A FÁBRICA

Fevereiro 02 2008

James Byron Dean nasceu a 8 de Fevereiro de 1931, em Marion , no Estado de Indiana (EUA) e viria a marcar a História do Cinema, com a sua curta carreira de 16 meses em Hollywood. Após terminar os estudos secundários, James Dean entra na UCLA, porém, o objectivo dele não era estudar mas sim tornar-se actor. Para isso entra para o grupo de Teatro de James Whitmore, ao mesmo tempo que faz alguns anúncios para televisão e entra como figurante em alguns filmes.
Aos 20 anos decide mudar-se para Nova Iorque e consegue ser admitido no Actor’s Studio, para estudar Arte Dramática sobre a supervisão de Lee Strasberg . Em 1954, a peça de teatro baseada numa novela de André Gide, “O Imoralista”, é um sucesso na Broadway. A Warner Bros apressa-se a convoca-lo para fazer um casting. É aprovado com distinção.
James Dean viria apenas a fazer apenas 3 filmes com a Warner Bros, mas consolidaria uma das mais brilhantes carreiras da história do cinema americano.
Em 1954 estreia-se com o filme “A Leste do Paraíso”, de Elia Kazan, adaptação do romance de John Steinbeck. Em 1955, estreia o filme “Fúria de Viver”, de Nicholas Ray, e finalmente em 1956, o filme “Gigante”, realizado por George Stevens a partir do romance de Edna Ferber, que viria a ser o maior êxito de bilheteira da Warner Bros., durante os vinte anos seguintes, só destronado em 1978, por “Superman”.
A 30 de Setembro de 1955, dirigia-se a Salinas para uma corrida de automóveis, com o carro acabadinho de comprar, um Porsche prateado 550 Spyder, a que chamou “Little Bastard”, quando teve um choque frontal na Auto-estrada 466, que resultou a sua morte.
James Dean tinha 24 anos e as coisas não podiam ser mais prometedoras: “A Leste do Paraíso” tinha sido um enorme sucesso comercial, tornando-o uma estrela de primeira grandeza em Hollywood, no entretanto, aguardava-se a estreia de “Fúria de Viver”. Tinha também acabado as filmagens de o “Gigante”, onde contracenava com Elizabeth Taylor e Rock Hudson.
Um detalhe interessante, além dos seus dois últimos estrearem depois da sua morte, é o facto de James Dean, ser nomeado duas vezes para o Óscar de melhor actor do ano, pelo filme “A Leste do Paraíso” e pelo filme o “Gigante”, o que faz dele o único actor a ser nomeado para os Óscares postumamente.
James Dean cumpriu a lenda de “viver rápido, morrer jovem” no entanto, é a morte, a sua trágica morte, que o catapultou para níveis de fama, que de uma outra forma, muito dificilmente conseguiria granjear.
publicado por armando ésse às 16:07
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