A FÁBRICA

Abril 09 2008
Greenpeace: Unemployment
Advertising Agency: Ogilvy Beijing, China
Executive Creative Directors: Nils Andersson, Wilson Chow, Andrew Lok
Creative Directors: Andrew Lok, Wilson Chow
Copywriters: Matthew Curry, Andrew Lok
Art Directors: He Shi Yang, Wilson Chow, David Seah, Nils Andersson
Photographer: Corbis
Retouching: He Shi Yang
publicado por armando ésse às 11:52

Abril 09 2008
Greenpeace: Unemployment
Advertising Agency: Ogilvy Beijing, China
Executive Creative Directors: Nils Andersson, Wilson Chow, Andrew Lok
Creative Directors: Andrew Lok, Wilson Chow
Copywriters: Matthew Curry, Andrew Lok
Art Directors: He Shi Yang, Wilson Chow, David Seah, Nils Andersson
Photographer: Corbis
Retouching: He Shi Yang
publicado por armando ésse às 11:52

Abril 08 2008

Na imprensa oficial chinesa, não há notícia sobre o Tibete ou notícia má sobre os Jogos Olímpicos, em que não seja atribuída a responsabilidade dos acontecimentos, à “Dalai Lama Clique”. (A expressão tem sido traduzida para português como a “Camarilha do Dalai Lama”, penso que esta tradução é demasiado coloquial, quando se lê o sentido pejorativo com que os jornais chineses escrevem a expressão “Dalai Lama Clique”; em minha opinião, a tradução mais correcta é “A Corja do Dalai Lama”).
Apesar de ser uma expressão nova e infeliz, não está muito longe, da linguagem agressiva dos tempos da Revolução Cultural chinesa, dos anos 60 e 70 do século passado, quando Mão Tsé-Tung, tratava os seus inimigos, de "Clique Anti- Partido”, antes de os mandar fuzilar ou de os atirar perpetuamente para uma prisão.
Esta expressão é da autoria do Primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, quando a 18 de Março, durante uma conferência de imprensa sobre os acontecimentos do Tibete disse:” Temos muitas evidências, que provam que os incidentes foram organizados, premeditados, pensados e incentivados, pela “Dalai Lama Clique”.
Na realidade, as evidências de que fala o Primeiro-ministro chinês, são mentira, não há uma única evidência, que sustente tal acusação, no entanto, isso não impede que os media chineses, continuem a vincular “a corja do Dalai Lama”, a todas as manifestações nefastas para o governo chinês, quer se realizem no interior, quer se realizem no exterior da China.
Na ânsia de vincular o Dalai Lama aos acontecimentos, algumas notícias reportadas pelos media chineses, são tão inacreditáveis, tão manipuladas, tão falsificadas, que se tornam hilariantes.
A resistência à ocupação chinesa do Tibete não vem da “corja do Dalai Lama”, como pretende o primeiro-ministro chinês, mas sim, de todos os 6 milhões de tibetanos, espalhados por todo o Mundo.
Após o seu exílio em 1959, Tenzin Gyatzo reclamou junto do governo chinês e especialmente, junto das instâncias internacionais, a total independência do Tibete, durante mais de 25 anos, porém, desde há duas décadas, que o Prémio Nobel da Paz de 1989, afirma que não quer a independência do Tibete, mas apenas, uma verdadeira e real autonomia para salvaguardar o legado cultural tibetano.
É mais que tempo das autoridades de Pequim, levarem à letra as palavras do Dalai Lama e o comprometer numa solução conjunta, que satisfaça todas as partes envolvidas, em vez, de o ver como um inimigo violento, pois nunca, conseguirão impor esse ponto de vista unilateral à comunidade internacional, para além de fazer mossas na sua credibilidade.
Todos ficariam a ganhar, essencialmente, devido ao facto, de as “cliques chinesas”, serem sinónimo de tragédia, basta para isso, ver o que se passou com a “Clique Pró-Democracia”, em 1989.
publicado por armando ésse às 08:51

