A FÁBRICA

Fevereiro 16 2005

O primeiro acordo sobre a situação das alterações climáticas ocorreu na Conferência do Rio em 1992. Pela primeira vez definiu-se um quadro de trabalho para controlar ou cortar as emissões de gases com efeito de estufa. Foi o primeiro compromisso mundial sobre a ameaça do efeito de estufa. A previsão de ondas de calor, secas, inundações, subida do nível do mar, entre outras catástrofes, levaram os 175 países que tinham assinado o acordo do Rio ao passo seguinte, o Protocolo de Quioto, que foi assinado no Japão, no dia 11 de Dezembro de 1997, e que prevê que os países desenvolvidos reduzam, em média 5,2 por cento das suas emissões em relação ao que emitiam em 1990 entre 2010 e 2012. As metas variam consoante os países, podendo uns diminuir e outros aumentar. O protocolo teve de ser ratificado por 55 países que representassem 55 por cento das emissões dos gases com efeito de estufa, com base nos valores de 1990, com a ratificação da Rússia, em 18 de Novembro de 2004, o protocolo ficou em condições de entrar em vigor, sendo para isso necessário passar 90 dias da ratificação russa, o que acontece hoje. Ratificaram o acordo até hoje 141 países.
Depois de ser um dos grandes impulsionadores do Protocolo de Quioto, através do Presidente Bill Clinton, e principalmente através do Vice-presidente Al Gore, os Estados Unidos o maior poluidor mundial, com a chegada à presidência de George W. Bush informaram o mundo em 2001 que não ratificariam o Protocolo, exigindo para assinar o acordo, um envolvimento mais efectivo da China, da Índia e do Brasil.
Espera-se um rápido e vital envolvimento dos Estados Unidos neste esforço mundial, no combate ao aquecimento global do planeta.
publicado por armando ésse às 13:17

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