A FÁBRICA

Fevereiro 04 2008

Breakfast at Tiffany’s (Boneca de Luxo, na versão portuguesa) é uma comédia romântica realizada por Black Edwards, adaptada de um romance de Truman Capote.
Audrey Hepburn é Holly Golightly, uma mulher boémia que vive das atenções dos cavalheiros. Apesar de não ser claro que tipo de trabalho Holy faz, para receber as atenções dos cavalheiros, fica implícito que Holly trabalha como acompanhante.
Partilhando o mesmo bloco de apartamentos está o escritor Paul Varjak (George Peppard), que luta por afirmar-se e por sua vez, é mantido por uma protectora rica (Patrícia Neal) com quem tem um caso. Paul vive intrigado com o comportamento de Holly, no entanto, depressa se tornam amigos. A delicada balança das relações dele e de Holy está sucessivamente ameaçado, mas Paul apaixona-se pela bela vizinha.
Audrey Hepburn, com o cabelo puxado atrás, de chiquérrimo vestido preto e com a sua elegante boquilha, proporciona uma das mais inesquecíveis imagens do Cinema.
O filme recebeu dois Óscares: o de melhor música original, atribuído à famosa canção "Moon River" de Henry Mancini (música) e Johnny Mercer (letra) e o de melhor banda sonora.


Origem: (EUA, Jurow-Shepherd, Paramount, 115 Min. Technicolor)
Idioma: InglêsData de estreia: 5 de Outubro de 1961
Realização: Blake Edwards
Produção: Martin Jurow e Richard Shepherd
Argumento: George Axelrod, adaptado do Romance de Truman Capote
Fotografia: Franz Planerl
Música: Henry Mancini
Elenco: Audrey Hepburn, Dorothy Whitney, George Peppard, Patricia Neal, Buddy Ebsen, John McGiver, Alan Reed, Dorothy Whitney, Beverly Powers, Stanley Adams, Claude Stroud, Elvia Allman, Orangey, Mickey Rooney.
publicado por armando ésse às 15:41
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Fevereiro 04 2008

Breakfast at Tiffany’s (Boneca de Luxo, na versão portuguesa) é uma comédia romântica realizada por Black Edwards, adaptada de um romance de Truman Capote.
Audrey Hepburn é Holly Golightly, uma mulher boémia que vive das atenções dos cavalheiros. Apesar de não ser claro que tipo de trabalho Holy faz, para receber as atenções dos cavalheiros, fica implícito que Holly trabalha como acompanhante.
Partilhando o mesmo bloco de apartamentos está o escritor Paul Varjak (George Peppard), que luta por afirmar-se e por sua vez, é mantido por uma protectora rica (Patrícia Neal) com quem tem um caso. Paul vive intrigado com o comportamento de Holly, no entanto, depressa se tornam amigos. A delicada balança das relações dele e de Holy está sucessivamente ameaçado, mas Paul apaixona-se pela bela vizinha.
Audrey Hepburn, com o cabelo puxado atrás, de chiquérrimo vestido preto e com a sua elegante boquilha, proporciona uma das mais inesquecíveis imagens do Cinema.
O filme recebeu dois Óscares: o de melhor música original, atribuído à famosa canção "Moon River" de Henry Mancini (música) e Johnny Mercer (letra) e o de melhor banda sonora.


Origem: (EUA, Jurow-Shepherd, Paramount, 115 Min. Technicolor)
Idioma: InglêsData de estreia: 5 de Outubro de 1961
Realização: Blake Edwards
Produção: Martin Jurow e Richard Shepherd
Argumento: George Axelrod, adaptado do Romance de Truman Capote
Fotografia: Franz Planerl
Música: Henry Mancini
Elenco: Audrey Hepburn, Dorothy Whitney, George Peppard, Patricia Neal, Buddy Ebsen, John McGiver, Alan Reed, Dorothy Whitney, Beverly Powers, Stanley Adams, Claude Stroud, Elvia Allman, Orangey, Mickey Rooney.
publicado por armando ésse às 15:41
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Fevereiro 03 2008