Abril 08 2008

Na imprensa oficial chinesa, não há notícia sobre o Tibete ou notícia má sobre os Jogos Olímpicos, em que não seja atribuída a responsabilidade dos acontecimentos, à “Dalai Lama Clique”. (A expressão tem sido traduzida para português como a “Camarilha do Dalai Lama”, penso que esta tradução é demasiado coloquial, quando se lê o sentido pejorativo com que os jornais chineses escrevem a expressão “Dalai Lama Clique”; em minha opinião, a tradução mais correcta é “A Corja do Dalai Lama”).
Apesar de ser uma expressão nova e infeliz, não está muito longe, da linguagem agressiva dos tempos da Revolução Cultural chinesa, dos anos 60 e 70 do século passado, quando Mão Tsé-Tung, tratava os seus inimigos, de "Clique Anti- Partido”, antes de os mandar fuzilar ou de os atirar perpetuamente para uma prisão.
Esta expressão é da autoria do Primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, quando a 18 de Março, durante uma conferência de imprensa sobre os acontecimentos do Tibete disse:” Temos muitas evidências, que provam que os incidentes foram organizados, premeditados, pensados e incentivados, pela “Dalai Lama Clique”.
Na realidade, as evidências de que fala o Primeiro-ministro chinês, são mentira, não há uma única evidência, que sustente tal acusação, no entanto, isso não impede que os media chineses, continuem a vincular “a corja do Dalai Lama”, a todas as manifestações nefastas para o governo chinês, quer se realizem no interior, quer se realizem no exterior da China.
Na ânsia de vincular o Dalai Lama aos acontecimentos, algumas notícias reportadas pelos media chineses, são tão inacreditáveis, tão manipuladas, tão falsificadas, que se tornam hilariantes.
A resistência à ocupação chinesa do Tibete não vem da “corja do Dalai Lama”, como pretende o primeiro-ministro chinês, mas sim, de todos os 6 milhões de tibetanos, espalhados por todo o Mundo.
Após o seu exílio em 1959, Tenzin Gyatzo reclamou junto do governo chinês e especialmente, junto das instâncias internacionais, a total independência do Tibete, durante mais de 25 anos, porém, desde há duas décadas, que o Prémio Nobel da Paz de 1989, afirma que não quer a independência do Tibete, mas apenas, uma verdadeira e real autonomia para salvaguardar o legado cultural tibetano.
É mais que tempo das autoridades de Pequim, levarem à letra as palavras do Dalai Lama e o comprometer numa solução conjunta, que satisfaça todas as partes envolvidas, em vez, de o ver como um inimigo violento, pois nunca, conseguirão impor esse ponto de vista unilateral à comunidade internacional, para além de fazer mossas na sua credibilidade.
Todos ficariam a ganhar, essencialmente, devido ao facto, de as “cliques chinesas”, serem sinónimo de tragédia, basta para isso, ver o que se passou com a “Clique Pró-Democracia”, em 1989.
publicado por armando ésse às 08:51

Abril 08 2008
Fotografia minha, de algumas "notícias" editadas pelo jornal estatal China Daily.
publicado por armando ésse às 08:30

Abril 08 2008
Fotografia minha, de algumas "notícias" editadas pelo jornal estatal China Daily.
publicado por armando ésse às 08:30

Abril 08 2008

A China refuta as informações ontem divulgadas de que a chama da tocha olímpica tinha sido extinta.
“As notícias dos meios de comunicação estrangeiros afirmando que a tocha olímpica teve que ser apagada durante o seu percurso em Paris são falsas”, disse o porta-voz do Ministério chinês dos Negócios Estrangeiros.(Lusa).
Basta olhar para a fotografia, onde a tocha não tem chama nem, pelo menos, fumo, para se compreender por que razão a China, acusa os media ocidentais de terem dois pesos e duas medidas na cobertura noticiosa, do périplo da tocha olímpica.
Como ousam escrever que a tocha olímpica, se apagou?
publicado por armando ésse às 08:29

Abril 08 2008

A China refuta as informações ontem divulgadas de que a chama da tocha olímpica tinha sido extinta.
“As notícias dos meios de comunicação estrangeiros afirmando que a tocha olímpica teve que ser apagada durante o seu percurso em Paris são falsas”, disse o porta-voz do Ministério chinês dos Negócios Estrangeiros.(Lusa).
Basta olhar para a fotografia, onde a tocha não tem chama nem, pelo menos, fumo, para se compreender por que razão a China, acusa os media ocidentais de terem dois pesos e duas medidas na cobertura noticiosa, do périplo da tocha olímpica.
Como ousam escrever que a tocha olímpica, se apagou?
publicado por armando ésse às 08:29

Abril 08 2008
Advertising Agency: Giovanni+Draftfcb Rio de Janeiro
Creative Directors: Adilson Xavier, Cristina Amorim, Fernando Barcellos
Art Directors: Ricardo Câmara, Felipe Gomes
Copywriter: Leonardo Bartoli
publicado por armando ésse às 08:04

Abril 08 2008
Advertising Agency: Giovanni+Draftfcb Rio de Janeiro
Creative Directors: Adilson Xavier, Cristina Amorim, Fernando Barcellos
Art Directors: Ricardo Câmara, Felipe Gomes
Copywriter: Leonardo Bartoli
publicado por armando ésse às 08:04

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