A FÁBRICA

Maio 23 2008

Quando vi em 1982 o filme, Indiana Jones e os Salteadores da Arca Perdida, tinha dezassete anos, hoje um dos meus filhos, é mais velho do que eu era nessa altura. Os olhos são os mesmos, mas a visão do filme é diferente porque se perdeu a inocência da adolescência. O tempo passou, perdeu-se a inocência da juventude, mas continuo a gostar de um bom filme de aventuras e este, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, é um excelente filme de aventuras. O filme é o mais infanto-juvenil da saga Indiana Jones, ideal para ver com toda a família, como foi o caso.
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal trouxe de volta ao grande ecrã o Dr. Jones, após 19 anos de ausência. Com ele, voltaram as perseguições alucinantes, os diálogos inspirados, e a combinação de humor e suspense, que deixam o espectador colado à cadeira.
Regresso mundialmente aguardado, o filme garante duas horas de acção e diversão.
publicado por armando ésse às 09:51
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Maio 23 2008

Quando vi em 1982 o filme, Indiana Jones e os Salteadores da Arca Perdida, tinha dezassete anos, hoje um dos meus filhos, é mais velho do que eu era nessa altura. Os olhos são os mesmos, mas a visão do filme é diferente porque se perdeu a inocência da adolescência. O tempo passou, perdeu-se a inocência da juventude, mas continuo a gostar de um bom filme de aventuras e este, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, é um excelente filme de aventuras. O filme é o mais infanto-juvenil da saga Indiana Jones, ideal para ver com toda a família, como foi o caso.
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal trouxe de volta ao grande ecrã o Dr. Jones, após 19 anos de ausência. Com ele, voltaram as perseguições alucinantes, os diálogos inspirados, e a combinação de humor e suspense, que deixam o espectador colado à cadeira.
Regresso mundialmente aguardado, o filme garante duas horas de acção e diversão.
publicado por armando ésse às 09:51
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Março 20 2008

O actor britânico Paul Scofield, galardoado em 1966 com um Óscar pela sua interpretação de Thomas More no filme “Um Homem Para a Eternidade”, faleceu ontem, 19 de Março, aos 86 anos, anunciou hoje a sua agente, Rosalind Chatto. Scofield, que sofria de leucemia, morreu num hospital próximo da sua casa no condado de Sussex, precisou a agente.
David Paul Scofield, nascido a 21 de Janeiro de 1922, em Hurstpierpoint, no Sussex, era considerado um dos maiores actores de cinema e de teatro da sua geração. Obteve vários prémios “Bafta” da Academia do Cinema Britânico. Começou a sua carreira em 1940 e rapidamente se tornou conhecido pelas interpretações de personagens de Shakespeare, entre as quais o Rei Lear, na encenação famosa de Peter Brook (1962).
Fez também de Rei Lear no cinema em 1972 e encarnou o soberano francês na versão cinematográfica de “Henrique V”, de Shakespeare, sob a direcção de Kenneth Branagh en 1989.
Actor de extraordinária versatilidade, com o mesmo à-vontade e talento podia encarnar personagens dos grandes dramas isabelinos como participar em filmes de registo muito mais ligeiro, como o musical “Expresso Bongo”.
Foram pontos altos na sua carreira as interpretações de “Volpone” na produção Peter Hall para o Royal National Theatre (1977), de Antonio Salieri, o compositor contemporâneo e supostamente rival de Mozart, na produção original para o teatro de “Amadeus”, de Peter Shaffer, e de Thomas More em “Um Homem Para a Eternidade”, de Fred Zinnemann.
Entre as películas que fez para o cinema e a televisão figuram “That Lady”, “The Train”, “Bartleby”, “Scorpio”, “Summer Lighning”, “Hamlet”, “The Crucible” e”Martin Chuzzlewit”.
publicado por armando ésse às 03:32
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Março 20 2008