O filme Psycho (Psico, na versão portuguesa) de 1960, realizado pelo Mestre do Terror e do Suspense Alfred Hitchcok, é um dos filmes de terror mais famosos de sempre, e muito possivelmente o mais influente de toda a História.
Adaptado por Joseph Stefano, de um esquecido romance de Robert Bloch, que baseou a personagem Norman Bates, num serial-killer americano, Ed Gein.
O filme conta a história de Marion Crane, papel encarnado por Janet Leigh, uma bonita mulher que rouba 40 000 dólares do local do trabalho. Deixa então a cidade, com o desejo de passar a noite com o namorado, Sam Loomis (John Gavin), que é casado. Conduzindo a noite inteira à chuva, Marion pára finalmente num motel, onde o gerente é um rapaz jovem e simpático Norman Bates (Anthony Perkins). Num volte-face chocante que pôs o público com os cabelos arrepiados, Marion é apunhalada até à morte enquanto tomava um duche. A cena em que Marion Crane é esfaqueada no duche, é considerada uma das melhores cenas da história do cinema.
Depois do detective da companhia de seguros, incumbido do caso ser também morto, a irmã e o namorado de Marion, seguem o rasto da desaparecida até à casa da família Bates. Descobrem que o assassino é Norman Bates, um esquizofrénico homicida, que gosta de se vestir de mulher e que se transforma na mãe já falecida sempre que emergem sensações sexuais ou ameaçadoras.
Quando o filme estreou, a reacção do público ao filme foi estrondosa, com filas monumentais para a obtenção dos bilhetes. A “política especial” de Alfred Hitchcok, de não deixar ninguém entrar nas salas depois de passar o genérico de abertura, contribui em muito para estas filas e para publicitar o filme.


Origem: (EUA, Shamley, Alfred Hitchcock, 109 Min. Preto/Branco)
Idioma: Inglês
Data de estreia: 16 de Junho 1960
Realização:
Alfred Hitchcock
Produção: Alfred Hitchcock
Argumento: Joseph Stefano, adaptado do romance de Robert Bloch
Fotografia: John L. Russel
Música: Bernard Herrmann
Elenco: Anthony Perkins, Janet Leigh, Vera Miles, John Gavin, Martin Balsam, John McIntire, Lurene Tuttle, Simon Oakland, Frank Albertson, Patricia Hitchcock.
publicado por armando ésse às 10:58
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Fevereiro 03 2008

O filme Psycho (Psico, na versão portuguesa) de 1960, realizado pelo Mestre do Terror e do Suspense Alfred Hitchcok, é um dos filmes de terror mais famosos de sempre, e muito possivelmente o mais influente de toda a História.
Adaptado por Joseph Stefano, de um esquecido romance de Robert Bloch, que baseou a personagem Norman Bates, num serial-killer americano, Ed Gein.
O filme conta a história de Marion Crane, papel encarnado por Janet Leigh, uma bonita mulher que rouba 40 000 dólares do local do trabalho. Deixa então a cidade, com o desejo de passar a noite com o namorado, Sam Loomis (John Gavin), que é casado. Conduzindo a noite inteira à chuva, Marion pára finalmente num motel, onde o gerente é um rapaz jovem e simpático Norman Bates (Anthony Perkins). Num volte-face chocante que pôs o público com os cabelos arrepiados, Marion é apunhalada até à morte enquanto tomava um duche. A cena em que Marion Crane é esfaqueada no duche, é considerada uma das melhores cenas da história do cinema.
Depois do detective da companhia de seguros, incumbido do caso ser também morto, a irmã e o namorado de Marion, seguem o rasto da desaparecida até à casa da família Bates. Descobrem que o assassino é Norman Bates, um esquizofrénico homicida, que gosta de se vestir de mulher e que se transforma na mãe já falecida sempre que emergem sensações sexuais ou ameaçadoras.
Quando o filme estreou, a reacção do público ao filme foi estrondosa, com filas monumentais para a obtenção dos bilhetes. A “política especial” de Alfred Hitchcok, de não deixar ninguém entrar nas salas depois de passar o genérico de abertura, contribui em muito para estas filas e para publicitar o filme.


