A FÁBRICA

Fevereiro 01 2006

O Tribunal de Apelação de Santiago confirmou hoje o processo contra o ex-ditador chileno Augusto Pinochet como co-autor do sequestro qualificado de três opositores no âmbito da Operação Colombo, anunciou o tribunal.
O tribunal, numa decisão adoptada por unanimidade, não aceitou o recurso da defesa, que alegava estar a saúde de Pinochet, de 90 anos, demasiado deteriorada para enfrentar um julgamento.Desta forma, os juízes confirmaram o processo contra o antigo general decidido a 05 de Dezembro pelo juiz Víctor Montiglio, quando os exames neurológicos, psiquiátricos e psicológicos realizados a Pinochet ditaram que está mentalmente apto para enfrentar julgamento.
A Operação Colombo foi uma montagem da polícia secreta da ditadura (1973-1990) para encobrir em 1975 o desaparecimento (morte) de 119 opositores do regime.No acórdão, os magistrados afirmam que a partir dos exames não se pode concluir que o militar não está em condições de comparecer em tribunal e lembram que o juiz Montiglio pôde interrogar Pinochet normalmente durante a fase de instrução do processo.Além disso, escrevem os juízes, depois do interrogatório, "existe a convicção" de que os sequestros dos militantes de esquerda Juan Carlos Perelman, Héctor Garay e Antonio Cabezas aconteceram realmente e que Pinochet teve neles participação.
Na versão oficial difundida pelos jornais controlados pelos militares, as autoridades anunciaram em Julho de 1975 a descoberta no Brasil e Argentina dos cadáveres de 119 membros do MIR (Movimento da Esquerda Revolucionária) e de outras organizações opositoras em consequência de disputas internas.O termo "desaparecido" continua a ser usado na América do Sul para definir as vítimas da ditadura cujos corpos nunca foram recuperados pelas famílias.
Pinochet é acusado na Operação Colombo, bem como por fraude fiscal num outro caso, que diz respeito às contas secretas no estrangeiro em seu nome e no dos seus familiares mais directos.No final de 2004, princípio de 2005, chegou a ser decretada a sua prisão domiciliária durante 49 dias, sendo libertado depois de pagar uma fiança de 20 mil dólares.Lusa.
Os homens de boa vontade de todo o Mundo, esperam há mais de uma década, pelo julgamento deste carniceiro. Vamos a aguardar, para ver, se é desta vez que a justiça chilena é cega.
publicado por armando ésse às 19:20

Fevereiro 01 2006

O Tribunal de Apelação de Santiago confirmou hoje o processo contra o ex-ditador chileno Augusto Pinochet como co-autor do sequestro qualificado de três opositores no âmbito da Operação Colombo, anunciou o tribunal.
O tribunal, numa decisão adoptada por unanimidade, não aceitou o recurso da defesa, que alegava estar a saúde de Pinochet, de 90 anos, demasiado deteriorada para enfrentar um julgamento.Desta forma, os juízes confirmaram o processo contra o antigo general decidido a 05 de Dezembro pelo juiz Víctor Montiglio, quando os exames neurológicos, psiquiátricos e psicológicos realizados a Pinochet ditaram que está mentalmente apto para enfrentar julgamento.
A Operação Colombo foi uma montagem da polícia secreta da ditadura (1973-1990) para encobrir em 1975 o desaparecimento (morte) de 119 opositores do regime.No acórdão, os magistrados afirmam que a partir dos exames não se pode concluir que o militar não está em condições de comparecer em tribunal e lembram que o juiz Montiglio pôde interrogar Pinochet normalmente durante a fase de instrução do processo.Além disso, escrevem os juízes, depois do interrogatório, "existe a convicção" de que os sequestros dos militantes de esquerda Juan Carlos Perelman, Héctor Garay e Antonio Cabezas aconteceram realmente e que Pinochet teve neles participação.
Na versão oficial difundida pelos jornais controlados pelos militares, as autoridades anunciaram em Julho de 1975 a descoberta no Brasil e Argentina dos cadáveres de 119 membros do MIR (Movimento da Esquerda Revolucionária) e de outras organizações opositoras em consequência de disputas internas.O termo "desaparecido" continua a ser usado na América do Sul para definir as vítimas da ditadura cujos corpos nunca foram recuperados pelas famílias.
Pinochet é acusado na Operação Colombo, bem como por fraude fiscal num outro caso, que diz respeito às contas secretas no estrangeiro em seu nome e no dos seus familiares mais directos.No final de 2004, princípio de 2005, chegou a ser decretada a sua prisão domiciliária durante 49 dias, sendo libertado depois de pagar uma fiança de 20 mil dólares.Lusa.
Os homens de boa vontade de todo o Mundo, esperam há mais de uma década, pelo julgamento deste carniceiro. Vamos a aguardar, para ver, se é desta vez que a justiça chilena é cega.
publicado por armando ésse às 19:20