O actor britânico Paul Scofield, galardoado em 1966 com um Óscar pela sua interpretação de Thomas More no filme “Um Homem Para a Eternidade”, faleceu ontem, 19 de Março, aos 86 anos, anunciou hoje a sua agente, Rosalind Chatto. Scofield, que sofria de leucemia, morreu num hospital próximo da sua casa no condado de Sussex, precisou a agente.
David Paul Scofield, nascido a 21 de Janeiro de 1922, em Hurstpierpoint, no Sussex, era considerado um dos maiores actores de cinema e de teatro da sua geração. Obteve vários prémios “Bafta” da Academia do Cinema Britânico. Começou a sua carreira em 1940 e rapidamente se tornou conhecido pelas interpretações de personagens de Shakespeare, entre as quais o Rei Lear, na encenação famosa de Peter Brook (1962).
Fez também de Rei Lear no cinema em 1972 e encarnou o soberano francês na versão cinematográfica de “Henrique V”, de Shakespeare, sob a direcção de Kenneth Branagh en 1989.
Actor de extraordinária versatilidade, com o mesmo à-vontade e talento podia encarnar personagens dos grandes dramas isabelinos como participar em filmes de registo muito mais ligeiro, como o musical “Expresso Bongo”.
Foram pontos altos na sua carreira as interpretações de “Volpone” na produção Peter Hall para o Royal National Theatre (1977), de Antonio Salieri, o compositor contemporâneo e supostamente rival de Mozart, na produção original para o teatro de “Amadeus”, de Peter Shaffer, e de Thomas More em “Um Homem Para a Eternidade”, de Fred Zinnemann.
Entre as películas que fez para o cinema e a televisão figuram “That Lady”, “The Train”, “Bartleby”, “Scorpio”, “Summer Lighning”, “Hamlet”, “The Crucible” e”Martin Chuzzlewit”.
publicado por armando ésse às 03:32
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Março 18 2008

O realizador britânico Anthony Minghella, nascido na Ilha de Wight, a 6 de Janeiro de 1954, morreu hoje aos 54 anos, anunciou a sua agente, Leslee Dart.
A causa oficial da sua morte foi uma hemorragia cerebral, depois de na semana passada ter sido operado a um tumor no pescoço.
Anthony Minghella venceu o Óscar de 1996 de melhor realizador pela película “O Paciente Inglês” uma adaptação do romance de Michael Ondaatje, "O Doente Inglês", filme que conquistou nove estatuetas douradas, no total.
Em 1999 foi nomeado para o Óscar de melhor argumento adaptado por "O Talentoso Mr. Ripley". Realizou ainda “Assalto e Intromissão” (2006), “Cold Mountain” (2003) e “Um Fantasma do Coração” (1990), o seu primeiro filme.
Recentemente esteve a filmar no Botswana uma adaptação do romance “The No. 1 Ladies‘ Detective Agency”, de Alexander McCall Smith. Minghella produziu ainda vários filmes, entre os quais “Michael Clayton - uma questão de consciência” e “O Americano Aranquilo”. Em 2006 produziu a ópera “Madame Butterfly”, de Puccini, para a Ópera Metropolitana de Nova Iorque, que lhe valeu um prémio Olivier.
Foi ainda presidente do Instituto do Cinema do Reino Unido e detinha com Sidney Pollack a produtora Mirage Enterprises. Com agências.
publicado por armando ésse às 00:06
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Março 18 2008