Origem: (EUA, Shamley, Alfred Hitchcock, 109 Min. Preto/Branco)
Idioma: Inglês
Data de estreia: 16 de Junho 1960
Realização:
Alfred Hitchcock
Produção: Alfred Hitchcock
Argumento: Joseph Stefano, adaptado do romance de Robert Bloch
Fotografia: John L. Russel
Música: Bernard Herrmann
Elenco: Anthony Perkins, Janet Leigh, Vera Miles, John Gavin, Martin Balsam, John McIntire, Lurene Tuttle, Simon Oakland, Frank Albertson, Patricia Hitchcock.
publicado por armando ésse às 10:58
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Fevereiro 01 2008

Singin’ in the Rain (Serenata à Chuva, na versão portuguesa), realizado pela dupla Gene Kelly e Stanley Donnen, é considerado o melhor musical de sempre.
Gene Kelly no auge da sua fama domina o filme e cria um dos momentos mais lendários do cinema, quando com o coração a transbordar de amor, rodopia num candeeiro da rua, sapateando por entre poças de água e cantarolando “Singin' in the rain”.
A acção decorre em 1927 e Don Lockwood (Gene Kelly), uma estrela do cinema mudo, está a participar num filme de capa e espada, ao lado de Lina Lamont (Jean Hagen). A certa altura, o estúdio descobre que um filme musical (O Cantor de Jazz) se vai estrear em breve e manda parar as filmagens.
Para que se torne competitiva, a película protagonizada por Don tem de ser transformada num musical.Há, no entanto dois problemas: Don não suporta Lina e esta tinha um sotaque muito acentuado, impossível de transpor com sucesso para o sonoro.
Um dia Don conhece uma rapariga, Kathy (Debbie Reynolds), por quem se apaixona e que ajuda a arranjar trabalho no seu estúdio. Apesar das suas qualidades Kathy limita-se a dobrar a caprichosa Lamont com a sua fabulosa voz.
Um dia, porém, Don decide dar a conhecer ao Mundo o verdadeiro talento por detrás da vedeta do Mudo e Kathy transforma-se ela própria numa grande vedeta do cinema.
Origem: EUA, (MGM, 103 Min. Technicolor)
Idioma: Inglês
Data de estreia: 27 de Março 1952
Realização: Stanley Donen e Gene Kelly
Produção: Arthur Freed
Argumento: Adolph Green e Betty Comden
Fotografia: Harold Rosson
Música: Nacio Herb Brown e Lennie Hayton
Elenco: Gene Kelly, Donald O’Connor, Debbie Reynolds, Cyd Charisse, Rita Moreno.
publicado por armando ésse às 15:50
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Fevereiro 01 2008

Singin’ in the Rain (Serenata à Chuva, na versão portuguesa), realizado pela dupla Gene Kelly e Stanley Donnen, é considerado o melhor musical de sempre.
Gene Kelly no auge da sua fama domina o filme e cria um dos momentos mais lendários do cinema, quando com o coração a transbordar de amor, rodopia num candeeiro da rua, sapateando por entre poças de água e cantarolando “Singin' in the rain”.
A acção decorre em 1927 e Don Lockwood (Gene Kelly), uma estrela do cinema mudo, está a participar num filme de capa e espada, ao lado de Lina Lamont (Jean Hagen). A certa altura, o estúdio descobre que um filme musical (O Cantor de Jazz) se vai estrear em breve e manda parar as filmagens.
Para que se torne competitiva, a película protagonizada por Don tem de ser transformada num musical.Há, no entanto dois problemas: Don não suporta Lina e esta tinha um sotaque muito acentuado, impossível de transpor com sucesso para o sonoro.
Um dia Don conhece uma rapariga, Kathy (Debbie Reynolds), por quem se apaixona e que ajuda a arranjar trabalho no seu estúdio. Apesar das suas qualidades Kathy limita-se a dobrar a caprichosa Lamont com a sua fabulosa voz.
Um dia, porém, Don decide dar a conhecer ao Mundo o verdadeiro talento por detrás da vedeta do Mudo e Kathy transforma-se ela própria numa grande vedeta do cinema.
Origem: EUA, (MGM, 103 Min. Technicolor)
Idioma: Inglês
Data de estreia: 27 de Março 1952
Realização: Stanley Donen e Gene Kelly
Produção: Arthur Freed
Argumento: Adolph Green e Betty Comden
Fotografia: Harold Rosson
Música: Nacio Herb Brown e Lennie Hayton
Elenco: Gene Kelly, Donald O’Connor, Debbie Reynolds, Cyd Charisse, Rita Moreno.
publicado por armando ésse às 15:50
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Janeiro 31 2008

