A FÁBRICA

Abril 23 2008

A Amnistia Internacional lançou ontem um vídeo sobre a prática do waterboarding, que consiste numa espécie de afogamento simulado dos prisioneiros.
O anúncio, que será transmitido nos cinemas britânicos a partir de 9 de Maio, foi produzido para chocar os espectadores. As imagens iniciais dão a impressão de que se trata de uma publicidade a uma água mineral. No entanto, o final do anúncio mostra a água a ser despejada na boca do prisioneiro, a exemplo do que acontece com a prática do waterboarding, usada nos interrogatórios feitos pela CIA. Para a Amnistia Internacional e outras organizações de defesa dos direitos humanos, a simulação da sensação de afogamento é tortura.
Segundo Kate Allen, a directora da Amnistia Internacional no Reino Unido, “o filme mostra o que a CIA não quer que se veja – a realidade repugnante de quase afogar uma pessoa e chamar isso de ‘interrogatório aprimorado”, numa referência clara, ao presidente americano, George W. Bush, que vetou em Março uma lei que proibiria a prática do que ele chamou de “práticas de interrogação aprimoradas” pela CIA.
O director da CIA, Michael Hayden, admitiu no passado mês de Fevereiro, que a agência americana, usou esta técnica em três suspeitos da rede terrorista al-Qaeda em interrogatórios relacionados aos atentados de 11 de Setembro.
O especialista em segurança americana Malcolm Nance disse que o filme da Amnistia Internacional retrata com precisão como a prática é realizada: “Treinei oficiais americanos sobre técnicas de resistência ao waterboarding e posso afirmar que o filme mostra exactamente como a técnica é realizada”, disse.
Intitulado "Stuff of Life" - Coisas da Vida - o filme faz parte de uma campanha da Amnistia Internacional para mobilizar a sociedade pelos direitos humanos, na chamada “guerra contra o terrorismo”. (com BBC).
Podem ver o filme Aqui.
publicado por armando ésse às 09:55

Abril 23 2008

A Amnistia Internacional lançou ontem um vídeo sobre a prática do waterboarding, que consiste numa espécie de afogamento simulado dos prisioneiros.
O anúncio, que será transmitido nos cinemas britânicos a partir de 9 de Maio, foi produzido para chocar os espectadores. As imagens iniciais dão a impressão de que se trata de uma publicidade a uma água mineral. No entanto, o final do anúncio mostra a água a ser despejada na boca do prisioneiro, a exemplo do que acontece com a prática do waterboarding, usada nos interrogatórios feitos pela CIA. Para a Amnistia Internacional e outras organizações de defesa dos direitos humanos, a simulação da sensação de afogamento é tortura.
Segundo Kate Allen, a directora da Amnistia Internacional no Reino Unido, “o filme mostra o que a CIA não quer que se veja – a realidade repugnante de quase afogar uma pessoa e chamar isso de ‘interrogatório aprimorado”, numa referência clara, ao presidente americano, George W. Bush, que vetou em Março uma lei que proibiria a prática do que ele chamou de “práticas de interrogação aprimoradas” pela CIA.
O director da CIA, Michael Hayden, admitiu no passado mês de Fevereiro, que a agência americana, usou esta técnica em três suspeitos da rede terrorista al-Qaeda em interrogatórios relacionados aos atentados de 11 de Setembro.
O especialista em segurança americana Malcolm Nance disse que o filme da Amnistia Internacional retrata com precisão como a prática é realizada: “Treinei oficiais americanos sobre técnicas de resistência ao waterboarding e posso afirmar que o filme mostra exactamente como a técnica é realizada”, disse.
Intitulado "Stuff of Life" - Coisas da Vida - o filme faz parte de uma campanha da Amnistia Internacional para mobilizar a sociedade pelos direitos humanos, na chamada “guerra contra o terrorismo”. (com BBC).
Podem ver o filme Aqui.
publicado por armando ésse às 09:55

Abril 23 2008
UNICEF
More Education For Girls In Islamic Countries.
publicado por armando ésse às 07:52

Abril 23 2008
UNICEF
More Education For Girls In Islamic Countries.
publicado por armando ésse às 07:52