O realizador britânico Anthony Minghella, nascido na Ilha de Wight, a 6 de Janeiro de 1954, morreu hoje aos 54 anos, anunciou a sua agente, Leslee Dart.
A causa oficial da sua morte foi uma hemorragia cerebral, depois de na semana passada ter sido operado a um tumor no pescoço.
Anthony Minghella venceu o Óscar de 1996 de melhor realizador pela película “O Paciente Inglês” uma adaptação do romance de Michael Ondaatje, "O Doente Inglês", filme que conquistou nove estatuetas douradas, no total.
Em 1999 foi nomeado para o Óscar de melhor argumento adaptado por "O Talentoso Mr. Ripley". Realizou ainda “Assalto e Intromissão” (2006), “Cold Mountain” (2003) e “Um Fantasma do Coração” (1990), o seu primeiro filme.
Recentemente esteve a filmar no Botswana uma adaptação do romance “The No. 1 Ladies‘ Detective Agency”, de Alexander McCall Smith. Minghella produziu ainda vários filmes, entre os quais “Michael Clayton - uma questão de consciência” e “O Americano Aranquilo”. Em 2006 produziu a ópera “Madame Butterfly”, de Puccini, para a Ópera Metropolitana de Nova Iorque, que lhe valeu um prémio Olivier.
Foi ainda presidente do Instituto do Cinema do Reino Unido e detinha com Sidney Pollack a produtora Mirage Enterprises. Com agências.
publicado por armando ésse às 00:06
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Março 15 2008

Quem entrar hoje numa qualquer livraria, se estiver distraído pensa ter entrado num cinema, tal é a proliferação de livros com as capas dos respectivos filmes. É a última moda das editoras portuguesas: aproveitar a estreia do filme e toda a publicidade à sua volta, para editar os livros que deram origem ao filme.
É o caso do livro o Lado Selvagem de Jon Krakauer, que foi levado ao cinema pelo realizador, Sean Penn. É também o caso do envolvente livro de Cormac McCarthy, Este País Não é Para Velhos, editado em Novembro do ano passado, mas que teve de esperar que o filme dos irmãos Coen fosse multi-premiado para poder chegar ao top de vendas. É também o caso do excelente livro de Ian McEwan, que tinha passado despercebido quando da sua edição, mas que se tornou um sucesso comercial com a reedição com capa do filme de Joe Wright. Confesso que li estes três livros, no caso de Expiação, há quatro/cinco anos atrás.
Livros que passariam despercebidos no mercado editorial tornam-se um sucesso de vendas ou ganham novo impulso com as capas dos filmes, como é o caso de, P.S. Amo-te, de Cecelia Ahern, Duas Irmãs, Um Rei, de Philippa Gregory, ou Elizabeth - A Idade de Ouro, de Tasha Alexander e também o caso de Gone, Baby, Gone de Dennis Lehane. A lista é extensa, contei um total de 15 livros com capas de filmes.
Desde de sempre que o cinema tem adaptado livros e por vezes com grande acerto. É o percurso normal, do livro ao filme . O que não é normal é as editoras esperarem pelo sucesso do filme para depois editarem os livros, isto é, do filme ao livro. Exemplos de romances adaptados ao cinema não faltam: desde os clássicos “Anna Karenina” e “Guerra e Paz”, de Lev Tolstoi ou o “Dr Jivago”, de Boris Pasternak, passando por “Vinhas da Ira” de John Steinbeck, adaptado por John Ford numa versão inesquecível, ou “Ter e Não Ter” de Ernest Hemingway. Mais recentemente Bennett Miller, realizou o filme Capote, a partir do livro “A Sangue Frio” de Truman Capote. Francis Ford Coppola realizou o “Padrinho” a partir da obra de Mario Puzo, Stanley Kubrick realizou o filme de culto “Laranja Mecânica”, a partir da obra esquecida de Anthony Burgess, etc.
Um dos grandes paradoxos do cinema reside na dificuldade de obter bons filmes a partir de bons romances. Por vezes, um mau romance ou um romance sem grande projecção transforma-se num grande filme. Cada romance, se tiver necessária qualidade, possui qualquer coisa de comum à palavra e à imagem, que é o seu espírito, a sua capacidade de inventar e organizar um mundo imaginário, e basta por si só, para cada um que o lê, fazer um filme. É por isto, que é extremamente difícil, um filme superar a qualidade de um livro.
publicado por armando ésse às 15:50
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Março 15 2008