O filme The African Queen (A Rainha Africana na versão portuguesa), foi realizado em 1951 por John Huston, baseado no romance homónimo, de C.S. Forester.
A Rainha Africana teve nos principais papéis Humphrey Bogart , Katharine Hepburn , Robert Morley e Peter Bull .
O filme conta-nos a história do envolvimento amoroso entre Charlie Allnutt, papel desempenhado por Humphrey Bogart, capitão de um barco a vapor, chamado “The African Queen”, e uma missionária, Rose Sayer (Katharine Hepburn).
Passado na África Oriental em 1914, no início da Grande Guerra, o filme começa por mostrar imagens de uma igreja missionária de uma pequena aldeia africana. Quem lidera o serviço religioso é o reverendo inglês Samuel Sayer (Robert Morley) e a sua irmã Rose.
É então que chega à aldeia Charlie Allnut, que abastece de mantimentos e notícias aquela povoação isolada. Depois de tomar chá com os missionários, Charlie avisa-os de que poderá estar para breve a eclosão de uma guerra entre a Alemanha e a Inglaterra.
Sem tempo para reagir, a aldeia é invadida por tropas alemãs e a igreja é queimada. Afectado pela destruição do trabalho de uma vida, o reverendo acaba por enlouquecer e morrer.
No funeral, Charlie regressa à aldeia e oferece-se para levar Rose de volta à civilização. É aqui que se inicia uma viagem cheia de perigos e o confronto entre personalidades opostas. Rose e Charlie começam por embirrar um com o outro, mas o atrito inicial rapidamente se transforma num amor imprevisível.

Origem: Reino Unido (Horizon, Romulus, 105 min. Technicolor)
Idioma: Inglês/ Alemão/ Suaíli
Data de estreia: 23 Dezembro 1951
Realização: John Huston
Produção: S.P Eagle e John Woolf
Argumento: James Agee e John Huston adaptado do romance de C.S. Forester
Elenco: Humphrey Bogart , Katharine Hepburn , Robert Morley e Peter Bull, Theodore Bikel, Walter Gotell, Peter Swanwick e Richard Marner.
publicado por armando ésse às 08:10
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Janeiro 31 2008

O filme The African Queen (A Rainha Africana na versão portuguesa), foi realizado em 1951 por John Huston, baseado no romance homónimo, de C.S. Forester.
A Rainha Africana teve nos principais papéis Humphrey Bogart , Katharine Hepburn , Robert Morley e Peter Bull .
O filme conta-nos a história do envolvimento amoroso entre Charlie Allnutt, papel desempenhado por Humphrey Bogart, capitão de um barco a vapor, chamado “The African Queen”, e uma missionária, Rose Sayer (Katharine Hepburn).
Passado na África Oriental em 1914, no início da Grande Guerra, o filme começa por mostrar imagens de uma igreja missionária de uma pequena aldeia africana. Quem lidera o serviço religioso é o reverendo inglês Samuel Sayer (Robert Morley) e a sua irmã Rose.
É então que chega à aldeia Charlie Allnut, que abastece de mantimentos e notícias aquela povoação isolada. Depois de tomar chá com os missionários, Charlie avisa-os de que poderá estar para breve a eclosão de uma guerra entre a Alemanha e a Inglaterra.
Sem tempo para reagir, a aldeia é invadida por tropas alemãs e a igreja é queimada. Afectado pela destruição do trabalho de uma vida, o reverendo acaba por enlouquecer e morrer.
No funeral, Charlie regressa à aldeia e oferece-se para levar Rose de volta à civilização. É aqui que se inicia uma viagem cheia de perigos e o confronto entre personalidades opostas. Rose e Charlie começam por embirrar um com o outro, mas o atrito inicial rapidamente se transforma num amor imprevisível.

