A FÁBRICA

Abril 17 2005

A investigação policial costuma provar que não há crimes perfeitos.
Mas na realidade, há um crime perfeito.
O suícidio.
Neste crime há uma cumplicidade total entre o deliquente e a vitima, isto é, são a mesma pessoa. O assassino - o suicida- escapa definitivamente à justiça e nunca poderá ser castigado, pelo menos, pela justiça terrena.
De todas as maneiras neste crime, pode-se plenamente utilizar, o chavão mais popular da linguagem judicial: o crime não compensa.
publicado por armando ésse às 16:38

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