Quem entrar hoje numa qualquer livraria, se estiver distraído pensa ter entrado num cinema, tal é a proliferação de livros com as capas dos respectivos filmes. É a última moda das editoras portuguesas: aproveitar a estreia do filme e toda a publicidade à sua volta, para editar os livros que deram origem ao filme.
É o caso do livro o Lado Selvagem de Jon Krakauer, que foi levado ao cinema pelo realizador, Sean Penn. É também o caso do envolvente livro de Cormac McCarthy, Este País Não é Para Velhos, editado em Novembro do ano passado, mas que teve de esperar que o filme dos irmãos Coen fosse multi-premiado para poder chegar ao top de vendas. É também o caso do excelente livro de Ian McEwan, que tinha passado despercebido quando da sua edição, mas que se tornou um sucesso comercial com a reedição com capa do filme de Joe Wright. Confesso que li estes três livros, no caso de Expiação, há quatro/cinco anos atrás.
Livros que passariam despercebidos no mercado editorial tornam-se um sucesso de vendas ou ganham novo impulso com as capas dos filmes, como é o caso de, P.S. Amo-te, de Cecelia Ahern, Duas Irmãs, Um Rei, de Philippa Gregory, ou Elizabeth - A Idade de Ouro, de Tasha Alexander e também o caso de Gone, Baby, Gone de Dennis Lehane. A lista é extensa, contei um total de 15 livros com capas de filmes.
Desde de sempre que o cinema tem adaptado livros e por vezes com grande acerto. É o percurso normal, do livro ao filme . O que não é normal é as editoras esperarem pelo sucesso do filme para depois editarem os livros, isto é, do filme ao livro. Exemplos de romances adaptados ao cinema não faltam: desde os clássicos “Anna Karenina” e “Guerra e Paz”, de Lev Tolstoi ou o “Dr Jivago”, de Boris Pasternak, passando por “Vinhas da Ira” de John Steinbeck, adaptado por John Ford numa versão inesquecível, ou “Ter e Não Ter” de Ernest Hemingway. Mais recentemente Bennett Miller, realizou o filme Capote, a partir do livro “A Sangue Frio” de Truman Capote. Francis Ford Coppola realizou o “Padrinho” a partir da obra de Mario Puzo, Stanley Kubrick realizou o filme de culto “Laranja Mecânica”, a partir da obra esquecida de Anthony Burgess, etc.
Um dos grandes paradoxos do cinema reside na dificuldade de obter bons filmes a partir de bons romances. Por vezes, um mau romance ou um romance sem grande projecção transforma-se num grande filme. Cada romance, se tiver necessária qualidade, possui qualquer coisa de comum à palavra e à imagem, que é o seu espírito, a sua capacidade de inventar e organizar um mundo imaginário, e basta por si só, para cada um que o lê, fazer um filme. É por isto, que é extremamente difícil, um filme superar a qualidade de um livro.
publicado por armando ésse às 15:50
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Fevereiro 29 2008

