio, quando Deus criou os céus e a terra, a terra era informe e vazia, as trevas cobriam o abismo… Deus disse: Faça-se luz e a luz foi feita. Deus viu que a luz era boa, e separou a luz e as trevas. Deus chamou dia à luz, e às trevas, noite… Depois, Deus disse façamos o ser humano à nossa imagem, à nossa semelhança… Deus criou o homem… O senhor disse: não é conveniente que o homem esteja só, vou dar-lhe um auxiliar semelhante a ele… Então Deus criou a mulher…Depois da história da Serpente e da maçã, Adão e Eva são expulsos do Paraíso. Adão e Eva tiveram dois filhos Caim e Abel…Por inveja Caim mata Abel…Caim conheceu sua mulher. Ela concebeu e deu à luz Henoc.E começou depois, a edificar uma cidade, à qual deu o nome de seu filho Henoc. De Henoc, nasceu Irad…
Factos: Segundo os criacionistas o primeiro casal sobre a Terra, é Adão e Eva, e estes tiveram dois filhos, Caim e Abel, acabando este por ser assassinado por seu irmão. Caim casou-se e teve descendência.
Pergunta: De onde veio a mulher de Caim?
publicado por armando ésse às 08:48

Dezembro 06 2005

O criacionismo é uma teoria metafísica religiosa e cosmológica que designa a concepção segundo a qual Deus criou o Mundo ex nihilo (do nada).Na doutrina católica o dogma da Criação enuncia-se por esta forma: Deus sem o concurso de qualquer matéria preexistente, produziu o Universo por um acto livre de sua vontade. No acto criador distinguem os teólogos três aspectos: 1º Deus fez a matéria de que se compõem todas as coisas (criação primeira e imediata). 2ºDeus organizou a matéria e deu forma a todos os seres (criação segunda e imediata) . 3º Deus conserva o Mundo, concedendo-lhe a cada instante a existência (criação contínua).
Ciência da Criação é um termo usado pelos criacionistas para indicar que acreditam que o Génesis é um relato científico da origem do universo. A leitura da Bíblia como se ela fosse um texto científico contradiz a teoria do Big Bang e a teoria da evolução de Darwin (o actual Presidente americano George W. Bush, lê a Bíblia deste modo).
Os “Cientistas da Criação” dizem que essas teorias são falsas e que os cientistas que advogam tais teorias são ignorantes da verdade sobre as origens do universo e da vida na Terra.
Génesis: O primeiro livro do Antigo Testamento - e portanto do Pentateuco - descreve a origem do mundo e do homem. O primeiro capítulo, A História das Origens, (Gn 1 - 4), diz: “No princípio, quando Deus criou os céus e a terra, a terra era informe e vazia, as trevas cobriam o abismo… Deus disse: Faça-se luz e a luz foi feita. Deus viu que a luz era boa, e separou a luz e as trevas. Deus chamou dia à luz, e às trevas, noite… Depois, Deus disse façamos o ser humano à nossa imagem, à nossa semelhança… Deus criou o homem… O senhor disse: não é conveniente que o homem esteja só, vou dar-lhe um auxiliar semelhante a ele… Então Deus criou a mulher…Depois da história da Serpente e da maçã, Adão e Eva são expulsos do Paraíso. Adão e Eva tiveram dois filhos Caim e Abel…Por inveja Caim mata Abel…Caim conheceu sua mulher. Ela concebeu e deu à luz Henoc.E começou depois, a edificar uma cidade, à qual deu o nome de seu filho Henoc. De Henoc, nasceu Irad…
Factos: Segundo os criacionistas o primeiro casal sobre a Terra, é Adão e Eva, e estes tiveram dois filhos, Caim e Abel, acabando este por ser assassinado por seu irmão. Caim casou-se e teve descendência.
Pergunta: De onde veio a mulher de Caim?
publicado por armando ésse às 08:48