Abril 15 2008

Segundo o relatório da organização não-governamental Amnistia Internacional, a China é o país do mundo com maior número de execuções por pena de morte em 2007.
Segundo o documento, mais de 470 prisioneiros foram executados e outros 1.860 foram condenados à morte na China no ano passado. O dossier "Execuções e Sentenças de Morte em 2007", aponta que pelo menos 1.252 pessoas em 24 países foram executadas, enquanto outras 3.347 em 51 estados receberam sentenças de morte.
A seguir à China, os quatro países que mais aplicam a pena de morte são Irão (317), Arábia Saudita (143), Paquistão (135) e Estados Unidos (42). Juntos, esses países têm 88% de todas as execuções praticadas no mundo.
A Arábia Saudita, tem o maior número de execuções per capita, seguindo-se o Irão e a Líbia. Três países - o Irão, a Arábia Saudita e o Iemén - contra todas as convenções internacionais, continuam a executar, menores de 18 anos.
O governo chinês não divulga o número oficial de prisioneiros executados e a estatística é tratada como “segredo de Estado”.
De acordo com a Amnistia Internacional, o total de 470 foi calculado com base em notícias sobre execuções que chegaram a ser publicadas na imprensa chinesa e deve ser tomado como uma referência de “mínimo”.
O estudo da Amnistia também cita a organização não governamental Dui Hua, que estima em 6 mil as execuções praticadas na China no ano passado. Isso representa mais que cinco vezes as execuções referidas pela Amnistia Internacional, em todo o mundo.
A partir de Janeiro de 2007 passou a ser proibido, na China os tribunais regionais decidirem um veredicto de condenação à morte. Actualmente a pena de morte só pode ser aplicada pela Supremo Tribunal após recurso.
O governo chinês afirmou que a medida ajudou a diminuir em 10% o número de execuções, mas não informou os números totais. Entretanto, apesar da falta de estatísticas, a Amnistia Internacional concorda com a posição do Governo chinês neste aspecto ao afirmar que “é provável que tenha ocorrido uma significativa queda” no total de execuções.
Actualmente há na China, cerca de 68 tipos de crimes que prevêem pena de morte, incluindo crimes não violentos como corrupção e lavagem de dinheiro.
Segundo a Amnistia Internacional, o ano de 2007 também trouxe boas notícias, sobre a pena de morte, com a Assembleia-Geral das Nações Unidas, a votar favoravelmente - 104 votos a favor, 54 contra e 29 abstenções- o fim da aplicação da pena de morte.
Só falta agora, a extensa lista de 76 países, que ainda aplicam a pena de morte, cumprirem esta resolução, o que é a parte mais díficil, ainda por cima, quando a alcateia guarda o rebanho.
O relatória da Amnistia Internacional.
publicado por armando ésse às 09:40

Abril 15 2008

Segundo o relatório da organização não-governamental Amnistia Internacional, a China é o país do mundo com maior número de execuções por pena de morte em 2007.
Segundo o documento, mais de 470 prisioneiros foram executados e outros 1.860 foram condenados à morte na China no ano passado. O dossier "Execuções e Sentenças de Morte em 2007", aponta que pelo menos 1.252 pessoas em 24 países foram executadas, enquanto outras 3.347 em 51 estados receberam sentenças de morte.
A seguir à China, os quatro países que mais aplicam a pena de morte são Irão (317), Arábia Saudita (143), Paquistão (135) e Estados Unidos (42). Juntos, esses países têm 88% de todas as execuções praticadas no mundo.
A Arábia Saudita, tem o maior número de execuções per capita, seguindo-se o Irão e a Líbia. Três países - o Irão, a Arábia Saudita e o Iemén - contra todas as convenções internacionais, continuam a executar, menores de 18 anos.
O governo chinês não divulga o número oficial de prisioneiros executados e a estatística é tratada como “segredo de Estado”.
De acordo com a Amnistia Internacional, o total de 470 foi calculado com base em notícias sobre execuções que chegaram a ser publicadas na imprensa chinesa e deve ser tomado como uma referência de “mínimo”.
O estudo da Amnistia também cita a organização não governamental Dui Hua, que estima em 6 mil as execuções praticadas na China no ano passado. Isso representa mais que cinco vezes as execuções referidas pela Amnistia Internacional, em todo o mundo.
A partir de Janeiro de 2007 passou a ser proibido, na China os tribunais regionais decidirem um veredicto de condenação à morte. Actualmente a pena de morte só pode ser aplicada pela Supremo Tribunal após recurso.
O governo chinês afirmou que a medida ajudou a diminuir em 10% o número de execuções, mas não informou os números totais. Entretanto, apesar da falta de estatísticas, a Amnistia Internacional concorda com a posição do Governo chinês neste aspecto ao afirmar que “é provável que tenha ocorrido uma significativa queda” no total de execuções.
Actualmente há na China, cerca de 68 tipos de crimes que prevêem pena de morte, incluindo crimes não violentos como corrupção e lavagem de dinheiro.
Segundo a Amnistia Internacional, o ano de 2007 também trouxe boas notícias, sobre a pena de morte, com a Assembleia-Geral das Nações Unidas, a votar favoravelmente - 104 votos a favor, 54 contra e 29 abstenções- o fim da aplicação da pena de morte.
Só falta agora, a extensa lista de 76 países, que ainda aplicam a pena de morte, cumprirem esta resolução, o que é a parte mais díficil, ainda por cima, quando a alcateia guarda o rebanho.
O relatória da Amnistia Internacional.
publicado por armando ésse às 09:40