Origem: Reino Unido (Horizon, Romulus, 105 min. Technicolor)
Idioma: Inglês/ Alemão/ Suaíli
Data de estreia: 23 Dezembro 1951
Realização: John Huston
Produção: S.P Eagle e John Woolf
Argumento: James Agee e John Huston adaptado do romance de C.S. Forester
Elenco: Humphrey Bogart , Katharine Hepburn , Robert Morley e Peter Bull, Theodore Bikel, Walter Gotell, Peter Swanwick e Richard Marner.
publicado por armando ésse às 08:10
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Janeiro 30 2008

O filme Do Céu Caiu uma Estrela, produzido e realizado por Frank Capra a partir do conto The Greatest Gift, escrito por Philip Van Doren, é o filme familiar por excelência, não admira que se tenha tornado um clássico da época natalícia, porventura, o melhor de todos os filmes de Natal.
O filme conta-nos a história de um rapaz desajeitado e de bom coração, George Bailey, interpretado por James Setwart, que cresce no Conneccticut, numa pequena cidade, com o desejo de viajar pelo mundo. O dever, todavia impede-o de concretizar o seu sonho e retira-lhe a liberdade de acção. Por outro lado, a vida recompensa-o, George, dando-lhe o coração de Mary, papel desempenhado por Donna Reed, a beldade local, com quem se casa e tem quatro filhos. Para além da família, George Bailey, encontra satisfação na filantropia, dando ajuda aos trabalhadores da sua cidade na obtenção de casa. A dada altura, George vê-se responsabilizado pelo controle da empresa familiar, para que ela não encerre ou vá parar às mãos do banco. Com o passar do tempo, o trabalho e as privações levam George a tentar suicidar-se, saltando para isso de uma ponte. No momento que se prepara para saltar, aparece o anjo Clarence, que mostra a George o que teria acontecido, caso o seu desejo se concretizasse. A vida só lhe será devolvida se se convencer do seu valor. E então a vida voltará ao normal e Clarence, um anjo de segunda classe, conquistará as suas asas.

Origem: E.U.A ( Liberty, RKO, 130 min., Película a preto e branco)
Idioma: Inglês
Data de estreia: 20 Dezembro 1946
Realização:
Frank Capra
Produção: Frank Capra
Argumento: Philip Van Doren e Frances Goodrich
Elenco: James Stewart, Donna Reed, Lionel Barrymore, Thomas Mitchell, Henry Travers, Beulah Bondi, Frank Faylen, Ward Bond, Gloria, Grahame.
publicado por armando ésse às 15:04
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Janeiro 30 2008

O filme Do Céu Caiu uma Estrela, produzido e realizado por Frank Capra a partir do conto The Greatest Gift, escrito por Philip Van Doren, é o filme familiar por excelência, não admira que se tenha tornado um clássico da época natalícia, porventura, o melhor de todos os filmes de Natal.
O filme conta-nos a história de um rapaz desajeitado e de bom coração, George Bailey, interpretado por James Setwart, que cresce no Conneccticut, numa pequena cidade, com o desejo de viajar pelo mundo. O dever, todavia impede-o de concretizar o seu sonho e retira-lhe a liberdade de acção. Por outro lado, a vida recompensa-o, George, dando-lhe o coração de Mary, papel desempenhado por Donna Reed, a beldade local, com quem se casa e tem quatro filhos. Para além da família, George Bailey, encontra satisfação na filantropia, dando ajuda aos trabalhadores da sua cidade na obtenção de casa. A dada altura, George vê-se responsabilizado pelo controle da empresa familiar, para que ela não encerre ou vá parar às mãos do banco. Com o passar do tempo, o trabalho e as privações levam George a tentar suicidar-se, saltando para isso de uma ponte. No momento que se prepara para saltar, aparece o anjo Clarence, que mostra a George o que teria acontecido, caso o seu desejo se concretizasse. A vida só lhe será devolvida se se convencer do seu valor. E então a vida voltará ao normal e Clarence, um anjo de segunda classe, conquistará as suas asas.

Origem: E.U.A ( Liberty, RKO, 130 min., Película a preto e branco)
Idioma: Inglês
Data de estreia: 20 Dezembro 1946
Realização:
Frank Capra
Produção: Frank Capra
Argumento: Philip Van Doren e Frances Goodrich
Elenco: James Stewart, Donna Reed, Lionel Barrymore, Thomas Mitchell, Henry Travers, Beulah Bondi, Frank Faylen, Ward Bond, Gloria, Grahame.
publicado por armando ésse às 15:04
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