Fevereiro 01 2006

A Associação de Professores de Português (APP) convida professores e escolas, em Portugal e nas comunidades portuguesas no estrangeiro, a organizarem sessões de leitura nas aulas de português, no âmbito do projecto «Ler Consigo».</a>
Nesta iniciativa, pessoas exteriores à escola - encarregados de educação, antigos alunos ou personalidades relevantes - são convidados para lerem um texto numa sala de aula, de 27 a 31 de Março próximo, «promovendo assim junto dos alunos, da escola e da sociedade a ideia de que ler é importante», explica a APP.

Segundo uma nota informativa da associação, este projecto deve proporcionar «aprendizagens eficazes» nos alunos e, na sociedade, o desenvolvimento de uma ideia favorável à leitura. «Muitos professores enviaram relatos que nos incitam a continuar este projecto», destaca a APP, apelando ainda a todos os professores de português para que desenvolvam esta acção educativa.
Em 2004, a primeira edição do «Ler Consigo» envolveu cerca de 350 turmas em 60 concelhos portugueses e nas escolas portuguesas de quatro países, «em centenas de leituras nas salas de aula e bibliotecas das escolas participantes», acrescenta a associação. No ano passado, os números foram semelhantes, «mas aumentaram no estrangeiro», destaca a APP.
Autarcas, vizinhos, empresários, encarregados de educação, militares, ministros, membros do clero, diplomatas, deputados e eurodeputados, antigos alunos e estudantes voltaram à escola para ler os textos que escolheram e para transmitir o gosto pela leitura.
Link: http://www.app.pt/lc/index.html.
publicado por armando ésse às 11:03

Fevereiro 01 2006

A Associação de Professores de Português (APP) convida professores e escolas, em Portugal e nas comunidades portuguesas no estrangeiro, a organizarem sessões de leitura nas aulas de português, no âmbito do projecto «Ler Consigo».</a>
Nesta iniciativa, pessoas exteriores à escola - encarregados de educação, antigos alunos ou personalidades relevantes - são convidados para lerem um texto numa sala de aula, de 27 a 31 de Março próximo, «promovendo assim junto dos alunos, da escola e da sociedade a ideia de que ler é importante», explica a APP.

Segundo uma nota informativa da associação, este projecto deve proporcionar «aprendizagens eficazes» nos alunos e, na sociedade, o desenvolvimento de uma ideia favorável à leitura. «Muitos professores enviaram relatos que nos incitam a continuar este projecto», destaca a APP, apelando ainda a todos os professores de português para que desenvolvam esta acção educativa.
Em 2004, a primeira edição do «Ler Consigo» envolveu cerca de 350 turmas em 60 concelhos portugueses e nas escolas portuguesas de quatro países, «em centenas de leituras nas salas de aula e bibliotecas das escolas participantes», acrescenta a associação. No ano passado, os números foram semelhantes, «mas aumentaram no estrangeiro», destaca a APP.
Autarcas, vizinhos, empresários, encarregados de educação, militares, ministros, membros do clero, diplomatas, deputados e eurodeputados, antigos alunos e estudantes voltaram à escola para ler os textos que escolheram e para transmitir o gosto pela leitura.
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