Abril 15 2008

The death penalty comes from another age.
There are still 76 countries that apply it.

Advertising Agency: Contrapunto, Madrid, Spain
Creative Directors: Antonio Montero, Carlos Jorge, Felix del Valle
.
A pena de morte vêm de outra Era.
Ainda há 76 países que a aplicam.
.
AFEGANISTÃO, ANTÍGUA E BARBUDA, AUTORIDADE PALESTINIANA, BAHAMAS, BAHRAIN, BANGLADESH, BARBADOS, BIELORÚSSIA, BELIZE, BOTSWANA, BURUNDI, CAMARÕES, CAZAQUISTÃO, CHADE, CHINA, COMOROS, R.D. CONGO, COREIA DO NORTE, COREIA DO SUL, CUBA, DOMINICA, EGIPTO, EMIRADOS ÁRABES UNIDOS, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, ERITREIA, ETIÓPIA, FILIPINAS, GABÃO, GANA, GUATEMALA, GUINÉ, GUINÉ EQUATORIAL, GUIANA, IEMÉN, ÍNDIA, INDONÉSIA, IRÃO, IRAQUE, JAMAICA, JAPÃO, JORDÂNIA, KOWEIT, LAOS, LÍBANO, LESOTO, LIBÉRIA, LÍBIA, MALAWI, MALÁSIA, MONGÓLIA, NIGÉRIA, OMAN, PAQUISTÃO, QATAR, QUIRGIZSTÃO, RUANDA, ST CHRISTOPHER E NEVIS, SAINT LUCIA, SAINT VINCENT E GRENADINES, ARÁBIA SAUDITA, SERRA LEOA, SINGAPURA, SOMÁLIA, SUDÃO, SUAZILÂNDIA, SÍRIA, TAIWAN, TAJIQUISTÃO, TANZÂNIA, TAILÂNDIA, TRINIDAD E TOBAGO, UGANDA, UZBEQUISTÃO, VIETNAME, ZÂMBIA, ZIMBABWÉ.
publicado por armando ésse às 09:30

Abril 15 2008

The death penalty comes from another age.
There are still 76 countries that apply it.

Advertising Agency: Contrapunto, Madrid, Spain
Creative Directors: Antonio Montero, Carlos Jorge, Felix del Valle
.
A pena de morte vêm de outra Era.
Ainda há 76 países que a aplicam.
.
AFEGANISTÃO, ANTÍGUA E BARBUDA, AUTORIDADE PALESTINIANA, BAHAMAS, BAHRAIN, BANGLADESH, BARBADOS, BIELORÚSSIA, BELIZE, BOTSWANA, BURUNDI, CAMARÕES, CAZAQUISTÃO, CHADE, CHINA, COMOROS, R.D. CONGO, COREIA DO NORTE, COREIA DO SUL, CUBA, DOMINICA, EGIPTO, EMIRADOS ÁRABES UNIDOS, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, ERITREIA, ETIÓPIA, FILIPINAS, GABÃO, GANA, GUATEMALA, GUINÉ, GUINÉ EQUATORIAL, GUIANA, IEMÉN, ÍNDIA, INDONÉSIA, IRÃO, IRAQUE, JAMAICA, JAPÃO, JORDÂNIA, KOWEIT, LAOS, LÍBANO, LESOTO, LIBÉRIA, LÍBIA, MALAWI, MALÁSIA, MONGÓLIA, NIGÉRIA, OMAN, PAQUISTÃO, QATAR, QUIRGIZSTÃO, RUANDA, ST CHRISTOPHER E NEVIS, SAINT LUCIA, SAINT VINCENT E GRENADINES, ARÁBIA SAUDITA, SERRA LEOA, SINGAPURA, SOMÁLIA, SUDÃO, SUAZILÂNDIA, SÍRIA, TAIWAN, TAJIQUISTÃO, TANZÂNIA, TAILÂNDIA, TRINIDAD E TOBAGO, UGANDA, UZBEQUISTÃO, VIETNAME, ZÂMBIA, ZIMBABWÉ.
publicado por armando ésse às 09:30