Dezembro 05 2005

A Assistência Médica Internacional (AMI) foi fundada a 5 de Dezembro de 1984, pelo médico cirurgião geral e urologista Fernando de La Vieter Nobre ( na fotografia). Representante de Portugal em associações internacionais de organizações congéneres, a AMI tem um acordo estabelecido com a União Europeia, pelo qual pode recolher apoios da mesma em projectos próprios ou ser chamada por esta a participar em acções de resposta humanitária.
Esta, organização humanitária portuguesa, não governamental, sem fins lucrativos, têm por objectivo agir contra o subdesenvolvimento, a fome e as sequelas da guerra em qualquer parte do mundo, independentemente de questões políticas, raciais ou religiosas.
Desde a sua fundação, a AMI já enviou mais de 500 voluntários (médicos, enfermeiros, responsáveis pela logística) e toneladas de material de ajuda, actuando em regiões de extrema carência, em missões de urgência, de ajuda ao desenvolvimento e de apoio a iniciativas locais em países de todo o mundo, destacando-se a sua actuação em Angola e Moçambique.
A AMI está presente em Angola desde 1992, tendo desenvolvido missões em 7 das 18 províncias do país, com um total de 64 voluntários. Uma das missões mais longas foi a Missão em N’Dalatando (no Kwanza Norte), co-financiada pela ECHO - Departamento Humanitário da Comunidade Europeia (CE).
Esta missão permitiu a reabilitação de 9 edifícios e o apoio alimentar aos refugiados, principalmente às crianças mal nutridas. Em Moçambique, a AMI mantém um campo de refugiados, um programa de saúde nos acantonamentos militares e ainda um projecto de desenvolvimento. A sua primeira missão de assistência na Guiné-Bissau data de 1987. Em 1994, foi ainda lançada uma missão em Portugal, com um projecto de acção social global de apoio aos sem-abrigo.
Internacionalmente reconhecida, a AMI participa em congressos de organizações humanitárias de objectivos semelhantes aos seus, tendo sido muitas vezes distinguida com prémios nacionais e internacionais (por exemplo, o Prémio de Solidariedade, outorgado pelo Congresso de Lusofonia em 1994). Foi ainda proposta para o Prémio Indira Gandhi 1994 e para o Prémio UNESCO da Educação para a Paz 95.
Os fundos da AMI provêm de instituições públicas e privadas, da Comunidade Europeia, das Nações Unidas, do governo português e, sobretudo, de empresas que fornecem bens e serviços e da sociedade civil (doadores e amigos da AMI), que representam 1/3 do seu orçamento.
A nível nacional, a AMI foi integrada na Plataforma Nacional das ONG Portuguesas, em 1986, foi reconhecida como Instituição de Utilidade Pública em 1988 e em1994 foi distinguida com o Prémio Aboim Sande Lemos pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal, pela defesa e promoção da imagem de Portugal no Mundo.

A nível internacional, a AMI participou, em 1992, na criação da VOICE (Voluntary Organizations in Cooperation in Emergencies), juntamente com outras 44 ONG Europeias .
Em 1994, foi admitida na EURONAID (Associação Europeia das ONG para ajuda alimentar de urgência).

Link para a página da Fundação:ami.
publicado por armando ésse às 10:15

Dezembro 05 2005

A Assistência Médica Internacional (AMI) foi fundada a 5 de Dezembro de 1984, pelo médico cirurgião geral e urologista Fernando de La Vieter Nobre ( na fotografia). Representante de Portugal em associações internacionais de organizações congéneres, a AMI tem um acordo estabelecido com a União Europeia, pelo qual pode recolher apoios da mesma em projectos próprios ou ser chamada por esta a participar em acções de resposta humanitária.
Esta, organização humanitária portuguesa, não governamental, sem fins lucrativos, têm por objectivo agir contra o subdesenvolvimento, a fome e as sequelas da guerra em qualquer parte do mundo, independentemente de questões políticas, raciais ou religiosas.
Desde a sua fundação, a AMI já enviou mais de 500 voluntários (médicos, enfermeiros, responsáveis pela logística) e toneladas de material de ajuda, actuando em regiões de extrema carência, em missões de urgência, de ajuda ao desenvolvimento e de apoio a iniciativas locais em países de todo o mundo, destacando-se a sua actuação em Angola e Moçambique.
A AMI está presente em Angola desde 1992, tendo desenvolvido missões em 7 das 18 províncias do país, com um total de 64 voluntários. Uma das missões mais longas foi a Missão em N’Dalatando (no Kwanza Norte), co-financiada pela ECHO - Departamento Humanitário da Comunidade Europeia (CE).
Esta missão permitiu a reabilitação de 9 edifícios e o apoio alimentar aos refugiados, principalmente às crianças mal nutridas. Em Moçambique, a AMI mantém um campo de refugiados, um programa de saúde nos acantonamentos militares e ainda um projecto de desenvolvimento. A sua primeira missão de assistência na Guiné-Bissau data de 1987. Em 1994, foi ainda lançada uma missão em Portugal, com um projecto de acção social global de apoio aos sem-abrigo.
Internacionalmente reconhecida, a AMI participa em congressos de organizações humanitárias de objectivos semelhantes aos seus, tendo sido muitas vezes distinguida com prémios nacionais e internacionais (por exemplo, o Prémio de Solidariedade, outorgado pelo Congresso de Lusofonia em 1994). Foi ainda proposta para o Prémio Indira Gandhi 1994 e para o Prémio UNESCO da Educação para a Paz 95.
Os fundos da AMI provêm de instituições públicas e privadas, da Comunidade Europeia, das Nações Unidas, do governo português e, sobretudo, de empresas que fornecem bens e serviços e da sociedade civil (doadores e amigos da AMI), que representam 1/3 do seu orçamento.
A nível nacional, a AMI foi integrada na Plataforma Nacional das ONG Portuguesas, em 1986, foi reconhecida como Instituição de Utilidade Pública em 1988 e em1994 foi distinguida com o Prémio Aboim Sande Lemos pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal, pela defesa e promoção da imagem de Portugal no Mundo.

A nível internacional, a AMI participou, em 1992, na criação da VOICE (Voluntary Organizations in Cooperation in Emergencies), juntamente com outras 44 ONG Europeias .
Em 1994, foi admitida na EURONAID (Associação Europeia das ONG para ajuda alimentar de urgência).

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