Há países assim! para além de preservar os seus monumentos, dedicam-se a preservar, também, a sua memória colectiva. São momentos de se tirar o chapéu e fazer a respectiva vénia.
Cem filmes italianos, foram hoje classificados como "bens culturais", pelo que serão restaurados e protegidos como os restantes monumentos nacionais de Itália.
A decisão foi tomada por uma comissão de especialistas, criada no Festival de Cinema de Veneza e apoiada pelo ministério da Cultura italiano, que hoje apresentou a lista dos filmes na Casa do Cinema, em Roma.
As 100 películas foram seleccionadas do período entre 1942 e 1978, ou seja, desde o princípio do "neo-realismo" italiano, surgido na Segunda Guerra Mundial, aos chamados "anos de chumbo", na década de 70, quando o país sofreu graves atentados de carácter político.
O realizador que se destaca do conjunto é Fellini, que conta com sete filmes na lista, entre os quais "La Strada" (1954), "La Dolce Vita" (1960), "Oito e Meio" (1963) e "Amarcord" (1974).
Segue-se-lhe Luchino Visconti, com seis filmes, desde "Obsessão" (1943) até "O Leopardo" (1963) e, logo atrás, Vittorio di Sica, com cinco, incluindo "Ladrões de Bicicletas" (1948). Rosi também tem cinco filmes, destacando-se "Salvatore Giuliano" de 1962.
Michelangelo Antonioni, tem três filmes "Cronaca di un'amore" (1950), "Il grido" (1957) e "L'eclisse" (1962).
Bernardo Bertolucci, tem dois filmes nesta lista, "Il Conformista" (1970 e "Novecento" (1976), tantos como Ettore Scola, "C'eravamo tanto amati" (1974) e "Una giornata particolare" (1977) e como Pier Paolo Pasolini, "Comizi d'amore" (1965) e "Uccellacci e uccellini" (1966).
Também constam da lista "Europa 51" e "Roma, Cidade Aberta" (1951), de Roberto Rossellini, e "Polícias e Ladrões" (1951), de Mário Monicelli.
Juntamente com os filmes destes e outros cineastas, também ficarão preservados os rostos de actores e actrizes como Vittorio Gassman, Marcelo Mastroianni, Toto, Alberto Sordi, Silvana Mangano, Anna Magnani, Gina Lollobrigida e Sophia Loren.
LISTA COMPLETA.
publicado por armando ésse às 01:36
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Fevereiro 29 2008

Há países assim! para além de preservar os seus monumentos, dedicam-se a preservar, também, a sua memória colectiva. São momentos de se tirar o chapéu e fazer a respectiva vénia.
Cem filmes italianos, foram hoje classificados como "bens culturais", pelo que serão restaurados e protegidos como os restantes monumentos nacionais de Itália.
A decisão foi tomada por uma comissão de especialistas, criada no Festival de Cinema de Veneza e apoiada pelo ministério da Cultura italiano, que hoje apresentou a lista dos filmes na Casa do Cinema, em Roma.
As 100 películas foram seleccionadas do período entre 1942 e 1978, ou seja, desde o princípio do "neo-realismo" italiano, surgido na Segunda Guerra Mundial, aos chamados "anos de chumbo", na década de 70, quando o país sofreu graves atentados de carácter político.
O realizador que se destaca do conjunto é Fellini, que conta com sete filmes na lista, entre os quais "La Strada" (1954), "La Dolce Vita" (1960), "Oito e Meio" (1963) e "Amarcord" (1974).
Segue-se-lhe Luchino Visconti, com seis filmes, desde "Obsessão" (1943) até "O Leopardo" (1963) e, logo atrás, Vittorio di Sica, com cinco, incluindo "Ladrões de Bicicletas" (1948). Rosi também tem cinco filmes, destacando-se "Salvatore Giuliano" de 1962.
Michelangelo Antonioni, tem três filmes "Cronaca di un'amore" (1950), "Il grido" (1957) e "L'eclisse" (1962).
Bernardo Bertolucci, tem dois filmes nesta lista, "Il Conformista" (1970 e "Novecento" (1976), tantos como Ettore Scola, "C'eravamo tanto amati" (1974) e "Una giornata particolare" (1977) e como Pier Paolo Pasolini, "Comizi d'amore" (1965) e "Uccellacci e uccellini" (1966).
Também constam da lista "Europa 51" e "Roma, Cidade Aberta" (1951), de Roberto Rossellini, e "Polícias e Ladrões" (1951), de Mário Monicelli.
Juntamente com os filmes destes e outros cineastas, também ficarão preservados os rostos de actores e actrizes como Vittorio Gassman, Marcelo Mastroianni, Toto, Alberto Sordi, Silvana Mangano, Anna Magnani, Gina Lollobrigida e Sophia Loren.
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