Outubro 10 2007
A pena de morte vêm de outra Era.
Ainda há 76 países que a aplicam.
.
AFEGANISTÃO, ANTÍGUA E BARBUDA, AUTORIDADE PALESTINIANA, BAHAMAS, BAHRAIN, BANGLADESH, BARBADOS, BIELORÚSSIA, BELIZE, BOTSWANA, BURUNDI, CAMARÕES, CAZAQUISTÃO, CHADE, CHINA, COMOROS, R.D. CONGO, COREIA DO NORTE, COREIA DO SUL, CUBA, DOMINICA, EGIPTO, EMIRADOS ÁRABES UNIDOS, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, ERITREIA, ETIÓPIA, FILIPINAS, GABÃO, GANA, GUATEMALA, GUINÉ, GUINÉ EQUATORIAL, GUIANA, IEMÉN, ÍNDIA, INDONÉSIA, IRÃO, IRAQUE, JAMAICA, JAPÃO, JORDÂNIA, KOWEIT, LAOS, LÍBANO, LESOTO, LIBÉRIA, LÍBIA, MALAWI, MALÁSIA, MONGÓLIA, NIGÉRIA, OMAN, PAQUISTÃO, QATAR, QUIRGIZSTÃO, RUANDA, ST CHRISTOPHER E NEVIS, SAINT LUCIA, SAINT VINCENT E GRENADINES, ARÁBIA SAUDITA, SERRA LEOA, SINGAPURA, SOMÁLIA, SUDÃO, SUAZILÂNDIA, SÍRIA, TAIWAN, TAJIQUISTÃO, TANZÂNIA, TAILÂNDIA, TRINIDAD E TOBAGO, UGANDA, UZBEQUISTÃO, VIETNAME, ZÂMBIA, ZIMBABWÉ.
publicado por armando ésse às 12:25

Outubro 10 2007
A pena de morte vêm de outra Era.
Ainda há 76 países que a aplicam.
.
AFEGANISTÃO, ANTÍGUA E BARBUDA, AUTORIDADE PALESTINIANA, BAHAMAS, BAHRAIN, BANGLADESH, BARBADOS, BIELORÚSSIA, BELIZE, BOTSWANA, BURUNDI, CAMARÕES, CAZAQUISTÃO, CHADE, CHINA, COMOROS, R.D. CONGO, COREIA DO NORTE, COREIA DO SUL, CUBA, DOMINICA, EGIPTO, EMIRADOS ÁRABES UNIDOS, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, ERITREIA, ETIÓPIA, FILIPINAS, GABÃO, GANA, GUATEMALA, GUINÉ, GUINÉ EQUATORIAL, GUIANA, IEMÉN, ÍNDIA, INDONÉSIA, IRÃO, IRAQUE, JAMAICA, JAPÃO, JORDÂNIA, KOWEIT, LAOS, LÍBANO, LESOTO, LIBÉRIA, LÍBIA, MALAWI, MALÁSIA, MONGÓLIA, NIGÉRIA, OMAN, PAQUISTÃO, QATAR, QUIRGIZSTÃO, RUANDA, ST CHRISTOPHER E NEVIS, SAINT LUCIA, SAINT VINCENT E GRENADINES, ARÁBIA SAUDITA, SERRA LEOA, SINGAPURA, SOMÁLIA, SUDÃO, SUAZILÂNDIA, SÍRIA, TAIWAN, TAJIQUISTÃO, TANZÂNIA, TAILÂNDIA, TRINIDAD E TOBAGO, UGANDA, UZBEQUISTÃO, VIETNAME, ZÂMBIA, ZIMBABWÉ.
publicado por armando ésse às 12:25

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